2 linhas – Edição 83 (19/04/2012): Bastidores da saída de Juh Veras da Meet; quem saiu ganhando com isso?
Postado em 20, abr de 2012 por admin em 2 linhas, Destaque
Para você que conheceu o ZONAMiX há pouco tempo, entre 2008 e 2010 eu mantive um projeto editorial, aqui mesmo no Blog da Redação, chamado de 2 linhas. Como você deve imaginar, são notícias escritas em duas linhas. O objetivo é facilitar a leitura porque eu entendo que você não tem tempo a perder, mas também não quer deixar de estar sempre bem informado. Dois anos após a publicação da última edição (leia aqui), eu espero voltar aqui com a mesma vontade de sempre: fazer uma edição melhor a cada semana. Vamos lá!
#Cinco. Depois do quatro, o cinco. Este é o número de festas open-bar que acontecerão em Fortaleza neste final de semana
Vamos contar: QUINTA (Level e Music Box); SEXTA (MEET); SÁBADO (MEET e Unique). E ainda tem cardápio clonado na Donna Santa, algumas bebidas em dobro na Level…
São programações bem variadas, é verdade. A mais completa ocorre na Unique, com vodka, cerveja e whisky liberados até as 3hs. O que se paga? R$ 30,00 até 1h da manhã
Duas pessoas me sugeriram esta pauta nesta semana: Lucas Markis, o deejay, e também um amigo, Izequiel Alves. Um profissional do mercado e um cliente. Eles são bons observadores
Para Izequiel, houve uma “invasão” de festas open-bar. “Gostaria que você falasse sobre o fato de essas promoções durarem poucas horas e só contemplarem algumas bebidas”.
Ele tem razão. A MEET é a boate que terá o cardápio mais variado: vodka, tequila, cerveja e whisky. Tudo de graça, mas até 2h da manhã. As demais seguem esta ideia
Isso é bom? É não, é ótimo. Bom mesmo é enxergar que o mercado é grande o suficiente não somente para lotar tais festas, mas para mostrar que há lucro
Lucro deve ser visto como algo positivo. Há uma corrente que adora dizer: “eles só visam o lucro”. Alguém aqui vive de close? Como garantir melhor estrutura vivendo de aparência?
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#Esta sexta-feira marca a 3ª semana da saída de Juh Veras da Meet Music & Lounge. Nem aparentemente as coisas terminaram bem. Repito: nem aparentemente
O público do ZONAMiX ficou sabendo antes mesmo da própria equipe. Quando a informação vazou, sexta (31/03), à noite, imediatamente eu procurei a deejay. Não confirmou, nem desmentiu
Juliana Veras tentou desconversar. Em poucos minutos estava no ar: “Bomba! DJ residente de uma grande boate de Fortaleza comunica saída; destino pode ser a concorrência“
Na ocasião eu optei por não publicar os referidos nomes. Foi uma estratégia: vai que a deejay desistia e eu ia ficar aqui, com cara de bobo… (isso acontece muito!)
Falácia. Palavra bonita, né? Mas seu sentido não é tão nobre. Falácia é aquele ato de falar, falar, falar… e não dizer nada (na prática). Tem uns que abusam disso, viu…
Voltando ao caso Juh-Meet. Segundo a própria deejay, não houve um aviso prévio. Ela simplesmente digitou no grupo da boate no Facebook…
…e se retirou de lá. Rapidinho. Muita gente ficou sem entender. “Acho que as meninas não esperavam que eu saísse mesmo”, confessou Juliana
Tem mais. Juh brincou: “tem muita gente que diz que isso foi como a saída do Gugu do SBT. Muita gente não acreditava e ele saiu mesmo”. Humilde…
Fato é que o Gugu saiu, o SBT tá aí e este assunto pouco nos importa. O que vale mesmo é a saída de Juh Veras da Meet que, no dia seguinte, foi anunciada na concorrência
Aí pesou, meu amigo. Aí pesou. Claro que não houve bate-boca, afinal são profissionais, mas ficou mágoa. Nem amigas no Facebook elas são agora

