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PERSONAGEM DA SEMANA: Flávia Fontenelle: “Estou livre de drogas há 6 meses”
Postado em (Personagem da Semana) por admin em 27-03-2009
O grande poeta e escritor português, Fernando Pessoa, ainda no século passado, escreveu: “O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem“. O tempo (vida) de cada um pode ser breve ou nem tanto assim, mas o que vai contar – segundo o pensamento de Pessoa – é a experiência que cada um adquiriu no decorrer deste tempo.
O pensamento acima ilustra muito bem o que se passa na cabeça de alguém que ora tenta corrigir algum erro, ora tenta dar o porquê de algumas atitudes (muitas vezes, impensadas). É também uma forma poética de ver a vida, de intensificar as ações. Seria – na visão de alguns – a permissão para errar, vinda através de uma poesia. Mas não é.

A Personagem em questão é Flávia Fontenelle. Há sete anos, Flávia era só um exemplo de beleza. Em 2005, numa festa de halloween, teve seu primeiro contato com as drogas. Em 2007, intensificou seu uso. Desde setembro de 2008, garante, mudou a vida (“para muito melhor”) e abandonou as drogas. Ontem, Flávia Fontenelle era um exemplo a ser evitado. Hoje, Flávia Fontenelle é um exemplo a ser seguido.
Desmontado (ou seja, sem peruca, maquiagem e roupas femininas), Flávia é Marcos André, 26 anos, natural de Fortaleza e um dos artistas mais queridos e celebrados entre o meio mix fortalezense. Além de Miss Gay Ceará, foi eleito Garota G, participou do Miss Gay Brasil e hoje faz shows de transformismo (e caricatismo) nas principais boates da capital cearense.
A fórmula do vício é quase a mesma para com todos. “Foi no Halloween da KISS (boate já fechada), em 2005. Entrei no banheiro e vi umas amigas preparando droga. Fui lá e perguntei: ´O que é isso?´. Elas, então, me convidaram e tive ali a primeira experiência“, explica. Na verdade, foi seu primeiro contato com cocaína. “Maconha eu fumo desde 1998. O problema com a erva é que eu fico lesada. Resolvi partir para a cocaína, uma droga que me deixava mais eufórica“.
Do final de 2005 a abril de 2007, Flávia disse ter tido poucos e esporádicos contatos com a cocaína. “Comecei a usar com maior intensidade depois que a Lena Oxa saiu da Divine“. A partir de então, Flávia passou a ser mais requisitada para shows e na principal boate para as artistas, a Divine, passou a fazer shows pelo menos uma vez por mês. “Em pouco tempo, saí da geladeira diretamente para o palco da Divine“, lembra, falando do período em que esteve ausente na programação artística da boate.
Além de sofrer estímulo dos amigos, Fontenelle conta que na época passava por uma fase emocionalmente conturbada. “Vivi uma desilusão amorosa muito grande em 2004 e só ano passado fui me livrar dela. Não bastasse isso, naquele mesmo período vivi a separação dos meus pais, a necessidade de sustentar a casa e a cobrança excessiva de minha mãe para que eu terminasse os estudos“, desabafa. “Eu estava emocionalmente muito abalado e me vi sozinho. Ao usar cocaína, passamos por todo um ritual. As pessoas, em grupo, conversam e desabafam. Em casa eu não tinha essa liberdade, não tinha com quem desabafar. Acabei caindo nas drogas“. E completa: “Apesar de não me arrepender do que fiz, se pudesse voltar atrás eu não repetiria esse erro“.
O semblante emocionado ao falar dos problemas familiares não é comum a Flávia Fontenelle. As aulas de teatro e seu talento nato compõem seu comportamento inquieto, seu jeito expressivo de se comunicar, seu jeito muitas vezes extravagante de agir. E por trás de tanta expressão, há uma personagem de coração grande, de amizade sincera, de personalidade marcante.
“Tive de impor a minha homossexualidade em casa. Meu pai saiu de casa, minha mãe vivia angustiada e fazendo pressão para eu terminar os estudos. Os shows eram a minha válvula de escape. Inesperadamente, em 2004, os convites para a Divine pararam. Em 2005 me envolvi com festejos de São João, que foi uma experiência maravilhosa para mim“, conta. “No São João, convivi com uma turma totalmente diferente. Naqueles meses eu consegui colocar a minha cabeça no lugar. Foi uma terapia para mim“. Depois de terminado o período junino, e apesar de mostrar uma carinhosa recordação, Flávia Fontenelle voltou a se isolar.
