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2 linhas – Edição 65 (27/01/2010): Divine, a mais antiga boate gls de Fortaleza, completa 10 anos. E tem muito a ensinar…
Postado em (2 linhas) por admin em 27-01-2010
Pergunte a alguns cearenses se eles frequentam a Divine. É possível que uma parte (ou uma grande parte) torça o nariz. Mais ainda, que alguns até entendam esta pergunta como uma ofensa. Na maioria dos casos, o comportamento pode ser pura hipocrisia. A Divine é a boate mix mais popular de Fortaleza. Os ingressos variam de 2 (sim, dois) reais a 7 (sim, sete) reais. É a casa que agrega, que congrega, que une e que recebe bem – e muito bem – a todos. E nesta semana, a título de curiosidade, a Divine completa 10 (sim, dez) anos. Este é o assunto do 2 linhas 65.

#Nesta sexta-feira, 29 de janeiro, Fortaleza celebrará os 10 anos da boate Divine. Tudo isso? Sim. A velha Divine de sempre…
A trajetória da Divine é bem curiosa. A boate reina absoluta entre o público que adora shows (até um mês atrás só existia ela)…
…e também é vítima de preconceito. Na verdade, muito preconceito. Há – e muita – gente que torce o nariz quando ouve o nome da boate
#Mas, se é vítima de tanto preconceito, por que já dura dez anos? Simples: porque tem qualidade. A Divine é a casa do povo. Acolhe a todos
Os que adoram a (imbecil) definição de público por letras do alfabeto, costumam dizer que a Divine é a mãe das classes D e E. Mas tem de tudo
#Há os trabalhadores braçais, mas há também os filhinhos de papai. Lá, não há divisão de classes. Lá, há união: são todos gays e ponto
É bastante comum nos depararmos com comentários maldosos, como “aquele pobre ali”. Isso, em outras boates. Na Divine, isso quase não existe
#Mas não é a união de públicos que fortifica a imagem da casa. Não, simplesmente. A imagem fortalece, mas as bases são sólidas
Explico. A Divine mantém quase a formação original por completo. Gerente, DJ, atrações… quase todos estavam na inauguração
#O DJ Elias Arrais é um deles. Ele se apresenta de sexta a domingo, todas as semanas, durante todos estes anos. E estava lá em 2000
Outro pilar de sustentação da Divine, o gerente Beto, é um dos “monstros” do mercado mix local. Reúne simpatia, ética e profissionalismo
Os proprietários da boate, dois, são avessos a badalações. Na verdade, são avessos a holofotes. Preferem trabalhar a aparecer. Justíssimos

#É impossível falar da Divine sem lembrar que, durante 7 anos, sua cara esteve na maquiagem de Lena Oxa. Uma era a outra E a outra era a uma
No 1º de abril de 2007, após terminar sua apresentação, Lena se despediu daquele palco. Demitiu-se. Parecia mentira, mas não era
Guardadas as devidas proporções, era como se Sílvio Santos anunciasse, logo após o seu programa, que ia sair do SBT. É por aí…
A forma foi ríspida. Ninguém sabia, somente os amigos mais próximos de Lena. A direção, pega de surpresa, se viu diante de um problemão
#A Divine, já naquela época, passava por um período bastante conturbado. Via seu público cada vez minguando mais. Os ganhos ficavam escassos
Naquele abril de 2007, tudo levava a crer que a Divine chegava ao fim. A estratégia de concentrar tudo na imagem de Lena Oxa furou – e feio
A gerência se viu diante de um dilema: quem substituiria? Na primeira semana, Adma Shiva foi chamada. E nos próximos dias? Meses? Anos?
Com uma mega visão de mercado, eles conseguiram enxergar que a boate não podia mais se confiar na figura de uma única artista, como fizera
Simples. Não havia ninguém com o carisma, o talento e o profissionalismo de Lena Oxa. Arrisco: hoje, três anos após, também não há
#Lena Oxa é uma artista diferenciada. É uma comunicadora completa, pronta. Hoje, vive de apresentações no interior, principalmente…
…fruto de sua visibilidade na TV Diário, onde apresenta um quadro GLS no programa Manias de Você (às quartas, por volta de 1:20h da manhã)
À Divine restava uma coisa: jogar as cartas em todas as artistas. Juntando todas daria uma Lena Oxa? Não. Mas chegava (e chegou) perto

