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PERSONAGEM DA SEMANA: Tina Azevedo: “Quando criança, meu pai me trocou por uma ovelha”
Postado em (Personagem da Semana) por admin em 30-01-2009
Uma de nossas mais incríveis entrevistas aconteceu na última terça-feira, no Centro de Fortaleza. Tina Azevedo, presidente da ATRAC (Associação das Travestis do Ceará), nos recebeu em sua residência para uma entrevista regada a muita emoção, sem deixar de lado seu jeito cômico, algo que lhe é peculiar.

Ontem (29/01), foi celebrado o Dia Nacional da Visibilidade Travesti. A data, instituída em 2001, foi lembrada pela ATRAC com uma série de eventos sociais no Theatro José de Alencar, cartão-postal da capital cearense.
Em 2001 houve uma reunião com as principais travestis do Brasil, em Brasília. Quem representou o Ceará foi Janaína Dutra, então presidente do GRAB. “Janaína foi a primeira travesti formada em Direito, e com carteira da OAB, no estado do Ceará“, lembra Tina, que aproveita para tecer um parêntese: “Na época da reunião, ela foi muito ridícula. Janaína foi a Brasília sem avisar a ninguém. Nós, da ATRAC, ficamos com raiva“. O tom sério das letras é abrandado pelo seu jeito cômico.
Tina Azevedo tem um jeito bastante peculiar. Seu físico, de pequeno porte, esconde uma grandiosa experiência. Em sua essência, Tina Azevedo é uma travesti sofrida. “Cheguei a passar fome na infância“, lembra. Mas é sobre infância o assunto que a faz mudar o humor.
Tina Azevedo nasceu Francisco Reginaldo Rodrigues, natural de Brejo Santo, localizada ao sul do Ceará (510km de distância da capital). Desde os 17 anos de idade mora em Fortaleza, para onde veio em busca em novas realizações. “Nunca pensei em virar travesti“, confessa Tina, que ainda arrisca uma brincadeira: “Quando passava na Praça do Ferreira,
naquela época um grande ponto de prostituição na cidade, morria de medo das travestis. Eu passava para o outro lado da rua quando avista alguma, acredita?“. E conclui: “Parece que foi um castigo“. Todos gargalhamos.
Depois de trabalhar em mercadinhos, lojas de confecção e até numa lanchonete, o até então Reginaldo conheceu um amigo que, de cara, o chamou para um programa. “Na época, ganhei algo em torno de R$ 100,00 num só dia. Só sei que em uma semana eu ganhava até mais do que meu salário mensal na lanchonete“, conta. “Não trago nenhum arrependimento da vida“.
Sobre como entrou para a militância, Tina Azevedo confessa: “Vocês lembram de quando o Moroni (Bing Torgan) foi Secretário de Segurança Pública? As gays (sic) têm ódio à ele não à toa. Ele mandou recolher todos os viados e as travestis das ruas. A polícia nos tratava com um fuzil na cabeça, como se fôssemos marginais“, lembra. “Um dia fui a uma delegacia fazer um Boletim de Ocorrência denunciando meu ex-namorado, porque ele havia me surrado no dia anterior. O delegado me mandou rasgar o B.O. e na frente de todo mundo me expulsou de lá. Ficou gritando: ´Não quero saber dessas baitolagens de viado aqui. Pode ir embora´“.