Em abril de 2007, após a saída da Lena Oxa, a sua vida mudou novamente. “De uma hora para outra, passei a ser chamada para shows e apresentações na Divine. Eu tive, então de voltar para o mundo gay“. Foi esta mudança abrupta e inesperada uma das principais causas de seu envolvimento mais intenso com as drogas. “Tinha de ficar sempre ligada, pois fazia vários shows por semana. E encontrei nas drogas a ilusão da força, da coragem. Pura enganação“.
Sobre o que perdeu por ter se envolvido com drogas, Flávia é enfática: “Perdi credibilidade, trabalho, dinheiro principalmente e não sei até que ponto a minha saúde se debilitou”. Fontenelle perdeu muito. Muito além de dinheiro, trabalho, saúde e credibilidade, ela perdeu tempo. Ganhou experiência, é verdade, “mas perdi muito mais do que ganhei”.
O que as pessoas podem pensar dessa matéria? “Na verdade, pouco me importa o que elas pensam. Quero aqui dar um exemplo de vida para que as pessoas evitem esse contato, evitem passar pelo que passei“. E histórias não faltam.

“A primeira vez que caí na real foi em maio do ano passado. No dia da estreia do espetáculo ´As Bem Doidas´, na Divine, eu cheguei atrasada. Estava cheirando cocaína. Já tinha subido no palco várias vezes depois de beber e fumar, mas aquela foi a primeira vez que fiz um show drogada“, lembra. Após a apresentação, suas companheiras de grupo (Satyne Haddukan e Rayanna Rayovac) foram conversar com Flávia. “A Rayovac chegou e disse: ´Mona, não vou pedir para você parar. Só quero que você só faça isso depois do show. Antes da apresentação, não´. Notei, então, que meu desempenho tava caindo“.
“Eu sempre achei que dominava a situação. Não usava drogas durante a semana, em compensação era sexta, sábado e domingo usando direto“. Mesmo aparentemente não tão fora de controle, Flávia resolveu fazer um teste: “De cara (sóbria), eu entrava no palco nervosa, mas sabendo de tudo; quando entrava chapada (drogada), ia de qualquer jeito. Eu perdia a noção de tudo e não me preocupava com o que fazia“, lembra.
Dos poucos arrependimentos que diz sentir, Flávia destaca o mais doloroso. “Na festa do Troféu Boca Ceará, em 2007, eu entrei ´morta´. Fiz um dos melhores shows de minha vida, fui ovacionada e quando desci do palco, no camarim, gritei: ´Está aqui o meu troféu!´“. Fontenelle não se referia ao Troféu Boca, mas ao “troféu” cocaína. “Cheirei ali mesmo, na frente de Labelle Beauty e Michelle Summer, dois ídolos meus“. Flávia contou que elas fingiram não ver nada, “mas depois fiquei com muita vergonha. Muita vergonha mesmo“.
Desde que abandonou as drogas, Flávia diz que avaliou e pensou muita coisa. “Não me arrependo de ter entrado nas drogas porque vi como isso prejudica a vida de uma pessoa. Mas me arrependo de algumas coisas que fiz por conta disso“, lamenta. “Não digo que você não use para não passar por hipócrita. Eu não critico ninguém que usa mas nós, os artistas, somos uma vitrine. O público muitas vezes nos tem como exemplo e nós temos obrigação de nos unir, de fazer um bom trabalho e de dar um bom exemplo“.
Segundo Flávia, uma parte dos artistas dá outro exemplo. “Eu sempre usei drogas em grupo, nunca estava sozinha“. Ela conta da abordagem: “Chegava na boate e elas já iam dizendo: ´E aí, tudo bem? Vamos ali no banheiro. Oh, mulher, bota uma pra mim´. Lamento dizer, mas quando se fala em colocação (ato de ficar drogado), todo mundo se corrompe“, polemiza. “Embora tenha usado muito, eu nunca saí de mim, sempre soube o que estava fazendo. E outra: nunca ninguém pagou. Todas as vezes que eu usei comprei com o meu dinheiro. Pode colocar isso na entrevista. Ninguém dividia comigo, mas eu sempre repartia com todo mundo que me pedia“.