#A rotatividade de apresentadoras foi o diferencial desta fase. Simples. A cada semana, uma drag/transformista/transexual apresenta a programação
O que elas fazem? A mesma coisa. Entram com show, brincam com a plateia, chamam outros shows, leem a programação e… beijos e tchau
Todas fazem isso? Sim, todas. Por quê? É uma fórmula que dá certo. Cada uma imprime seu jeito. E isso dá retorno
Satyne Haddukan, por exemplo, apresenta seu show, faz algumas brincadeiras, o público dá risada e ainda sai aplaudida. “Abalou, viado!”
Táblata Fitterman parece que leva vantagem em relação às inúmeras artistas que se apresentam naquele palco. Por que ela?
Não se pode deixar de visualizar a amizade que Táblata tem com Condessa Meirelle Blanche, também apresentadora e diretora artística da casa
Mas Táblata se torna diferente por seu talento. É caricatíssima, arranca risadas até dos mais sisudos clientes. Faz rir, e é disso que todo mundo gosta
#Ao celebrar 7 anos, a Divine tinha cara, corpo e cabelo. Hoje, aos 10, tem alma. Uma alma que faz rir e também chorar de emoção
A alma da Divine é uma junção: equipe técnica + direção + artistas + público super cativo. O resultado = sucesso aos 7, e + ainda aos 10 anos
#De longe, é fácil enxergar o quanto a boate acertou ao descentralizar o comando da casa. Juntou tudo, e tudo deu uma alma. Boa!
Difícil, contudo, é imaginar todas as dificuldades pelas quais passaram Celso, Delmar, Beto, Willame, DJ Elias Arrais e todo o staff
Conseguir se reinventar já é um feito. Unir talentos, agrupar super egos e manter o público cativo é mais que um feito. É quase um milagre
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#Uma curiosidade: sabe quem foi a apresentadora na primeira festa da Divine, em 2000? Foi Cinthya Citröen. Quem? É a da foto abaixo

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#Moara Monteiro, a irmã da Monah, criou o CORES. É um projeto social, bastante bonito na teoria, e que pretende levar a beneficência à prática
O projeto não tem dono ou dona. Surgiu das mentes de Ragner Queiroz, Moara Monteiro, Thalysson Jansen e Sabrina Ribeiro. Registro feito
Muito incipiente ainda, a primeira reunião contou com a colaboração de 17 pessoas que fixaram a data de início: 30 de janeiro, próximo sábado
Neste dia, um sopão será distribuído a cerca de 100 pessoas que “moram ao relento” no Parque das Crianças, no centro de Fortaleza
O objetivo, dizem, é “para que os integrantes se familiarizem com a causa”, para que eles(as) tenham “noção do que é trabalhar fazendo caridade”
Projeto bacana, né? Quem quiser colaborar pode se juntar à equipe, que está de portas abertas. Já são mais de 70 na comunidade no Orkut
#Ah! E por que o nome “cores”? “Simples, o projeto é feito por gays e lésbicas”, explica Moara. Os coloridos, em bom tom.

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#Passarinhos garantem: uma atração “de fora” não causou boa impressão na boate moderninha, a MEET. “Abusada demais”, disse alguém do staff
Há, em todas as boates, assuntos de bastidores como “fulano de tal é super simpático”, e também há os chamados “estrelas demais”
E este tipo de comportamento influencia um bocado na contratação de artistas. Depende, claro, do termômetro de sucesso da atração
“Estou cada vez mais convicta de que os verdadeiros PROFISSIONAIS são simples, não têm besteira com nada”, disse Andréa, gerente da MEET
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#Carnaval chegando, né? A programação mais tradicional de Fortaleza são os desfiles de maracatu na Av. Domingos Olímpio, no centro
A pergunta é: a Ibiza Club já estaria se programando para, eventualmente, funcionar durante o período momino? O público estaria na porta
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#A Donna Santa vive uma curiosa situação: dois grandes eventos, duas grandes programações, duas promoções diferentes, em dois dias seguidos
Sim. A festa de sexta-feira (29) é assinada por Marcos Paulo e Thalis Guerra. A de sábado, 30, por Leco Lima e Carol Feitosa. E daí?
Daí que há uma disputa (sadia, diga-se) nos dois dias. O público-alvo é o mesmo? Não exatamente, porque a DS tem um público bem variado
#Rafaella Manville e Hannah e Forró Amor Real se apresentam na sexta. No sábado, a atração é Eliane, “a rainha do forró”. Leco Lima no comando
Por telefone, Leco falou sobre a alegria em contar com a apresentação de Eliane: “há muito tempo esperava, e enfim surgiu a oportunidade”
#Anos atrás eu fiz uma pergunta a Leco: quem você gostaria de trazer a Fortaleza? Ele nem respirou: Eliane. Quem? “A rainha do forró”
Talvez ele demore a lembrar, mas as palavras de Leco nunca saíram de minha mente. A apresentação será, enfim, uma realização para ele
#E por que, mais acima, eu falei que o público-alvo não é necessariamente o mesmo? Explico. Manville e Hannah são atrações novas…
…Novas e “estouradas”, como dizem no mercado. O “estouro” a que se referem é o sucesso no momento. Rafaela dispensa apresentações
A festa de sábado, com Eliane, vai levar muita gente que gosta de forró, na primeira versão do forró, quando as letras de músicas ainda imperavam
O que o público pode esperar da Donna Santa na festa do mestre Leco Lima é forró das antigas, mas de qualidade. Boa pedida para os trintões
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O que os 10 anos da Divine têm a ensinar:
1. PROFISSIONALISMO. É clichê falar sobre isso? Pode até ser. Mas, afinal, a que exatamente eu me refiro quando escrevo profissionalismo? Aliás, PROFISSIONALISMO, em maiúsculo. Profissional é o indivíduo que segue as diretrizes do profissionalismo: muita dedicação, um pouco de talento, ética, que é fundamental, e tantos outros afins. O profissionalismo da Divine vem do respeito a artistas, aos clientes e, fundamentalmente, vem do respeito à organização. Todos têm um trabalho bem definido, e são cobrados por isso.
2. RESPEITO. Aos artistas e ao público. A Divine demonstra respeito aos artistas ao promover uma rotatividade de apresentações. Táblata Fitterman, tudo bem, é a que mais se promove lá dentro, mas não é única. Nem de longe sua imagem pode ser comparada a de Lena Oxa, em sete anos. Em dez anos uma coisa nunca mudou: pelo menos três artistas diferentes se apresentam semanalmente na boate. Com Lena ou sem Lena Oxa, a estratégia permanece. Desta forma, ela garante a rotatividade.