Mas foi logo após ser humilhada por vários policiais na rua que Tina Azevedo resolveu se manifestar. “Fui colocada à força num camburão da política, com uma metralhadora na minha cabeça. No outro dia fui aos jornais e dei um depoimento que foi bastante discutido pela sociedade“. Tina conta ainda que teve de se esconder. “Fui jurada de morte. Esperta, disse que meu nome era Priscila. Os policiais iam à boate e quando eu ouvia alguém perguntar por Priscila, corria para o banheiro e botava a peruca. Por muito tempo passei por este sufoco“, emociona-se.
Co-fundadora da ATRAC, Tina assumiu a presidência da Associação quando da morte de Janaína Dutra. Hoje, dá assessoria a 70 travestis associadas e a mais de 400 inscritas. “Não recebemos dinheiro de ninguém, só do Governo. Nós concorremos com outras ONGs para termos acesso a verbas. Se nosso projeto for ´bem´, ganhamos. Se for uó, perdemos“. O trabalho voluntário é desenvolvido a partir da própria residência de Tina, na rua Meton de Alencar, 181 (por trás do Colégio Cearense).
O trabalho social da ATRAC visa fazer campanhas de conscientização sobre DSTs. Segundo Tina, os casos mais comuns são de HIV, seguidos de hanseníase e tuberculose. “Nós também encaminhamos à delegacia, em caso de agressão“, lembra. Perguntada sobre o mercado, ela diz preferir os dias atuais, sem deixar uma crítica à concorrência: “antigamente dava melhor, sabe?“. Sobre os pontos de prostituição mapeados pela ATRAC, Tina Azevedo destaca: “Temos a Beira-Mar, a Praia
de Iracema, (rua) Major Facundo, nas proximidades da Santa Casa“. E completa: “Temos ainda nos outros bairros: José Bastos, Maraponga, Seis Bocas, José Walter, Barra do Ceará… ah, são tantos“, brinca.
Embora o tempo tenha deixado marcas, Tina diz não se arrepender “de nada”. “Talvez se eu tivesse tido outra educação dos meus pais, seria outra pessoa“, destaca. “Acho que toda (sic) gay tem uma história de problema familiar para contar, vocês concordam?“. E qual a sua, Tina?
“Fui criada pela minha avó, a quem chamava de mãe. Tive uma infância muito sofrida. Aos dois anos de idade, meu pai me vendeu em troca de uma ovelha e um pouco de dinheiro. Ele ia embora para a Bahia. Fui entregue num hotel, onde lá estava o casal que me comprara. Minha avó conta que sentiu falta de mim à tarde. Perguntou ao meu pai, e ele me disse que eu estava na casa da irmã dele. À noite, já desesperada, minha avó entrou no hotel e me arrancou de lá. Íamos partir no dia seguinte, pela manhã“.
Ainda de olhos marejados, ela brinca: “Eu já fui apaixonada por uma mulher. Ainda morava em Brejo Santo quando dizia para ela que vinha embora para Fortaleza para enricar e depois voltar pra casar com ela“. Foi um amor correspondido? “Não. Ela nunca me quis. Ainda nesta época dizia: ´Não volte, pois eu não quero você´“. Depois de muita conversa, ela revela: “Eu tenho um filho!“.
Já em Fortaleza, Tina Azevedo teve um rápido relacionamento com uma mulher. “Namoramos pouco tempo. Meses depois eu soube que tinha um filho“. Vocês têm contato? “Não, eu o conheci com dois anos de idade. De lá até hoje, nunca mais o vi“. E gostaria de o encontrar? “Sinceramente, não. Olha, acho que tudo na vida da gente é hereditário. O que meu pai fez comigo, eu fiz com meu filho“, explica. Há algum arrependimento? “Não“. E se você descobrisse que ele é travesti: “(pensando…) Ai, eu não gostaria“. Por quê? “Porque a gente sofre muito, sabe? Só Deus sabe o que eu passei…“.

A sua base familiar está no contato que mantém com os irmãos. “Amo os meus irmãos. Todos eles são anjos para mim“. Francisco Reginaldo é o mais velho de uma família de três homens e duas mulheres. Seu irmão mais novo tem 27 anos, e mora em Caucaia (região metropolitana de Fortaleza). “Eles são tudo na minha vida. Quando preciso de qualquer coisa, basta ligar. Sou muito apegada a todos eles“, orgulha-se.
Mesmo observada de longe, Tina Azevedo é uma figura carismática. Seu jeito brincalhão, suas tiradas sérias e carregadas de humor são a válvula de escape de um homem-mulher em seu verdadeiro sentido. Tina carrega a força e a ombridade masculina lado a lado com a delicadeza da alma feminina. Seu forte é a sinceridade, da qual nunca se desgruda, mesmo sob forte pressão policial. É de longe um grande exemplo de superação. E de humor também. No meio da entrevista, sua cachorra sai correndo aos gritos de Tina: “Sai daqui, Flora. Sua maluca, assassina!“.




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Você faz ideia de para que serve este objeto ao lado? Não, não é uma chupeta, nem coleira. É um anel, mas não para os dedos.
A partir de 1º de fevereiro a campanha ganha formas no Brasil (por aqui, ela será assinada pela 

Quem é mais feliz? Os INN, com toda sua independência de namoro, ou os DNN, com zero de carência afetiva? Falando em carência afetiva, o INN leva desvantagem nisso ou sua vantagem está no fato de ele não se ligar a ninguém? Estaria protegido? O DNN ficaria em desvantagem por querer beijar demais, transar demais, viajar demais… e quebrar a cara demais?
Foi um sábado chuvoso, porém animado e badalado. A Donna Santa, maior boate mix do Nordeste, fez a alegria de seus milhares de clientes na noite do último dia 24/01. Os destaques ficaram para a apresentação especial e exclusiva, pela primeira vez numa festa gls, da banda 
Na parte interna da boate todos os holofotes foram para o Concurso Mr. Boy Donna Santa. Organizado por Yran Ghomez, com apoio de Franklei Charles, o concurso contou com a presença VIPérrima do 
Além de lindo, é carismático, se expressa divinamente bem, esbanja simpatia e o melhor: conquistou o carinho do público da Donna Santa, a maior boate mix do Nordeste. O nome dele?
público e o título estava entre Paulo e o também gatíssimo Alexandre Ferreira. Aí você sabe quem levou a melhor, né?

