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Festa “Os 7 Pecados Capitais 2009″ comprova o talento impecável de Monah Monteiro
Postado em (Social Night, T+U+D+O) por admin em 29-11-2009
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por João Paulo Magalhães (contato@zonamix.com.br)
imagens gentilmente cedidas por David Harry e Leonardo Bruno

O que esperar de uma festa que teve de mudar de local pouco mais de 24h antes de acontecer? Mais que isso, o que esperar mais de uma equipe senão organização, estrutura de mídia/marketing e coragem para anunciar às mais de 1.200 pessoas que adquiriram ingresso antecipado e, principalmente, aos outros milhares que o faria nas horas seguintes? Podia ter dado tudo errado. Mas não. Deu tudo certo porque a festa era promovida por Monah Monteiro (lê-se: Moná Monteiro).
A promoter que deve grande parte de seu prestígio às festas itinerantes (aqui em Fortaleza chamadas, simplesmente, de “festa-fora”) comprovou na noite deste 28 de novembro de 2009 que é capaz. Que é talentosa, o público cearense (e até quem é de fora e acompanha por aqui) já sabia. Mas uma face guerreira, bravamente guerreira foi exposta ontem. E da forma mais divertida possível: pecando.
Os 7 Pecados Capitais é, de longe, o selo mais conceituado de festas mix de Fortaleza. Foi a que inaugurou este ciclo (há outros como Ibiza e Halloween Salém, da própria Monah). O primeiro evento ocorreu em 2004, numa mansão na região da Washington Soares. Até o ano passado a festa já havia reunido mais de 10.000 pessoas. Esta edição, a sexta, reuniu mais de 2.000 pessoas. Sucesso absoluto.
Mas, o que faz o sucesso da Os 7 Pecados Capitais? Ainda aguardando na fila, observando o intenso movimento na entrada, conversamos sobre o assunto da mudança de local. Afinal, por que a festa continuava a ser sucesso mesmo com o local tendo sido mudado repentinamente, e para uma região diferente? “Por causa da credibilidade de Monah Monteiro“, assim resumiu Leandro, um frequentador de festas mix há mais de cinco anos.
Grande parte do sucesso marqueteiro da festa tem origem na transparência. A equipe não hesitou em informar ao público o real motivo do cancelamento: “Devido a sanções por parte da Promotoria Pública do Município de Eusébio e da Secretaria do Meio Ambiente, estamos mudando definitivamente o local do maior evento MIX do Norte/Nordeste. Segundo as autoridades, o som e a estrutura da festa podem incomodar o habitat da fauna natural que vive e depende da Lagoa da Precabura“, dizia o comunicado enviado, por e-mail, as 14:52h da sexta-feira. Exatamente 32 horas e 8 minutos antes do início da festa. Um show de transparência. Uma cartada de marketing só justificada e possível porque vinha de Monah Monteiro. Sempre ela, a equipe.
Quando tudo parecia um problema, quando clientes (com toda razão) reclamavam da mudança, quando estratégias eram obrigadas a ser refeitas, eis que o público resolve dar a sua resposta. E a versão do público foi clássica: a Os 7 Pecados Capitais tem um respeitável histórico de sucesso. A sexta edição, a versão de 2009 não podia ser diferente. Foi um a-r-r-a-s-o. Um sucesso. Impecável. Quer dizer, foi feita para pecar mesmo…
Quatro grandes atrações foram as responsáveis pela animação da tenda eletrônica principal: direto de São Paulo, os mega conhecidos DJs Tom Hopkins e Peron, acompanhados das mega cantoras Samara e Amannda. Os quatro, devo lembrar, são velhos conhecidos do público cearense porque já tocaram em festas da própria promoter. Além deles, os residentes da MEET se apresentaram: DJs Juh Veras, Harry e Gilvan Magno. A outra tenda recebeu as bandas Upload e Tropa de Choque e também os DJs Itaquê Figueiredo e Roberta Twiggy (RN)
Logo na entrada o público era recepcionado por atores que faziam performances diferenciadas. Um túnel feito com lycra, junto da iluminação, já dava a certeza de que aquele era, sim, uma festa inesquecível. O local, Clube da Petrobras, é gigantesco. Se não houvesse um público tão numeroso, talvez os foliões pudessem ter a falsa impressão de pouca gente. Nem isso aconteceu. A tenda eletrônica principal, claro, era a mais concorrida. Havia ambientes decorados bem ao estilo da festa.

As atrações foram assim divididas entre os 7 pecados capitais: SOBERBA (Amannda e DJ Peron, Samara e DJ Tom Hopkins, DJs Juh Veras, Harry e Gilvan Magno), IRA (bandas Upload e Tropa de Choque, DJs Itaquê Figueiredo e Roberta Twiggy), GULA (café-da-manhã às 7h), PREGUIÇA (massoterapeutas faziam massagens num espaço zen), AVAREZA (ingressos antecipados com descontos), LUXÚRIA (um grande labirinto escuro – Uuuuh!) e INVEJA (“que a inveja de não ir seja só da minoria”, brincaram).
A festa contou também com artistas fazendo performances teatrais, acompanhando o ritmo das músicas. Os bares, dois ao total, foram distribuídos de maneira a ficar mais próxima possível do público. Comissários vendiam fichas entre o público. Banheiros químicos foram espalhados pelo local. A organização do evento, sempre preocupada com o conforto, deixou disponível uma ambulância com serviço médico de urgência. Ao que se sabe, não houve necessidade de atendimento. O conforto também foi garantido na área externa, com a contratação de seguranças e carros do Ronda do Quarteirão passavam constantemente. Tudo, vale ressaltar, ocorreu na paz.
Os 7 Pecados Capitais é uma festa idealizada por Paula Roberta, sócia, que junto de Monah Monteiro (a pessoa) carrega nas costas quase oito anos de uma mega bem-sucedida carreira. Elas, além de toda a equipe de produtores, RP, gerentes, seguranças, barmen e amigos, são as responsáveis pela credibilidade de Monah Monteiro (a marca, para a qual na maioria das vezes eu me refiro).