Flávia nos contou sobre o after-hour. Sempre após as festas, seu grupo se reunia na casa de alguém. “Juntávamos dinheiro para comprar drogas e usávamos todos juntos. No meio da colocação, sempre vai existir aquele que vai tentar te enrolar, pegar dinheiro e droga escondido“. A isto, eles chamam de mocosar (ou seja, enganar, fazer uso escondido da droga de alguém). “Uma vez lembro que fiquei ´babado´ depois de cheirar 12 papelotes de cocaína. O vício é tão cruel que você quer sempre mais, quer sempre se superar“.
A artista acredita, porém, que a droga não muda a personalidade de uma pessoa. “O que ela faz é despertar ações que muitas vezes ficam ocultas quando uma pessoa está sóbria“. Quais, por exemplo? “Mentir, roubar. Já vi gente empenhar celular, perfume, câmera digital. Eu, graças a Deus, nunca empenhei nada, embora gastasse metade ou todo o cachê que ganhava nos shows“.
A pergunta é direta: está mais fácil conseguir drogas em festas mix hoje? “Sim, muito fácil“, garante. “O tráfico e o consumo acontecem em todas as boates, apesar de que em algumas eu nunca vi“. E atenção para a declaração: “É nas festas-fora que o consumo aumenta, tem um chama muito grande“. Como assim? “Nas festas-fora [eventos itinerantes que acontecem em Fortaleza] todo mundo consome bem mais e o acesso é bem maior. As pessoas se veem tentadas, pois é um ambiente diferente. É o momento de procurar novos ares“. Flávia comenta também que o consumo hoje é menos discreto. “Há pessoas que vendem sem a menor discrição mesmo. Já chegam dizendo: ´Oi, tudo bem? Tu curte? Eu tenho!´“.
Sair do vício, para Flávia, não foi tão difícil porque ela contou com amigos. “Só saí dessa porque contei com a ajuda de duas pessoas especiais: Batista Junior e Rayana Rayovac. Eles nunca me pediram para parar, mas no momento que precisei, eles me deram a mão“, lembra. Amigo e empresário de Fontenelle, Batista Junior fazia Fontenelle trocar drogas por cerveja. “Ele me dizia: ´Toda vez que você sentir vontade, me diga que eu lhe dou uma cerveja´. Quando sentia, chegava pra ele e dizia: ´Ei, me dá uma cerveja´“, ri. “Houve momentos em que até celular de cachaça ele me deu“. E diz não se arrepender.

“Não posso dizer que não vi drogas nestes seis meses. Estaria mentindo. Já tive muitos papelotes na minha mão”. Mas garante não tê-los usado: “Não sei se fiz certo ou não. Certa vez estava com três papelotes na minha mão“. E o que fez? “Coloquei dentro da bolsa de uma amiga“. E aí? “Daí ela gritou: ´Mamãaaae!´“, toda sorridente. Seria cômico se não fosse trágico.
A terapia para manter-se longe das drogas era perguntar-se para que fazer aquilo. “Toda vez que você for fazer isso, pergunte: ´Para quê?´“. No seu caso, Flávia deixou de usar porque sentiu na pele que perdeu credibilidade com promoters e com o próprio público. “Notei que os convites para shows na época acabaram. Depois que vocês publicaram aquele caso da trava que subiu no palco de uma boate e saiu quebrando tudo, uma promoter chegou até mim e perguntou o que devia fazer. Eu disse que acabar ninguém vai, mas eles podem restringir, dificultar o uso“. O resultado disso, Flávia garante: “Já vi várias pessoas serem expulsas das boates por usarem drogas no banheiro. Graças a Deus nunca passei por esta humilhação“.
Em mais um depoimento forte, Flávia Fontenelle foi incisiva: “Com as drogas, pude ver até que ponto as pessoas são extremistas, pude sentir na pele a mediocridade humana“. Como exemplo, ela cita uma passagem do carnaval deste ano, já livre das drogas: “Cheguei numa cidade do interior para passar o carnaval. Lá na praça havia uma turminha que estava com um espelho. Quando me aproximei de um, ele se virou e disse: ´O que é isso?´. Disse que fui lá para cumprimentá-lo, não para usar a droga dele“. E lembra: “Quando tinha, eu era a melhor pessoa do mundo“.