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#Em uma conversa informal, Juh deixou subentendido que estava, digamos, sendo “pouco aproveitada” na boate. Entra aí também a questão de ciúmes
Quem conhece os bastidores, repara que Diego Baez e Roberta Twiggy são uma espécie de deejays líderes na Meet. Não, isso não é ruim
Para uma equipe, é essencial que haja liderança abaixo da direção, sem jamais perder de vista a hierarquia. Isso está muito claro
Baez e Twiggy assumem a liderança porque têm espírito de líderes. E é isso, aliado ao talento artístico, que faz o sucesso deles
Diego e Roberta não têm medo de aparecer. Estão sempre na linha de frente, até quando há discussão entre concorrentes. Isso, repito, é bom
Bom para eles, bom para a boate e bom também para o público. Basta sair perguntando quem são os deejays preferidos do público da Meet: Baez e Twiggy lideram
Tal espírito de liderança, aliado à amizade com laços estreitos com Paula e Monah, acaba por levar um pouco de ciúmes à equipe. E isso é difícil de controlar
O deejay de melhor técnica, apontado pelo público da Meet, é, de longe, David Harry. Pesa contra ele a timidez, que é demais
O que tem de tímido, Harry tem de talentoso. É um cara de um caráter admirável, discreto profissional e pessoalmente. O genro que toda mãe pede
Do lado dele há o Ferrucio Alisson, lindo. Ele peca por usar pouco do marketing e em nada chega à eficiência midiática de Thiago Costta
Costta, que veio “da concorrência”, está na Meet desde julho do ano passado. Tem vida própria e sua imagem não está associada à da Meet

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#É bem provável que Monah e Paula realmente não esperassem a saída de Juh. Nas redes sociais, as empresárias dispararam mensagens sobre “traição”
É possível, embora pouco provável, que tais posts não fossem direcionados. Mas, você sabe… no Facebook a gente expressa também emoção
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#Para finalizar o assunto, quem sai ganhando com a saída de Juh? Na Meet, Baez e Twiggy ficam ainda mais, digamos, “poderosos” – no bom sentido mesmo
Depois deles, a Juh era uma espécie de “segunda via”, mas com porte de primeira. Era uma espécie de Gugu com o horário da manhã
Fora da Meet ganharam os anti-Meet. Seus concorrentes diretos, é claro: Level e Unique. Já é notório, em apenas duas semanas…
…que a Level soube tirar frutos desse acontecimento. Mas agora, me responda uma coisa: quem perde com isso? A resposta é você quem dá. Você, o tempo.
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POSTAGEM DA SEMANA:

NOTA: menos de uma semana depois, ele anuncia que a Proibida Produções estava fora da Level. “Colocaram a gente na parede”, ele disse ao ZONAMiX. Leia aqui.
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Mais 10 linhas:
10. Fechado há dois meses, prédio da Crystal Club está com placa de “vende-se”
9. Marcos Paulo MP passou todo o show de Márcia Freire no palco
8. Pautita Rans, drag-queen, foi destaque no sábado da DS com seu leque
7. O nome de Juh Veras já desapareceu do site da Meet. Ponto final
6. de maio é a data da inauguração do Boteco do Fasano. Ele garante
5. DJ Flávio Menzati deve ganhar ainda mais espaço no mercado
4. Anote aí: dia 5 de maio tem a festa de 6 anos do Music Box
3. “Era um dos meus sonhos tocar num aniversário do Box”, diz Victor Sá
2. Boate Metrópole, de Recife, comemora 10 anos neste final de semana
1. Narcisa Tamborindeguy, a própria, será atração sábado na Off Club (SSA)
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João Neto e Plácido Lima. Apesar de a dupla ter fechado uma porta, a da Level, a Proibida Produções deve ganhar bastante espaço na equipe da Meet Music & Lounge. Este pensamento, sozinho, não quer dizer nada. Se formos tirar o exemplo de profissionalismo e persistência no trabalho, bem digno da equipe de Monah e Paula, vamos ver que João e Plácido sairão fortalecidos. O mercado atual não comporta gente “em cima do muro”. Não que a parceria com a Level não seria vantajosa, provavelmente sim, mas com a Meet eles têm como garantia uma casa que já está no mercado há muito tempo, tem público-alvo definido e, mais do que isso, contam com o respeito de Paula Roberta e Monah Monteiro – sem isso, nada funciona lá.
Parte mal educada do público cearense. Quem conferiu o show mega bacana de Márcia Freire sábado passado na Donna Santa presenciou cenas que deviam ser evitadas. Em vários momentos do show, pessoas subiam ao palco, dançavam, agarravam a cantora… bom, ela levou na esportiva, abraçou, beijou e até tirou foto – mas estava visivelmente constrangida. O que mais admirou foi que havia seguranças em cada um dos lados do palco, que em nenhum momento agiram. Não se trata de constranger o cliente, mas o público deve lembrar que a cantora estava ali, trabalhando, e havia outras centenas de pessoas curtindo o som e a energia dela – mesmo que um pouco de longe. Dançar e se divertir, sim; subir ao palco, não.



