ZONAMIX

LuPPa CULT: O casamento musical perfeito do duo “Lovers Electricâ€

Postado em 23, fev de 2012 por admin em Destaque, LuPPaCULT

0 comentário

Para quem disse que marido e mulher não dão boa música, o duo australiano “Lovers Electric†estão ai para provar que relacionamento e música são duas coisas quem literalmente “casam†muito bem! O duo, formado por David Turley e Eden Boucher, está na estrada desde 2006.

No início de 2007, eles excursionaram nos Estados Unidos, em locais como: Nova York, Los Angeles e Nashville. Depois da turnê nos Estados Unidos, eles fizeram algumas apresentações pela Europa, com grande sucesso. Em 2008, lançaram o primeiro álbum, o maravilhoso “Whatever You Want”, com a assinatura da Sony Music.

Já no primeiro CD, o duo ganhou elogios das principais revistas e sites especializados em música. Em agosto de 2011, veio o segundo álbum “Impossible Dreamsâ€, com uma pegada mais romântica, mas com grandes canções e sem esquecer dos hiffs e das batidas que são a “cara†deles.

Entre as características, posso destacar: a voz de Eden Boucher, que cabe muito bem nas músicas mais agitadas e nas românticas, e os arranjos que são feitos com grande diferenciação de uma canção para o outra. Para você que adora um bom eletropop, como eu, “Lovers Electric†é para escutar, não parar e se apaixonar. Você não vai se arrepender!

> Se jogue em “You got itâ€:

> Fique louco com “Honeyâ€:

> A romântica “Beating Like a Drumâ€:

> Voz e violão em “One in a Millionâ€:

Serviço:
CDs “Lovers Electric”

“Whatever You Want”
Lançado em 2008

1. Start Again
2. Honey
3. You Got It
4. Morning Sun
5. Won’t Give In
6. Is It Over?
9. Love Waits
10. Could This Be
11. Closer
12. Stay Awhile

 

 

*****

“Impossible Dreamsâ€
Lançado em 2011

1. Beating Like A Drum
2. One In A Million
3. Whenever
4. Love Can Save Us
5. Say Goodbye
6. Without You
7. Could This Be
8. Be Who We Are
9. Hearts Are Jaded
10. Our Love Is Lost
11. Keep The Fire Burning

 

 

 

> Mais informações de “Lovers Electric”:

Site: http://loverselectric.com/
Facebook: http://www.facebook.com/loverselectric
Twitter: https://twitter.com/#!/LoversElectric
Myspace: http://www.myspace.com/loverselectric

LuPPa CULT: antes de lançar CD, conheçam a cantora australiana Kimbra

Postado em 02, set de 2011 por admin em LuPPaCULT

0 comentário

Com apenas 20 anos, uma bela voz e muita criatividade a cantora australiana Kimbra surgiu em 2010 com seu single, “Settle Down”, que reclamava da vida de casada e ateava foto em bonecas com direito a passinho ensaiado. A música soou bem para os admiradores de Regina Spektor, com seu jazz moderno e estilo retrô.

>  ”Settle Down”

Em 2011 ela volta com mais um novo single: “Cameo Lover”, uma espécie de música-conquista para os amantes – totalmente oposto do primeiro single. Se na primeira música a moça trouxe a junção de sons orgânicos mais grandes vocais, neste aqui, ela repete a dose entre o pop e a afinação.

>  ”Cameo Lover”

Kimbra mistura diversos estilos para deixar bem claro a sua intenção: abrir os corações dos rapazes que “estão cegos” para fazerem tudo o que as garotas querem. Uma verdadeira brincadeira da conquista. A cantora deve lançar seu primeiro álbum muito em breve, mas o CULTucando traz antes para vocês antes. Vejam e se deliciem!

> “Miami Horror”

Mais informações:
Myspace: http://www.myspace.com/kimbramusic
Facebook: http://www.facebook.com/kimbramusic?v=app_178091127385
Twitter: http://twitter.com/#!/kimbramusic

LuPPa CULT: “Florence and the Machine†é uma das grandes bandas da nova geração

Postado em 28, ago de 2011 por admin em Destaque, LuPPaCULT

1 comentário

A galera mais indie deve conhecer com toda intimidade essa banda que vou apresentar hoje, mas para quem não conhece apresento a vocês no LuPPa CULT a Florence and the Machine.

O som da banda é uma combinação de vários gêneros, incluindo rock, indie, folk e soul.

The Machine (“a máquinaâ€) é o nome atribuído à banda de apoio de Florence, composta essencialmente de músicos instrumentistas, que variam dependendo das necessidades sonoras das performances realizadas.