Flávia diz ter ideia da repercussão desta matéria: “Eu sei que as pessoas vão falar muito. As colocadas vão criticar, mas não estou nem aí. Nenhuma delas é certa ou errada. Aqui, eu relato o que vivi e há muitos que não se enquadram nisso“. Respeito à opinião e, fundamentalmente, às ações de qualquer cidadão, é a garantia de uma sociedade justa e coesa.
Que conselho você daria a uma pessoa que quer largar o vício? “Eu diria: ´mona, tá faltando o quê? Primeiro, mude três coisas importantes: Hábitos, Lugares e Pessoas“. E qual o conselho a quem quer experimentar? “Não experimente. Não entre neste mundo porque você só vai perder. Mas faça o que você quiser, pois a vida é sua“. Flávia ainda comenta: “Cabe aos formadores de opinião, como vocês no ZONAMIX, informar sobre o quanto isso é desgastante. Que o negócio está forte, está sim. As pessoas não estão se controlando“. E completa: “No dia em que uma cair dura no banheiro (por overdose), elas vão cair na real“.
Seis meses após abandonar as drogas, Marcos André cursa o primeiro semestre de jornalismo, diz estar voltando a fazer muito mais shows e seu principal objetivo com esta matéria, além de dar um exemplo de vida (e de superação), é ganhar novamente a credibilidade que perdeu se envolvendo com drogas. Flávia (ou Marcos André) gosta de citar frases e pensamentos. Um deles, veio de um bilhetinho que a gerência da Divine entrega ao final de cada show: “Novos desafios virão e contamos com você para enfrentá-los“.
Os desafios fazem parte da vida e são partes de nossa história. Muitos caem no vício por estímulo de (más) amizades, por problemas pessoais, familiares ou profissionais. Ou até os quatro juntos. Poucos, contudo, conseguem extrair força de onde nunca acharam, e contam com a ajuda de quem nunca imaginaram. Muitos afundam no vício e partem para outras drogas mais fortes na tentativa (boba) de resolver um problema. O resultado? Acabam se complicando ainda mais.
A frase de Fernando Pessoa tem um complemento: “Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis“. Há, sim, os momentos inesquecíveis que servem de aprendizado, as coisas inexplicáveis que devem ser corrigidas e pessoas incomparáveis que, além de talentosas, são fortes de personalidade e de força de vontade. São personagens impactantes, são artistas natos. São exemplos. Exemplos sim. Vindo de um momento ruim, claro, mas são exemplos porque superaram, conseguiram colocar na prática o que os teóricos adoram exibir como troféu.
Flávia Fontenelle é mais que uma Personagem da Semana. Podemos, por este exemplo, citá-la como Personagem da Lembrança. A lembrança de que é possível recomeçar quando o melhor é sequer começar. E, como ela mesma cita, é como diz a frase final do musical Evita (versão brasileira): “Ao julgar-me sem paixão só lhe peço compreensão“. Força, Flávia!

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Eu não tenho palavras para descrever essa matéria… Simplesmente foi um texto fantástico e a Flávia foi uma pessoa de extremo caráter em abrir algo da sua vida particular tão delicado para servir de exemplo para muitos.
Não tenho nada contra quem se droga… Porém todos sabem que isso só leva a um caminho tenebroso, acho que depois dessa matéria deve-se criar uma campanha para erradicar esse mal das nossa noite cearense e ajudar as pessoas que entraram nesse caminha a encontrar a liberdade.
MUITOS ARTISTAS DA NOITE CEARENSE CAÍRAM NESSE MAL, MOTIVO: FALTA DE TRABALHO!!!! ATENÇÃO EMPRESÁRIOS, SEI QUE PISO SEMPRE NESSE CALO, MAS ONDE ESTÁ A RESPONSABILIDADE SOCIAL DE VOCÊS???
Muito franca e sincera
Bjus a todos!!
Flávia, te amooo mto amiga!
Acho que foi uma das melhores entrevistas que já vi aqui no zona….parabens pela coragem…quanto a campanha que haddukan sugeriu apoiado..bom fds a todos.