3. HORÁRIOS FIXOS. É o verdadeiro respeito ao público. Às sextas e sábados, a programação no palco começa às 2h da manhã. Aos domingos, um pouco mais cedo: 23h. Vale ressaltar: impreterivelmente. A artista pegou muito trânsito e chegou exatamente na hora? Não tem problema. Ela vai direto para o palco. É ou não é respeito ao público?
4. INVESTIMENTO EM ATRAÇÕES. Vale o registro: atrações locais. Trazer DJs de outros estados com pinta de galã ou de estrela? A Divine não faz isso. Pagar passagens, hospedagem, alimentação e bancar o cachê de um artista de outro estado? Sim, ela faz. Uma vez por ano, e quando faz. A Divine é a mais cearense das boates: investe no meio local. Em vez de pagar altos cachês para artistas de longe, prefere fracionar esta verba e distribuí-la aos talentos locais.
5. LIBERDADE. E não falo do dark-room, o quarto escuro onde acontece tudo o que você possa imaginar – e, mais ainda, o que sequer pode imaginar. A Divine dá liberdade ao público de sair da boate e retornar. Pagar uma nova entrada? Não. O sistema é super prático: quem passa pela porta da saída tem a opção de ser marcado por um carimbo fluorescente. Simples. Na saída, há uma luz negra: o carimbo “acende” na luz negra e o cliente retorna à boate. Paga o ingresso somente uma vez. Prático.
6. LOCALIZAÇÃO EXCELENTE. A Divine fica, praticamente, no coração do centro, há poucos metros de uma das principais avenidas de Fortaleza: a Duque de Caxias. Por ali passam ônibus a cada hora para qualquer lugar da cidade. É a farra do povo.
7. DIVERSIDADE. Há gente de todo tipo. Há pobres, mas também há os ricos. Nem que a riqueza não seja tão material; seja ela espiritual, de educação, até. Além do palco, onde se apresentam os principais artistas da terra, há o dance fervidíssimo e comandado pelo DJ Elias Arrais, o “rei da drag-music”. Há também uma parte aberta, chamada de “Le Quintal”. É um quintal propriamente dito, com uma coberta, caixas de som, algumas mesas, cadeiras e muita gente se divertindo. Lá dentro há ainda um dark-room e uma sala de vídeos (eróticos). Tem para todos os gostos.