Como muitas cantoras solo, Florence conta com um grupo de músicos permanentes para fazer parte dos seus shows. A lista de músicos inclui Robert Ackroyd (guitarra e voz de fundo), Chris Hayden (bateria e percurssão), Isabella Summers (teclado e voz de fundo), Mark Saunders (baixo) e Tom Monger (harpa).

O grupo sempre foi muito bem criticado e elogiado pela mídia em geral, particularmente pela BBC, que os ajudou na promoção ao incluí-los no “BBC Introducing”, uma marca da emissora para novos talentos musicais.

> “Dog Days Are Overâ€

Após a inclusão no selo, Florence and the Machine ganharam mais atenção e passaram a tocar em grandes festivais da Inglaterra, como os de Reading, Leeds e Glastonbury. O primeiro álbum da banda, “Lungsâ€, foi lançado no dia 6 de julho de 2009 e ficou no segundo lugar nos principais tops ingleses.

> “You’ve Got the Love”

Em 17 de Janeiro de 2010, Lungs chegou finalmente ao primeiro lugar tendo ficado como tal durante 28 semanas consecutivas. Nos Brit Awards 2010, Florence and the Machine ganharam o prêmio para melhor álbum Britânico.

> “Cosmic Loveâ€

Em agosto de 2011, a banda liberou a linda “What The Water Gave Me”, mais nova faixa de seu próximo álbum (ainda sem título). O nome do single surgiu de sua inspiração pela escritora Virginia Wolf e da artista mexicana Frida Kahlo e é meio que uma ode à água em todas as suas formas, segundo a vocalista. Pode esperar que boas coisas virão!

> “What The Water Gave Meâ€

 

Florence and the Machine
CD: Lungs
Lançamento: 2009

1. Dog Days Are Over
2. Rabbit Heart (Raise It Up)
3. I’m Not Calling You A Liar
4. Howl
5. Kiss With A Fist
6. Girl With One Eye
7. Drumming Song
8. Between Two Lungs
9. Cosmic Love
10. My Boy Builds Coffins
11. Hurricane Drunk
12. Blinding
13. You’ve Got The Love

Saiba mais informações:

Site oficial: http://florenceandthemachine.net/
Facebook: http://www.facebook.com/florenceandthemachine
Twitter: http://twitter.com/#!/flo_tweet

LuPPa CULT: as meninas da banda “Luscious Jackson†deixaram órfãos muitos fãs

Postado em 13, ago de 2011 por admin em Destaque, LuPPaCULT

0 comentário

Nesta nova postagem do LuPPa CULT, quero apresentar a vocês uma das minhas bandas favoritas, as “Luscious Jacksonâ€. Chamadas de “os Beastie Boys de saiasâ€, as meninas foram as primeiras protegidas do “trio bestialâ€, e debutantes no selo Grand Royal (dos próprios).

Jill Cunniff, Gabby Glaser, Vivian Trimble, Kate Schellenbach (ex-baterista da primeira formação dos BB), começaram em 1991 na agitada Nova Iorque, no momento em que o hip hop e o então chamado rock alternativo comandava o gosto do público jovem.

No ano de 92 elas lançaram o EP “In Search of Manyâ€, que acompanhada do single (e clipe) de “Daughters of Kaosâ€. Elas só iriam fazer barulho quase dois anos depois com “Natural Ingredientsâ€. “City Songâ€, “Deep Shagâ€e “Hereâ€(que faz parte da trilha do filme “Cluelessâ€, com Alicia Silverstone).

Já em 1996, o ápice da carreira delas, a produção da magnífica música “Naked Eyeâ€. Essa canção tornou-as famosas fora do eixo América do Norte – Europa.

Com o cansaço já batendo, e as turnês cada vez mais recorrentes, fizeram com que uma das integrantes (Vivian Trimble) pedisse para se retirar e tentar outros projetos.

Em 1999, mesmo sem Vivian, elas lançaram “Electric Honeyâ€, que foi bem nas paradas independentes e rendeu a dançante “Ladyfingersâ€, mostrando as moças menos duronas e mais doces. Pouco tempo depois, fomos informados que as velhas amigas não tocariam mais juntas. Tristeza para fãs no mundo inteiro, inclusive eu!

Quem não conhece precisa ver esses clipes que separei, e para quem viveu essa fase precisa voltar no tempo. Elas eram sinônimo de juventude, inteligência, qualidade vocal e rítmica.

“Naked Eyeâ€:

“Ladyfingersâ€

“Under Your Skinâ€

LuPPa CULT: conheça “Florrieâ€, a mais nova aposta da pop music mundial

Postado em 13, jul de 2011 por admin em Destaque, LuPPaCULT

1 comentário

Escrever o CULTucando, além de me proporcionar alegrias, me abre portas para que eu possa conhecer grandes nomes da cultura, recomendar e fazer com vocês uma grande rede de informação.