Muito obrigada ao zona mix pela oportunidade de tentar mostrar às pessoas o quanto é difícil mas não impossível sair de vícios. Não me considero ainda uma referencia ou um exemplo a ser seguido. Mas sei que procuro entrar no rumo certo ao lado de pessoas que me ajudam. Sem os que me rodeiam não sou ninguém! Parabéns à equipe da redação. Xau bjo!
E o papa não se manka né! Onde já se viu! Proíba a pedofilia na igreja que é muito mais babado. Maricona esclerosada!
Muito bom o depoimento de Flávia. Adoro o trabalho dela, que acompanho desde muito cedo. É uma amiga, companheira e exatremamente justa em seguir e aplaudir o trabalho das pessoas que ela confia (e, graças a Deus, sou uma delas).
É triste perceber que por detrás da alegria aparente às vezes problemas graves se escondem e às vezes nem podemos ajudar por ignorar o fato.
Mas, aquém dos percalços, estou sempre te aplaudindo de pé, minha querida Flávia. Você é exemplo de trabalho, bom-humor e humildade pra muitos artistas da cidade.
Um abraço grande!
Parabéns!!!! Arrasando como sempre!!!!
bsss
Personalidade: O elemento estável da conduta de uma pessoa; sua maneira habitual de ser; aquilo que a distigue de outra.
É a palavra mais próxima e adequada pra Flávia Fontenelle, uma pessoa que tem personalidade para o humor, para a amizade, para o profissionalismo e até mesmo pra usar droga e saber sair dela e usar essa matéria para que muitas pessoas acordem e vejam que isso não é melhor caminho.
Dei muitas risadas em saber que ela agora substitue a droga por uma cerveja, rsrsrs, adoro
Felicidades sempre, sucesso mais ainda e que Deus te abençõe por toda a vida!!
Ah e cadê os nosso projetos heim?
Tô esperando, vou puxar suas orelhas , rsrsrs
Bons artistas são sempre polêmicos e vítimas ou causadores de comentários.
Além de uma ótima “performer” Flávia sempre causou burburinho. Isso é bom? Nem sempre, mas com as declarações que acabei de ler acredito que ela deu mais um passo certeiro na sua vida não importam as consequêcias. Sei que a Flávia abriu o coração por estar segura e firme de sua decisão.
Só tenho que parebenizar-te pelo ato corajoso dando esse exemplo (está sendo madura e inteligente) e mais ainda por ter parado de se drogar.
Saber que a Flávia é polêmica, todos sabemos. Sabemos também que ela é uma artista extremamente profissional, uma pessoa inteligente, que possui um humor nato, que é uma louca (risos), entre outros.
Tenho um carinho imenso por esta profissional e fiquei demasiadamente feliz ao saber, pela própria Flávia, que um novo caminho estava sendo seguido.
Estamos com projetos em andamento e percebo, CLARAMENTE, que estou trabalhando com uma nova Flávia. Uma pessoa revigorada, cheia de vida e ainda mais competente.
Flávia, que muitos outros projetos sejam colocados em prática, que o sucesso continue presente em sua vida e que a sensatez esteja sempre aflorada. Desejo, de coração, muita força. Tu sabes que pode contar comigo e com o nosso marido (risos) sempre.
Forte abraço!
Delano Queiroz
[...] No Personagem da Semana (sexta, 27/03), Flávia nos apresentou a história de seu triste (porém com “final feliz”) envolvimento com drogas. Releia aqui! [...]
Adorei a entrevista,mas vc ainda tem que se livra de outra droga o “[APAGADO PELO EDITOR]“
kkkkkkkkkkkkkkkk Fui censurada !!!Sou má,mas posso ser ainda pior rsrsrs….
Flavia realmente feliz por seu depoimento mostra a guerreira q és….. sucesso sempre e naum de credibilidade a quem for falar mal importe sempre com o q vc ker de melor pra vc….. PARABENS mesmo por sua autenticidade e coragem.
Abraço.
[...] artista que confidenciou ao ZONAMIX toda a sua luta para se livrar das drogas (leia aqui a matéria Personagem da Semana com Flávia Fontenelle), apresenta nesta sexta-feira (03/04) seu mais recente projeto de trabalho: “A Hora do [...]