SOBE: GRAB e Parada Gay de Fortaleza. Muitas são as críticas, poucas são as sugestões úteis. O fato é que o GRAB (Grupo de Resistência Asa Branca), com o jornalista e militante Francisco Pedrosa à frente, sempre sai da Parada Gay de Fortaleza com louvor. Situação justíssima. Além de todos os problemas enfrentados, como insegurança – diga-se, isso é responsabilidade do Estado -, todo o investimento é válido. Fortaleza tem, orgulhosamente, a terceira maior Parada Gay do Brasil. O GRAB ganha pontos com isso. E há alguém que não pode ser esquecido: Orlaneudo Lima. É este o nome.
DESCE: Profissionais têm, sim, de dar exemplos. Profissionais, não importa o ramo mas que trabalhem com público, são pessoas normais, certo? É lógico. Eles erram, tudo bem? Sim, são humanos. Alguns erros são admissíveis? Depende. É inadmissível que um profissional, de qualquer esfera, compactue e, pior ainda, também faça uso de substâncias ilícitas em seu próprio ambiente de trabalho. Isso é vergonhoso. Fica a esperança, cada vez mais utópica, de um mundo sem drogas.

SOBE: Discussão sobre português. Uma discussão legal tomou conta do quase monotemático 
SOBE: Dimmy Kieer na Parada Gay de Fortaleza. É uma boa atração? No geral, sim. Os intelectualoides podem afirmar que não e a discussão é esta: nunca todos estarão satisfeitos. Nunca. A questão é que o GRAB, por sugestão do mestre Leco Lima, confirmou agora a pouco a presença de Dimmy Kieer na Parada Gay de Fortaleza. Não deixa de ser uma boa. Entre Diana, Daniel Peixoto e Kátia Freitas, Dimmy – de longe – é a mais popular. Não é difícil imaginar que o trio oficial, o primeiro a desfilar, vai ser o mais disputado. “Beijos remixados”, como diria Dicésar.
DESCE: Jovens gays são a nova preocupação nas políticas anti-Aids. A notícia é mega preocupante. O Ministério da Saúde elegeu a faixa etária de gays entre 12 e 25 anos como o público-alvo da campanha anti-HIV neste ano. Pudera. Pesquisa recente do próprio Ministério da Saúde (

SOBE: Thalis Guerra. Ele começou a desenvolver trabalhos para o público mix na Donna Santa, dois anos atrás. Entre saídas e retornos à maior boate mix do Ceará, foi um dos principais responsáveis por levar bandas de forró conhecidas à principal vitrine do público mix cearense. Pouco mais de um mês após anunciar formalmente o seu desligamento da Donna Santa, Thalis inicia o Projeto MEGAMIX. A programação é voltada ao público mix na quinta-feira. O melhor de tudo é a localização, na Maraponga, um dos bairros mais populosos de Fortaleza. O destaque está na distância do centro boêmio e isso é mais uma prova de que os novos investimentos no mercado mix local devem ser concentrados em regiões inexploradas. A vantagem é pegar o público bem próximo de casa.
DESCE: Reclamações do público. É possível afirmar que Fortaleza tem uma noite mix bombada, com várias e ótimas opções de baladas. É também possível afirmar que grande parte do crescimento do nosso mercado vem da concorrência, e esta é estimulada pela procura e, também, pelas críticas do público. Agora, é impossível deixar de comentar: 
SOBE: Bebidas. E a bola da vez na campeonato mundial de quero-me-dar-bem na noite mix de Fortaleza é… aliás, são. São as bebidas. Praticamente todas as boates mix da capital cearense dão, em seu principal projeto, descontos na compra de bebidas. O Music Box, via Roger Vasconcelos, faz festa open-bar, com tudo liberado. A Donna Santa é famosa pelo cardápio clonado. Agora tem feito, quase todo dia de funcionamento, ingresso e cerveja clonados. A Meet, não achando pouco dobrar os pedidos, resolveu triplicar. Ou seja, na compra de uma cerveja, você ganha mais duas. E chama isso não de trio, mas de Projeto Hexa. As bebidas estão ganhando de goleada.
DESCE: Atrações na Parada Gay de Fortaleza. Ontem foi divulgado, via Central de Notícias do ZONAMIX, (

