Monah Monteiro dispensa apresentações. É uma profissional brilhante, de carisma incrÃvel e de talento nato para receber bem e fazer com que todo mundo se sinta à vontade. Não vou falar sobre ela… já falei muito.
Pois bem. O principal destaque da noite foi a multidão que se aglomerou lá fora. É óbvio que todo mundo queria entrar logo, mas isso não foi possÃvel. Mesmo com três filas (lista da Proibida, lista da Meet e ingresso comprado na hora) as reclamações foram muitas e algumas pessoas chegaram a desistir de entrar.
Então, o que fizeram João Neto e Plácido Lima? Mesmo sem querer, os meninos da Proibida Produções trouxeram a Fortaleza um conceito básico, mas que esteve esquecido por muito tempo: o pedido de desculpas, em público. Em tom de nota de esclarecimentos, Plácido Lima usou seu perfil no Facebook para exibir uma imagem da fila e, logo abaixo, escreveu sobre os transtornos.
Outra boate que sofreu demais com a quantidade de público foi a Donna Santa, especialmente no domingo. A fila chegou a ser de mais de 100 metros. Um erro de Leco Lima, ao informar que os portões seriam abertos à s 19h, fez com que o público chegasse cedo demais – a boate só abriu à s 23 horas. O que houve? Muitas reclamações, reclamações e reclamações.
Em um esforço para mostrar independência frente ao mercado, João Neto e Plácido Lima, os chefões da Proibida Produções, fecharam com Paula Roberta a realização de uma festa neste sábado, 17 de março, na Meet Music & Lounge.
Juh Veras, Thiago Costta e Roberta Twiggy foram escalados para comandar o som da festa. Os três, para quem ainda não sabe, são residentes da Meet Music & Lounge – na teoria, concorrente da Donna Santa. Mas só na teoria mesmo, já que eles costumeiramente se apresentam nas festas do grupo DS, o que incluÃa a Boate Crystal Club.
Mesmo que contratualmente permitidos, a liberação de tocar em uma boate concorrente passa diretamente pela direção da Meet. E foi Paula Roberta quem confirmou: “Passa sim. Eles ligam imediatamente”. Portando, a festa tem o aval da boate.
A festa MEET.idos na Donna Santa, vista a grosso modo, não significa uma parceria mais ampla entre as duas boates. Embora lutando pelo mesmo público, o mix, Meet e Donna Santa são diferentes, bem diferentes, quando se vai observar mais especificamente o público-alvo.
A boate do Dragão do Mar investe muito mais em bandas, principalmente as de forró. Em parte, pela estrutura da própria casa, onde cabem 2 mil pessoas com folga. Já a boate da Varjota prioriza o trabalho dos deejays, tanto os locais – com seus seis residentes – e principalmente os de fora. Quase que semanalmente a Meet traz pelo menos um DJ com fama nacional.
Por telefone, Leco Lima deixou escapar que essa conversa entre as duas boates já vem acontecendo há algum tempo. “Temos projetos em comum para o futuro”, e dá uma dica: “não necessariamente com troca de DJs”. Não seria absurdo imaginar, por exemplo, que Donna Santa e Meet estejam juntas em um grande evento itinerante. Vamos esperar.
Há, como sabemos, o preconceito com o que vem de fora. Pura hipocrisia. Lorena Simpson e Filipe Guerra, por exemplo, hoje os maiores nomes da música eletrônica nacional, vieram de Manaus e Recife, respectivamente. Mas se você pegar algum panfleto, vai vê-los como artistas do… Rio de Janeiro. É assim que funciona.
Em uma festa realizada na noite da última terça-feira, 1º de novembro, todos os detalhes foram divulgados. Em contato com a redação do ZONAMiX (leia aqui), a empresária Paula Roberta já havia informado que a festa “7 Pecados” iria acontecer em duas barracas. Só não soltou, de jeito nenhum, quais seriam elas.
Em contato com a empresária Paula Roberta agora a pouco, o ZONAMiX conseguiu informações que vão aguçar ainda mais a curiosidade do público – pelas redes sociais, dezenas de pessoas expõem a curiosidade nos perfis da equipe da Meet. Mas nada, garante Paula, será vazado antes da festa desta terça-feira.
3. Ouvir, sempre, as propostas. Se você se interessa em fazer um investimento local e pensa em contatar Leco, jamais vai ouvir um “não” dele no primeiro contato. E dificilmente vai ouvir um “sim” sem respeitar os seus princÃpios.
5. Respeito a artistas. É lógico que há atrações que ele já confessou: “jamais trarei de volta”. Nenhuma delas vazou para o público, e muito menos a atitude foi desrespeitosa com a própria atração. Dimmy Kieer, para citar apenas um exemplo, vem a Fortaleza (para uma festa de Leco) com desconto no cachê que chega a 50%. Por quê? “Tenho um contato muito bom com ela”.
Corrigido: Ao contrário do informado anteriormente, Júlia Dantas, e não Aline Jordão, tocou dois dias seguidos em festas mix na semana passada (quinta no Ópera e sexta na SCHOCK Beach). O texto já foi corrigido. atualizado em 21/01/2010, às 12:30
Não se trata de uma cópia, sequer uma aspiração. Falo de ela se tornar mais uma atração onipresente. Em outras palavras, uma “atração-residente”
+++
#Quer mais um nome? É cada vez mais comum Aline Jordão tocar na Donna Santa, e em outros evento. Guarde o nome e espere…