Seu trabalho com promoção de eventos é bem recente. Há menos de um ano, sua mãe lançara uma produtora e ele resolveu acompanhá-la. “Sempre gostei de me envolver com eventos“, revela. Thalis e sua mãe iniciaram o projeto Sexta Sem Lei, na própria Donna Santa. O projeto durou menos de três meses, mas deixou fortes marcas. Dentro de seu projeto, Thalis levou nomes de impacto, como
Além de responsável pela área externa da boate, Thalis Guerra nos confessa a emoção que sentiu em sua primeira grande festa na Donna Santa. “Dez minutos antes de show, cheguei para o produtor da banda e autorizei o início do show. Estávamos todos emocionados. Quando abri um pouco as cortinas para espiar o público, fiquei emocionado“, referindo-se ao até então melhor show de forró da Donna Santa: a inesquecível
rígida rejeição por parte dos gays. Mas o que levou uma boate dedicada ao público gay a incluir o forró como alvo de sua programação?
Durante toda a nossa entrevista, Guerra falou respeitosamente sobre a equipe. Deixou claro que trabalha com “carta branca” e que o maior apoio para o seu trabalho vem dos proprietários. Bem, e os promoters?
Durante a semana, Thalis se entrega à realização de eventos toda quinta-feira, na barraca Tropicana, fato que tem refletido em seu trabalho aos sábados. “Uma vez vi um cliente, que sempre frequenta minhas festas da quinta, na Donna Santa. Parei e pensei comigo: ´Poxa, será que esse cara curte?´. Quando olhei, ele estava ao lado de amigos e da namorada“. É com esta curiosidade que ele ilustra o
O trabalho de Thalis Guerra pode ser descrito também como um desafio. “Meu maior desafio na Donna Santa é adequar a estrutura da casa às grandes bandas de forró que tocarão lá neste ano“. Embora o projeto inicial da boate não tenha sido feito para receber grandes bandas, Thalis garante que os proprietários já têm uma reforma programada. “A Donna Santa só precisa mudar um pouco a sua estrutura lá de fora, principalmente o palco. Já fui com algumas bandas a eventos totalmente sem estrutura, sem palco, só com o areal. A boate tem uma ótima estrutura e o pouco que falta vai ser feito agora na reforma que programamos para o período do carnaval“.
Este sábado marca a quarta grande festa sob o comando de Thalis. A primeira, com Furacão do Forró, foi a sua predileta. Instigado a falar sobre de qual apresentação menos gostou, ele foi político:
A personagem: Natalie Dylan. O caso: quer loiloar sua virgindade (quem dá mais? Quem dá mais?). O fato: já houve um brasileiro, garante ela, que ofereceu US$ 1,5 milhão. E o que nós temos a ver com isso? Nada!


A máxima da discussão pode ser inserida entre gays, lésbicas e afins aqui em Fortaleza. E reformulo a pergunta: 
E também já escutei casos curiosos: “Bote o meu banner na frente porque eu sou mais bonito“. Uh! “Quando eu vou ser o
O fato de ser conhecido mais prejudica que ajuda. No momento da paquera, é brochante quando o gatinho vem e diz: “Eu adoro o seu trabalho, João Paulo Magalhães“. Pow, cala a boca e beija logo!
“Você é o famoso barman?“. Famoso e gostoso, hein! “Você é a famosa drag-queen cara de puta?” Putíssima! “Você é o famoso promoter… como é o nome mesmo?” Deixa pra lá…