8. PREÇOS ACESSÍVEIS. Pagar caro para dançar e ver um artista de quem você nunca ouviu falar? Isso pode acontecer em outras boates, mas na Divine não. A programação semanal começa às quartas-feiras, quando a casa abre para uma sessãozinha básica, de MPB: a entrada custa meros R$ 2,00. Sim, dois reais. Começa e termina cedinho, tá? Na sexta, o valor é um pouco mais elevado: cinco reais. O sábado tem o ingresso mais caro: sete reais. O domingão, famoso, tem entrada fixada em seis reais. Só não vai quem não quer…
9. HISTÓRIA. A Divine tem história. Mais do que isso, ela valoriza a sua história. O passado da boate também faz parte do presente, em forma de decoração. Nas paredes, quadros com as programações de diversos eventos, anos atrás, figuram e chamam atenção do público. É uma ótima oportunidade de mostrar que ali, sim, há muitas histórias para contar.
10. OBRIGAÇÕES FINANCEIRAS CUMPRIDAS. A boate, claro, não fala oficialmente sobre valores, mas o cachê da artista que comanda as apresentações fica em torno de R$ 300,00. É um bom valor, diga-se. São três apresentações: na sexta, a artista faz show solo. No sábado, apresenta o show de outro artista (transformistas, em geral). O domingo é reservado ao dia-faz-tudo: shows próprios e apresentações de mais artistas. Ao sair do palco, no domingo mesmo, o artista recebe o cachê e um educadíssimo cartão de agradecimentos da direção. A Divine tem crédito no mercado para dar e vender. Por isso dura tanto tempo, com fôlego para muito mais. Vida longa à Divine!
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Profissionais que cumprem com as obrigações. A semana é da Divine, mas a imagem que sobe é a dos profissionais justos, aqueles que cumprem com os contratos firmados e, mais do que isso, cumprem com as obrigações. Na verdade, cumprir um contrato não é mais do que uma obrigação. Seria básico se não estivéssemos em uma sociedade que, em muitos casos, tem valores invertidos: o esperto é aquele que burla as leis; e o babaca é aquele que cumpre as obrigações. A regra é clara e diz que não há sucesso sem empenho, dedicação, talento e profissionalismo. E são eles, os profissionais quem pagam em dia, as verdadeiras e únicas bases do mercado mix de Fortaleza.
Signus Disco Show. O que muito se pergunta entre os gays locais é: “você já conheceu a Signus?”. Muitos, claro, já foram. Alguns gostaram, outros nem tanto. A maioria, diz-se, ainda não conhece. “Nunca fui porque quase não ouço comentários sobre lá”, disse um importante militante de uma também importante organização não-governamental da região metropolitana de Fortaleza. A boate da Lena Oxa, que, esperava-se, viesse para fazer frente à Divine, até agora tem ficado às margens do mercado. E muito às margens. Há tempo para mudar.
Os foliões que pretendem passar o carnaval no Rio de Janeiro poderão receber uma latinha personalizada. A Antarctica, patrocinadora oficial do carnaval de rua da cidade maravilhosa, divulgou que levará às ruas mais de 8 milhões de latinhas de cerveja em clima de festa de Rei Momo.
Há dois anos ele deixou de ser apenas frequentador para ser protagonista de eventos mix em Fortaleza. Hoje, além de comandar a cabine da badalada boate Music Box, Thiago Costta também assina como promoter. “Exímio auto-ditata”, como descreve em seu release, Thiago é um dos principais nomes do mercado mix cearense. Para conferir um pouquinho da animação que o garoto leva às pistas, basta 

Olhe bem pro rapaz da foto ao lado. Fortão, né? Um gato. Ele se tornou, desde a última sexta-feira (22/01), o primeiro garoto de programa legalizado dos Estados Unidos. Isso mesmo.


Gente mal educada em festas
Integrante da nova geração de DJs do Ceará, Lucas Markis enviou para a nossa equipe o link do seu set de janeiro/2010. E tá bacanérrimo. Para baixar, 

Cearenses cada vez mais ligados nas redes sociais
E a privacidade, onde está?
DJ Dönrika – (JANEIRO/FEVEREIRO 2010) Where The Heaven Gives Birth To The Sun mix
Isso mesmo. O que era “inquebrável”, quebrou. Não é piada. É cômico, mas também é trágico.
O gatão aí ficou conhecido ao desfilar só de sunga em plena tela da TV Globo. E bem pertinho de nós: na Praia de Flecheiras, a oeste de Fortaleza. À QUEM, o gerente comercial da G falou: “Ele ficou com o corpo impecável, fez uma dieta e ganhou definição. Devemos assinar o contrato na próxima semana. Pensamos em fazer o ensaio no Rio ou Maresias”. Rafão, contudo, disse ter apoio da família, dos amigos e até da namorada, que conheceu durante o programa e com quem pretende se casar no final deste ano.
LET’S BEGIN





Dimmy Kier
Preconceito
Segundo Thalis Guerra, empresário que dará apoio ao evento, “o principal diferencial deste show será a estrutura”. Ele explica: “teremos um painel de LED gigantesco, 20 moving heads, cenário e um som para estremecer todo mundo”. A expectativa é grande também para a direção da boate: “esperamos muito tempo para conseguir este show. Tivemos a sorte de encontrar agenda livre para este mês”, informa Paulo Gurgel, sócio-proprietário da Donna Santa.
Já imaginou tirar um livro de um seio feminino? Ou um CD de um abdôme masculino, por exemplo. A dica de hoje vai para os que adoram sexo (não necessariamente o erotismo). O artista inglês Peter Rolfe, também apresentado como designer de móveis, apresenta uma linha para lá de diferente: móveis em forma de corpos masculino e feminino. E haja sensualidade!