[...] por um bom tempo, Dégli voltou aos palcos na sexta da semana anterior (03/04), ao lado de Flávia Fontenelle (”A Hora do [...]
[...] está de volta ao trabalho, mesmo que aos poucos. Próximo de nossa convivência, tem o caso de Flávia Fontenelle, livre de drogas há 7 meses. O caso foi exposto pelo ZONAMIX e teve uma fortíssima repercussão no mercado [...]
Gostaria de deixar aqui meus parabêns para Flávia Fontenelle, pela coragem e força de vontade de chegar em público e falar sobre esse fato acontecido na vida dela e que acontece diariamente na vida de várias pessoas, sejam elas anônimas ou não. Foi realmente um exemplo de carater e esse, Flávia, com certeza,apesar de sem luzes,brilhos,perucas e uma bela trilha sonora, foi seu mais belo espetáculo!!!!Bjo no coração e fica com Deus!
tenha vergonha na cara sua passiva drogada
ja somos tao rejeitados pela sociedade.
Conheço a Flavia a muito tempo desde o grupo GPAC,quando ela estudava no COLEGIO DEMOCRITO ROCHA da CNEC, mais nunca tive a oportunidade de falar com ela…Mais depois de ter lido essa entrevista fique fã dessa pessoa tão sincera e verdadeira…
Um dia vou falar com VC e perguntar se lembra desse tempo?
um GRANDE beijo e muuuuuuuitas FELICIDADES.
PS:Ângelo amigo do Markin?
Parabéns mesmoO Flávia!
Saiba que eu estou muitoo orgulhosa de vc…E digoo mais as pessoas não podem acreditar quando falamos que estamos sem usar por isso já era, mais eu acredito em você sim…
Passei por momentos difíceis e sei o quanto é dificil a chegar e expôr tudoO issoO de cara lipa, a realidade e seus pensamentos para todos aqui!
Saiba que eu eu era sua fã e filha “Eterna Pakitta”, agora te admiroO em dobro vc realmente é um exemplo de vida e de transformista minha amiga!
Bjooooos e mais uma vez parabens!!!
By Pakitta Kenn…rs!
Isso sim é um ato mais q favoravél a um mundo tao frio e q so os fortes sabem voltar me emociono pois tenho um irmao q vviveu ate uns meses atras nesse mundo e ele mesmo chegou a minh mae e pediu ajuda hoje ta com 3 meses numa clinica fazendo tratamento e pra mim e minha mae foi uma conquista e uma graça de DEUS parabens flavia isso não é vergonha nem algo q possa lhe apontarem mais sim uma coragem q nem todos tem parabens vc mostrou q o mundo das drogas é uma DROGA
O mentira grande,esse povo não se manca,quanta hipocresia!
olha o que esse talento fala eu concordo plenamente pois fui um dos que sempre estava com ele pra usarmos pois eu hoje tambem sei o que ele sente devido a vitoria de ter saido pois a droga nao nuda ninguem e sim agussa os sentimentos que temos presos e com o uso explodimos e parabens pelo seu blog flavia te adoro e te desejo tudso de bom bjus te adoro!!!!!
Querida,
mas uma vez você arrazou. Parabéns pela entrevista e pela história de vida e superação de Flávia Fontenelle. Desejos as duas sucesso. Diante dos obstáculos, só nos resta transformá-los em desafios e conquistas.
Parabéns!!!
PARABÉNS Flávia Fontenelle…vc simplesmente foi maravilhosa no momento em que vc compartilhou com todos os leitores o seu depoiemnto de vida, e mostrou que somos capazes de superar quando simplesmente decidimos querer. Simplesmente te ovaciono em pé…pois vc merece, não só isso, mas muito mais. Conheço o seu trabalho, conheço o seu talento e sei que vc é muito mais do que simplesmente uma carinha bonita de talento, vc é um(a) artista exemplar…parabéns!! E força, pois a vida é cheia de surpresas e saiba que as melhores companhias que podemos ter, são aqueles que chamamos e consideramos AMIGOS VERDADEIROS. A matéria (entrevista) está maravilhsoa, para ao editorial do ZonaMix, a coragem de Flávia. Simplesmente…PARABÉNS!!