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“Mãe sempre sabe?”. Autora relata experiências de pais com filhos gays
Postado em (Literatura CULT) por admin em 29-01-2009
Através de uma dica de uma leitora do CULTucando, no caso a Cinthia, resolvi ler a publicação “Mãe sempre sabe? Mitos e verdades sobre pais e seus filhos homossexuais” (Editora Record), da escritora e ativista Edith Modesto. A escritora é fundadora da ONG GPH – Grupo de Pais de Homossexuais (http://www.gph.org.br/). Edith também é autora do grande sucesso editorial “Vidas em Arco-Íris: Depoimentos Sobre a Homossexualidade“.
Modesto atualmente é professora universitária e doutora em Semiótica francesa pela Universidade de São Paulo (USP). Fundou, em 1997, o Grupo de Pais de Homossexuais (GPH), depois que descobriu que tem um filho homossexual e se sentiu ignorante sobre o assunto. Também faz parte do GPH e do Projeto Purpurina, que atua diretamente com jovens. A publicação conta com a colaboração do psicoterapeuta e colaborador voluntário Klecius Borges, e é baseado nos 10 anos de vivência da autora com pais e filhos.
No livro, algumas dúvidas recorrentes a quem ainda não não saiu do “ármario” são discutidas como: o que os pais devem fazer ao descobrir que seu filho ou filha é homossexual? Qual atitude tomar diante da novidade que, na grande maioria das vezes, chega à casa da família com a intensidade de uma bomba devastadora?
Outro aspecto que merece ser comentado é o fato de que, pela primeira vez, um autor aborda os sentimentos paternos em relação à homossexualidade dos filhos, dedicando um capítulo inteiro aos pais. Além disso, o caso das mulheres lésbicas que acabam tendo casamentos heterossexuais e não compreendem porque não são felizes sexualmente, até encontrar uma parceira, também é descrito com muita delicadeza.
Existe uma utilização de linguagem acadêmica, com relatório de pesquisas complicadas e citações teóricas. Mas, o melhor dele são as vivências da autora juntos aos seus vários anos de pesquisas de campo e documental, dividindo com o leitor as histórias e opiniões de pais e de seus filhos homossexuais de todas as idades, contadas por meio de depoimentos e entrevistas.
O livro é também uma valiosa leitura para os homossexuais, que poderão entender seus pais e ajudá-los neste processo, no qual amor e respeito são fundamentais, e uma obra indispensável a todos aqueles que, de uma forma ou de outra, foram tocados pessoal ou profissionalmente pelo tema da homossexualidade.
Serviço:
“Mãe sempre sabe? Mitos e verdades sobre pais e seus filhos homossexuais”
Editora: Record
Ano: 2008
Edição: 1
Número de páginas: 334
Preço médio: R$ 35,00
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Falando em Carnaval,
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Mariano, um dos músicos brasileiros mais celebrados e requisitados no mundo; Arthur Maia, considerado pela crítica especializada um dos melhores baixistas do mundo; 
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Já recebemos prêmios, elogios, mudanças muitas, mas na minha opinião 
começar pela fotografia, dando um ar de cinema, a minissérie fez com que o público se sentisse numa sala de exibição
Em sua composição para a personagem, Larissa mergulhou de cabeça no mundo “fossa”, com uma rotina bem puxada
televisiva, a TV abrandou demais a figura de Maysa
do filho, de autocensura ou de pegar leve com a memória de sua mãe. Mas é o roteiro [de Manoel Carlos, das novelas "Mulheres Apaixonadas" e "Páginas da Vida"] que é frouxo“, disse Lira em entrevista.

A sinopse narra a vida Linda Quinn, uma executiva de uma empresa de diamantes nos anos 60, vivida pela ainda jovial Demi Moore. Descontente, ela sente-se extremamente frustrada por não ter sucesso profissional na empesa pelo fato de ser mulher. Nesta década era raro que uma mulher tivesse algum cargo de poder em grandes empresas. Empenhada em conseguir crescer sempre mais, ela abriu mão de uma vida social em função de seu trabalho na maior vendedora de diamantes do mundo. Porém, chega um momento que a carreira dela fica estagnada, perdendo promoções para homens menos preparados.
Linda então firma um pacto com Mr. Hobbs (Michael Caine), um zelador amargurado, e juntos planejam o roubo audacioso na firma que os menosprezou. No começo Linda se nega a participar da ação, mas Hobbs revela que ouviu que ela será demitida em breve. Apesar de não acreditar muito nas previsões do funcionário, ela acaba descobrindo que ela não teria nenhuma chance de trabalho saindo da companhia. É quando Hobbs propõe a ela “Um Plano Brilhante” para roubar a London Diamond. Receosa com a proposta, Quinn recusa de imediato, mas temendo por um futuro incerto, ela acaba se unindo a ele.
“Um Plano Brilhante”
O filme segue durante todo o seu percurso com uma grande previsibilidade, com todos sabendo direitinho que é a conciliação a chave para a normalidade entre o casal. O roteiro, assinado por René Belmonte (“Entre Lençóis”), Adriana Falcão (“A Máquina”) e o novelista Euclydes Marinho, evita ir mais a fundo nas situações. Como, por exemplo, a cantada que Cláudio leva do professor de ginástica, ou mesmo o desconforto de um homem estar no corpo de uma mulher, ou vice-versa.
Neste mês de janeiro, o projeto EnCENAção do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura traz para o centro da cena a obra do poeta e dramaturgo Federico García Lorca, com a peça teatral 

Maysa cresceu nos anos 50, em uma família conservadora da alta sociedade. Estudou em um internato, onde ficava sujeita às rígidas regras impostas pelas freiras e sempre contestou os regulamentos. Classificada como rebelde, ela começou a se maquiar aos 13 anos e na adolescência causou polêmicas ao usar calças compridas e fumar na rua. Nesta época, cantava apenas em casa, nas diversas festas oferecidas pelos seus pais.
Seu casamento não durou muito e Maysa foi para a Europa para seguir com sua carreira. Lá, passou vários anos e viveu muitas paixões e voltou ao Brasil apenas na década de 70, quando seu sucesso aqui já era enorme. Morreu aos 40, em um acidente de carro na ponte Rio-Niterói.