DESCE: Greve de motoristas e cobradores de ônibus. Todo trabalhador tem direito a reivindicar melhorias nas condições de trabalho e, claro, no salário. O que é extramente irritante é fazer de um protesto, um caos. É o que se tem visto nos últimos dias em Fortaleza. Motoristas e cobradores de ônibus querem 40% de reajuste salarial. Isso mesmo, quarenta por cento. Os empresários topam dar pouco mais de um décimo disso. O problema: verdadeiros vândalos têm impedido que alguns ônibus saiam das garagens e, desta forma, têm levado caos à cerca de 1 milhão de fortalezenses por dia. O trânsito na capital, que já era caótico, conseguiu ficar pior.


SOBE: Flávia Fontenelle. Não bastasse ser uma das mais conhecidas – e queridas – transformistas do Ceará, não bastasse ser “eterna” representante dos principais concursos de beleza gay do estado, não bastasse ser uma das artistas mais versáteis de nossa história, ela também tem evoluído – muito, muito – no palco, com o microfone em mãos. Flávia é um símbolo da luta contra as drogas (
DESCE: O bobo da noite. Foi de um constrangimento só presenciar uma cena não mais lamentável ainda porque já se sabia – e esperava – algo dele. Devidamente posicionado às margens da boate, e conferindo o show de uma grande atração, um empresário foi incomodado com um chega-para-lá: “Como é que vocês querem ser tudo isso se não têm vodka Absolut“. Aí você, como nós, pergunta: “Ahn?!”. Intrigante e constrangedor ainda mais foi o tom de voz: imperativo, vergonhoso. O autor do episódio foi um cidadão que já trabalhou em uma outra casa e conseguiu o fato de brigar com praticamente todo mundo do mercado. Ah, educadamente e visivelmente constrangido – mais do que nós -, o proprietário da boate sorriu. Minutos depois a vodka apareceu, sem qualquer necessidade de estupidez. E seguimos em frente…




SOBE: Festa open-bar. Foi um verdadeiro sucesso a festa realizada na última sexta-feira, no Music Box Club. Promovida por Roger Vasconcelos e Thiago Costta, que também assina como DJ, a iniciativa “reuniu muita gente legal”, como diz Vasconcelos. A dupla já confirmou que vai promover outros eventos assim. E quem ganha com isso? Sim, o velho clichê: nós!
DESCE: Como o público é mal educado! O assunto foi tema deste mesmo espaço poucas semanas atrás. Infelizmente retorna mais rápido do que imaginei. A festa do último sábado, na MEET, foi um verdadeiro show de empurrão, pisadas, copos ao chão e bebida derramada nos braços de quem nada tinha a ver com isso. A culpa é da boate? Não. Quem faz a festa é o público. É o público que não tem educação para frequentar eventos lotados. Nota 0.


SOBE: Sexta-feira. O último dia útil da semana, há algum tempo, vem sendo a bola da vez no mercado mix cearense. Sobre isso, já falamos várias vezes por aqui. A promessa para o futuro é que, além de ser a bola da vez, a sexta-feira receba cada vez mais investimentos. Dois anos atrás, a Meet focou, acertadamente, o público deste dia que tradicionalmente ficava em casa e lançou o Nice To Meet You, que a cada mês traz uma festa diferente às sextas. Agora é a vez da Donna Santa. É bem verdade que a maior boate mix do Ceará já tentou, várias vezes, abrir em um dia além do sábado. A diferença é que, com sucessivas lotações às sextas (vide Forró Real e Forró dos Plays, nas duas edições mais recentes), a boate parece estar mais preparada do que nunca. Thalis Guerra, com seus contatos com as bandas, e Marcos Paulo na promoção, podem e devem fazer o diferencial. E viva a sexta-feira!


