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Documentário mostra o que muitos desconfiam: homofóbicos podem ser gays enrustidos

Postado em 25, nov de 2010 por admin em Social Night, Vídeos

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Quase que diariamente têm chegado, via imprensa, casos de homofobia Brasil afora. Adolescentes são baleados após Parada Gay do Rio de Janeiro, jovens são agredidos por lâmpada fluorescente em plena Av. Paulista por grupo homofóbico, e nesta quinta (25) outro triste caso tem levado desânimo a quem imaginava que a homofobia estava diminuindo no Brasil. (leia notícia aqui)

Todos os crimes citados acima têm uma ligação em comum: a homofobia. O sufixo “-ismo” vem de medo, aversão. “Homo”, neste caso, vem de homossexualidade, ou seja, pessoas que sentem atração pelo mesmo sexo. Logo, homofobia é a aversão, repulsa, a homens que se sentem atraídos por homens e mulheres que se sentem atraídos por mulheres. Entram, aí, todas as suas variações.

Através do YouTube chegamos a um vídeo bem pertinente. É comum, entre os gays, comentários de que há algo de errado entre os homofóbicos. Como alguém pode se sentir tão tocado com uma simples (e sempre linda) demonstração de carinho? Por que há – tanta – gente que se sente agredida quando vê dois homens de mãos dadas? Apenas isso.

Em 4 minutos e meio, o vídeo mostra pesquisadores diante deste dilema. Em 1996, psicólogos da Universidade da Georgia (EUA) fizeram uma experiência para provar a ligação entre homofobia e homossexualidade enrustida. Foram selecionados 64 rapazes, todos heterossexuais, segundo eles, e de diferentes visões acerca da homossexualidade. Trancados em uma sala, eles foram expostos a cenas homoeróticas. O resultado é revelador: em maioria, os rapazes que se julgam homofóbicos se excitaram com as cenas de sexo entre dois homens. Não precisa escrever mais nada.

Saiu no EGO: dupla sertaneja cria música para Dourado. Acredite!

Postado em 16, mar de 2010 por admin em Destaque, Foi Uó!, momentaneaMENTE, Vídeos

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Aquele que disse que “homem hetero não pega Aids”, o mesmo que esbravejou que sairia no tapa com uma mulher, o homem que cospe no chão, que sai arrotando pela casa… aquele mesmo que vira um “defensor dos bons costumes” ao não admitir conversa sobre sexo na hora das refeições. Pois é, ele participa do principal reality show da TV brasileira, e você sabe quem é: Marcelo Dourado.

Que tem ele? Acabou de ganhar uma música. Mas pode chamar de “homenagem”. Entre aspas, porque eu me sentiria constrangido ao digitar sem. Saca só o nome: “Guerreiro Dourado“. Podemos cuspir juntos? Claro que não, né? Deixa isso pra ele…

Além de ser o franco favorito ao prêmio de R$ 1,5 milhão do programa, Dourado ganhou a companhia (e torcida) da dupla sertaneja Guto e Nando. Quem? Pois é, muito prazer! Os rapazes, que até não são de se jogar fora, gravaram a canção e a colocaram no YouTube. Foi o suficiente para bombar.

Segundo o EGO, a letra dá destaque ao fato de o “lutador estar participando pela segunda vez do reality show” e, na opinião dos músicos, merece elogio “a determinação de Dourado em tentar ganhar o programa”. Ainda ao site, Nando, um dos cantores, falou: “[na letra] Falávamos sobre a coragem dele em assumir que está jogando. Então, resolvemos fazer uma homenagem ao Dourado porque torcemos por ele”, disse Nando. Ai, ai!

Marta Suplicy: O que é isso, companheira?

Postado em 15, out de 2008 por admin em Foi Uó!, momentaneaMENTE, Política

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Foi um grande DESASTRE a tentativa de Marta Suplicy (PT) de atacar seu oponente, Gilberto Kassab (DEM). Ambos são candidatos à Prefeitura da maior cidade do país e travam um verdadeiro embate. No domingo passado (12/10), durante a propaganda eleitoral gratuita do PT, um locutor perguntava se o eleitor procurou saber se o candidato adversário, Gilberto Kassab, é casado e se tem filhos. Kassab não é casado, nem tem namorada ou filhos. Até aí, tudo bem.

O problema é que a peça ganhou ares de homofobia. Boatos e insinuações sobre a homossexualidade de Kassab (ontem, em Sabatina, ele disse um sonoro “não sou gay”) tomaram conta da cidade e, consequentemente, do país.

Os próprios assessores de Marta foram contra a campanha. Militantes divulgaram um documento em que condenam a propaganda. Nele, eles consideram o conteúdo do material “uma crítica moralista e preconceituosa” e que reafirma a “heteronormatividade” (a sociedade convencionou que todos têm de ser héteros).

A campanha vai totalmente contra a história de Marta como ativista, que sempre se utilizou de uma política em defesa e promoção dos direitos dos homossexuais. Questionado pela reportagem do jornal Folha de São Paulo, Kassab disse não ser gay, e riu da pergunta.

Em 2004, Fortaleza passou por uma situação parecida, quando o então candidato a prefeitura, Moroni Torgan (PFL atual DEM), questionou a orientação sexual da sua oponente e atual prefeita reeleita Luizianne Lins (PT). A polêmica surgiu em virtude de um projeto que Luizianne tinha de discutir “diversidade sexual” dentro das salas de aula das escolas municipais.

Já em São Paulo, 1ª Zona Eleitoral de São Paulo concedeu direito de resposta à campanha de Gilberto Kassab, sobre a propaganda de Marta Suplicy que questiona fatos da vida pessoal do prefeito. O pedido atende à representação da campanha do democrata que diz que a propaganda de Marta, já retirada do ar, comete ”injúria” ao questionar ”o caráter e a vida pessoal” do candidato do DEM. Kassab terá um minuto de direito de resposta e também proíbe a campanha de Marta de exibir a peça novamente. O que é isso, companheira?

Moroni quer afastar estigma de homofóbico

Postado em 05, ago de 2008 por admin em Política

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O candidato do DEM à Prefeitura de Fortaleza, Moroni Torgan, realizou no último sábado (02.08) uma feijoada com militantes do movimento gay de Fortaleza e divulgou foto ao lado de integrantes do grupo que posaram até de sunga.

Moroni e Luizianne Lins (PT), atual prefeita de Fortaleza estão tecnicamente empatados, segundo pesquisa do IBOPE/TV VERDES MARES, divulgada ontem (04/08). Ligeiramente na frente, o candidato do DEM tem 30% e a atual prefeita de Fortaleza tem 29% das intenções de voto.

:: Só lembrando…

Moroni Torgan é considerado homofóbico pela maioria da comunidade gay cearense. Em 2004, quando disputou o segundo turno das eleições com Luizianne Lins, a campanha de Moroni veiculou uma propaganda em que criticava duramente uma proposta da atual Prefeita, que visava o ensino de Diversidade Sexual nas escolas públicas do município.

O fato, que desagradou a entidades de defesa dos Direitos Humanos na capital cearense, é considerado um marco na campanha política da cidade e uma das principais causas da derrota do candidato, que na época era também Senador. Isso ainda vai dar o que falar né?

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