Toda ideia negativa podia ser levada em consideração. A mudança de local foi péssima para a divulgação, mas não se revelou – nem de longe, muito de longe – algo que pudesse abalar a programação do evento. Talvez neste exato momento em que escrevo esta matéria, num começo de noite de domingo, a equipe da festa esteja reunida celebrando o sucesso do evento, fechando as contas e soltando felizes sorrisos de dever cumprido.
Podia ser só isso, mas tenho um palpite: pelo que conheço delas, a principal pauta da reunião vai ser justamente evitar que se passe por outra mudança de planos em cima do evento. Problemas acontecem, é verdade. Planos devem ser feitos com flexibilidade e a imediata troca de local (por um tão feliz quanto a primeira escolha – Lagoa da Precabura, em Aquiraz) mostra o verdadeiro comprometimento de Monah Monteiro, a equipe, em se empenhar naquilo que é sua marca: festa de sucesso. Impecavelmente de sucesso.

Quem esperava filas enormes se deparou com uma organização inédita. Os pedidos dos clientes foram atendidos e a boate (!!!) disponibilizou duas entradas: uma para compra de ingresso na hora, e a outra para quem já havia comprado o antecipado. O resultado foi o seguinte: calçada transitável e público contente. Lá dentro, ah lá dentro, a multidão tava, com todo o perdão da palavra, infernal. Bem do jeito de que todos gostam: bombando. Uh!
A noite, que era de celebração, cumpriu seu papel de levar diversão com (muita) qualidade e, diria mais, superou as expectativas. A tirar pela estrutura montada, com mesa de som, iluminação e camarote montados especialmente para o público conferir, com o máximo conforto possível, a apresentação de Preta. A parceria com a boate Music Box deu um ar classudo ao ambiente externo, onde se apresentaram os DJs residentes daquela casa.
Durante o show, no qual apresentou números bem diferentes e ecléticos (de Xuxa a Stefhany Crossfox, para citar dois exemplos clássicos),
respeita os gays, as lésbicas, os simpatizantes e os afins. Causou, a princípio, polêmica na imprensa mas a atitude acabou por torná-la representante da nova sociedade jovem brasileira: mais aberta às diferenças.

DJ Dönrika
Blogueiro cearense é condenado a pagar R$ 16 mil por comentário em blog
Desde o último dia 12 de novembro, o site da Polícia Federal brasileira recebe denúncias de cyber-crimes através de um formulário. É rápido, simples e fácil. Lá, o internauta poderá denunciar casos de pedofilia, genocídio e crimes que violam os direitos humanos. Basta acessar 

Equipamentos usados: 2x Pioneer CDJ 1000mk3 + 1x Pioneer DJM-800



Thalles Walker e Rômulo Lima, mestres do desenho gráfico.
Bebida + direção = acidente na certa
Residente do Ópera Pub & Café, o DJ Adrian Brasil é um dos principais nomes da nova geração de DJs cearenses. Com “Gente Colocada” ele mostra um pouquinho do talento. Para baixar, 

A revista espanhola Don Balón elegeu 
Com falência decretada em 1999, a 


AMC no Dragão do Mar
Tráfico e consumo de drogas
Set Juh Veras Novembro 2009
Lembra da 









Teatro cearense
Por que pouca gente vai fantasiada em festa a fantasia?
Uma das mais famosas e queridas cantoras do Brasil,
O que já era complicado, tornou-se insuportável. Falo do trânsito de uma específica quadra da rua Dragão do Mar, situada na região homônima, centro boêmio da capital cearense. Não eram apenas carros que paravam em fila tripla. A rua ficou intrafegável, pura e simplesmente, por conta da lotação. Era muita gente para um pequeno trecho. E você, claro, já começou a pensar em como estava a boate por dentro.
O que ficou subentendido é que nem os organizadores esperavam um público tão grande. Bem, podiam até esperar. “Eu podia fazer ideia da dimensão da festa porque duas semanas antes [do evento] meu telefone não parava [de tocar]“, diz Leco Lima, que completa: “Pegamos também um ótimo dia. Não tivemos concorrentes – Music Box e Meet fizeram halloween uma semana antes e a Divine fará uma semana depois. Como não tínhamos concorrentes, investimos forte“. A explicação do maior dos maiores promoters dá uma noção pública do poder da Donna Santa: 
Dentro do dance, uma das decorações mais bem-produzidas de uma festa mix em Fortaleza: “fantasmas” e “bruxas” caíam do teto. A iluminação, estrategicamente reduzida, ajudava a dar um ar sombrio. O palco foi decorado com uma tela preta, com destaque para o “lobisomem”. Tom sombrio.
O principal destaque do Halloween 2009 da Donna Santa foi a vinda, pela primeira vez a Fortaleza, do DJ e produtor mineiro Allan Natal (