SOBE: Estilistas do Ceará. Que bonito e gostoso é acessar o UOL, o maior portal de notícias em língua portuguesa, e se deparar com destaques na página inicial citando o profissional trabalho de amigos e conhecidos. Nesta semana, por conta do Dragão Fashion Brasil 2010, em Fortaleza, Iury Costa e os irmãos André e Rafaela Castro (Mar Del Castro) ganharam rasgantes elogios da mídia – sim, a especializada. Toda a sorte e todo sucesso a todos eles!
DESCE: Jogar fezes em gays? Quem disse isso? Um universitário? Da USP? O quê? O que esperar de alunos da Universidade de São Paulo, a USP, a mais prestigiada instituição de ensino superior do Brasil e uma das principais da América Latina? Eu arrisco: alunos geniais. Isso há, certamente, e de sobra. Na semana passada, nos deparamos com uma triste realidade: além dos gênios, há os intolerantes (quero ser bonzinho). “Alunos” da Faculdade de Farmácia iam premiar quem jogasse, nas palavras deles, “merda em viado” (assim mesmo, bem chulo). Certamente os próprios “autores” não o fariam, com risco de ficar sem cérebro.


SOBE: Roger Vasconcelos. Quem frequenta as festas mix de Fortaleza possivelmente já se esbarrou com ele: altão, saradão, de um lado para o outro, sempre conversando, rindo e se divertindo com os amigos. Roger Vasconcelos também foi indicado a “Figura da Noite”, numa eleição organizada por Thalles Walker, entre seus conhecidos e frequentadores da Meet Music & Lounge. Pois é, o fortão, altão, malhadão promete “incendiar” o mercado mix local. E garante que não haverá clichês…
DESCE: Violência no Dragão do Mar. Com informações do conceituado jornal Diário do Nordeste, a central de notícias do ZONAMIX replicou a informação (




SOBE: O forró é o ritmo do momento entre os gays. A música eletrônica é rotulada como música para gays. “É um dos únicos ritmos em que se dança sozinho“, pensavam assim aqueles que aproveitavam o agarrado para cantar as meninas. Até é verdade. Mas um ritmo que se dança a dois, e maravilhosamente gostoso ao corpo, o forró, tem invadido cada vez mais as festas de Fortaleza, em especial as da Donna Santa. E as expectativas, é claro, são as melhores possíveis. Em alta.
DESCE: Empurrões, cotoveladas, pisadas nos pés… como há gente mal educada! Uma festa lotada tem lá as suas garantias: com mais gente, o “cardápio” fica mais variado. E tem os seus contratempos também. Quanto mais gente num ambiente, maior a variedade de… homens e mulheres mal-educados. Chega a beirar a estupidez. Que bom seria se as pessoas conseguissem se divertir em paz e que, em vez de extrapolar alegrias de forma física (cutucando, empurrando e afins), extrapolassem em forma de alegria: pulando, dançando e, principalmente, sorrindo. Se for beber, não empurre ninguém. Se for para empurrar mesmo sem beber, fique em casa. E seja feliz!







SOBE: Shortinhos “Serginho BBB”. Sabe aquele shortinho imortalizado por Serginho, no Big Brother Brasil 10? Pois é, está em alta! É cada vez mais comum ver alguém (ou várias pessoas) usando a vestimenta em boates gays de Fortaleza. Como é de se esperar, alguns gays viram a cara para a novidade, mas são comuns os olhares quando um deles passa. A peça também pode ser entendida como uma atitude. Seja quem for, sinta-se feliz. É isso aí, bee.
DESCE: Alguém quer namorar aí? Calma, calma. A carência continua equilibrada, e as faculdades mentais do colunista continuam em ordem (ou quase isso). A discussão vem à tona através do 




SOBE: Aline Carvalho. Por qual motivo eu receberia uma ligação às 8:30h da manhã de um domingo? “João, a festa foi incrível. Às três da manhã, havia fila de gente pra entrar. Palavras de Paula Roberta [sócio-proprietária da boate]: ´Nem na inauguração havia tanta gente na Meet´“. Contagiantemente feliz, a alegria de Aline Carvalho vem em boa hora: a promoter estava há quase 4 meses longe de eventos. Voltou de forma tímida, é verdade, mas a grande quantidade de mulheres (seu público-alvo) na boate moderninha prova e comprova: a loira tem talento e é guerreira. Que venham outras!
DESCE: Ibiza Club. Não bastasse perder, na semana passada, um grande elo de credibilidade da boate com o mercado, a Ibiza Club tem – e, principalmente, agora – um grande obstáculo a ser enfrentado: é necessário repor um profissional, e com certa urgência, na assessoria de imprensa da nova boate. É necessário também rever – e corrigir, principalmente – estratégias que bloqueiam a boa imagem perante o mercado. É um grande desafio. Tempo ao tempo (e passa rápido!).