moderninha boate mix cearense, a ME3T Music & Lounge. Numa iniciativa das sócias-proprietárias, Paula Roberta e Monah Monteiro, a boate cedeu o espaço e preparou um buffet super especial para a nossa equipe celebrar o gracioso momento.
Com funcionamento normal, a ME3T teve como atrações os DJs Renato Paiva e Harry. Anunciado como principal atração, o top-DJ Itaquê Figueiredo começou a tocar por volta das 3h, levando agito aos animados foliões.
Há 7 anos atrás, a internet mix alencarina ainda engatinhava. Além de um ou outro blog informativo (estes também apenas em seu início), o principal ponto de encontro na rede era um ultrapassado sistema de comunicação chamado mIRC, um servidor virtual de chat que se acessava através de um programa e continha diversas salas de bate-papo. 
Mas nem só de Blog da Redação vive o ZonaMix. “O primeiro de nossos blogues foi o
Aliás, por falar em parcialidade, este é sempre um tema controverso quando se coloca na mesa a intimidade de qualquer meio de comunicação. O Zona não é diferente. Mas, sobre isso, não há muito drama a se fazer. JP conversou conosco muito seriamente sobre o assunto. Pra ele, um portal do tamanho do Zona tem um funcionamento parecido com uma boate: “nós temos nosso público, mas também temos funcionários a pagar. E pra isso precisamos saber nos vender”. No caso, “saber nos vender” significa que os anunciantes e patrocinadores têm sempre um espaço privilegiado no site. Porém, com muito orgulho disso, 
Gente, que bacana! No decorrer desta semana, dentro da página 
Quatro aspirantes ao BBB estão confinados numa casa de vidro – chamada de “Bolha” – dentro de um shopping no Rio de Janeiro. A novidade é que você pode ainda não saber que tudo o que eles fazem e conversam tem transmissão ao vivo e totalmente de graça. É isso mesmo!
voltarão para casa e somente um, escolhido por nós, irá para a casa do Big Brother Brasil, no Projac.
Residente da MEET Music & Lounge desde a inauguração da boate (em maio do ano passado), o DJ Harry vem constantemente deixando à disposição de seu público um set mensal. O de janeiro/2009 já encontra-se disponível para download, e pode ser baixado através deste 
Amadeu Maia é um dos mais bem sucedidos humoristas do Ceará. Intérprete das personagens Biba (ao lado) e Babalu, Amadeu apresenta um programa de TV, Panelada da Babalu ( TV Jangadeiro – SBT), e faz diversos shows em teatros, restaurantes e bares na capital.




O tema é Babylon 2 – Privé, e a festa contará com o som dos badalados DJs Harry e Renato Paiva, além do VIPérrimo set do DJ Itaquê Figueiredo. A boate promete ainda um presente: sorteio de 3 coleções completas da série Queer as Folk.
É este o objetivo do livro “Loo With a View” (“Banheiro com uma vista”, em tradução livre). Durante dois anos, o documentarista Luke Barclay percorreu vários países nos cinco continentes para apreciar os locais de onde “é possível se contemplar o mundo”. O resultado: os 40 banheiros com melhor vista do mundo. Sinistro!
Ah, que me desculpem os depilados, mas o pelo faz parte da beleza masculina. É minha visão – pode não ser a sua -, e tenho certeza de que muitos concordam:
“No calor do Brasil, é mais higiênico homem sem pelos”, disse uma carioca de 19 anos à Época, que afirmou detestar pelos no corpo masculino. Seu próximo passo, acredite, é depilar o peito de seu namorado, Bruno. Ah! Cada um com seus gostos…

O ato de raspar os pelos não é necessariamente uma garantia de higiene. Já pensou se alguém se decidisse a extrair os dentes para acabar com o mau hálito? Estranho, não? Ou cortar os pés para acabar com o chulé… Francamente!

Após recebermos o release do evento, encantamo-nos com a história. Bancamos também uma dúvida: como apresentar a complexidade de uma relação amorosa, principalmente homoafetiva, em um monólogo? A resposta é lógica: somente o ator (e autor) pode responder.
bem além da segurança quando brinca com os homens na platéia. Na apresentação que vimos, um espectador foi instigado a escrever o seu ponto de vista sobre aquela relação que estava a ser contada. Um belo momento para exercitar, com maestria, a visão hetero de um amor gay.
“São Paulo é uma cidade que te dá milhões de oportunidades, mas também sabe te engolir“, diz referindo-se às possibilidades de trabalho em uma das maiores cidades do mundo. Ele completa: “lá, você tem de trabalhar muito. Eu saio de casa às 7h da manhã e volto às 10h da noite, todo dia. É uma rotina estafante“.
Lucas é também alucinado por cinema e TV. “Gosto de vários estilos, mas drama é o meu preferido no teatro e no cinema. Na TV, prefiro os seriados, principalmente os norte-americanos. Para mim, o melhor programa da TV brasileira se chama A Grande Família (TV Globo), porque ele retrata uma realidade incrível de nosso dia-a-dia“. Ele também pensa em atuar em TV. “Acho que a Record está crescendo, mas ainda falta muito para alcançar o padrão de qualidade da Rede Globo“. Ele confessa que já fez vários testes: “Em SP, a gente passa o dia fazendo dezenas de testes. Isso é uma coisa muito comum. Mas o que vale mesmo é o fato da amizade, de conhecer um diretor, essas coisas“. E ainda completa: “Na televisão muitas vezes só importa ter um rostinho bonito e um corpo legal. Tem muita gente atuando que não tem talento algum, mas está lá porque é bonito(a)“.
Sobre o mercado, é enfático: “O cearense normalmente encara o teatro como um hobby. Poucos enxergam que alguns artistas vivem da arte. Por isso decidi me mudar para São Paulo, onde o mercado está sim estagnado, mas as oportunidades são imensas para quem tem talento e quer trabalhar“.