Por isso, o LuPPa CULT existe para que eu possa mostrar o que está acontecendo no mundo da música mundial. Nesta semana conheci mais uma grande promessa da pop music mundial, a cantora inglesa Florrie.

Florrie parece uma modelo, mas ela não é só um rostinho “bonitinhoâ€, já no seu primeiro EP, com seis músicas, mostra qualidade rítmica e vocal.

A cantora começou tocando bateria, e hoje vive de suas próprias músicas compostas (e às vezes) produzidas por ela mesma, fazendo pequenas turnês por alguns países do mundo. E foi descoberta por nós do CULTucando!

Com apenas 21 anos, ela ainda não assinou com nenhuma grande gravadora (por opção, pois já teve alguns convites), pois segundo a mesma quer maturar suas idéias para uma carreira mais sólida.

Ela aproveita toda a liberdade de ser um artista independente pra aprimorar seus dotes, experimentar novas sonoridades, trabalhar com diferentes produtores e compartilhar tudo isso na internet.

Seu EP está disponível pra download em seu site, e o CULTucando recomenda as seguintes canções: “ I Took a Little Somethingâ€, que dá vontade de sair dançando sem parar até de manhã , “Begging Me†e a estonteante “Experimenting with Rugsâ€, que estou escutando para escrever esse post. Sou sincero: eu gostei das seis músicas.

Segundo a imprensa especializada em música, seu segundo EP está a caminho, ainda para 2011. Vamos aguardar novidades, mas garanto que boas coisas virão!

Saiba mais informações de Florrie:

Site oficial: http://florrie.com/

Myspace: http://www.myspace.com/florriemusic

Facebook: http://www.facebook.com/florrie.music

Twitter: http://twitter.com/#!/florriemusic


Veja alguns clipes de Florrie:

> Begging Me

> Experimenting with Rugs

> I Took A Little Something

LuPPa CULT: conheça “Mastigando Humanosâ€, CD solo do ex-Montage Daniel Peixoto

Postado em 07, jul de 2011 por admin em Destaque, LuPPaCULT

2 comentários

Na minha opinião, um dos grandes nomes da música cearense, o representante da cena electro pop brasileira, Daniel Peixoto, lança seu primeiro disco solo. Uma miscelânea de eletrônica, tecnobrega e tropicalismos, o irreverente “Mastigando Humanosâ€.

Para quem não o conhece, Daniel, natural do Cariri (CE), se lançou na carreira artística como frontman do duo Montage, que além dele também era composto por Leco, responsável pelos bits e ritmos do extinto projeto de eletro.

Sua presença de palco e suas músicas chamaram a atenção da mídia e do público por conta de suas performances viscerais e de suas músicas: “Raio de fogo”, “I Trust my Dealer” e “Benflogin”, que viraram hinos da cena underground.

O Montage se tornou um fenômeno musical, mas em meados de 2009, foi anunciado que o duo deixaria de existir, e que Daniel seguiria sozinho. Daniel resolve ficar em São Paulo e batalhar pela sua carreira e conseguiu produzir algo especial e eclético. Uma linha Caetano Veloso com seu tropicalismo de antigamente com a tecnologia a seu favor.

Em seu primeiro lançamento solo, “Mastigando Humanosâ€, o cearense se mostra ainda mais provocante, tropical e apaixonado pelo tecnobrega do Pará. O selo paulista Fora do Eixo abraçou a aproximação com as influências populares e a ousadia de Daniel e tomou frente de todas as etapas de lançamento do novo trabalho.

Em abril deste ano, o CD teve seu lançamento com um show no Sesc Pompeia, em São Paulo. Com shows que fez em Paris e Berlim, ainda na época do Montage, Daniel Peixoto garantiu o lançamento mundial de “Mastigando Humanosâ€, pelo selo Abtjour Records, no próximo dia 18 de julho. A distribuição vai ser feita pela Pias Records, que também cuida de artistas como Adele, Radiohead e Massive Attack.

“Mastigando Humanos”, além dos novos estilos musicais, o álbum tem uma série de participações. Entre elas Las Bibas From Vizcaya e No Porn. Sem contar um backing vocal da cantora e atriz Thalma de Freitas. Para Daniel Peixoto o céu é o limite, e ele merece por seu conteúdo vocal e artístico.

Saiba mais sobre Daniel Peixoto:
Site: www.danipeixoto.tnb.art.br
Myspace: http://www.myspace.com/danipeixoto
Twitter: http://twitter.com/#!/danipeixoto
Facebook: http://pt-br.facebook.com/danielpeixoto

LuPPa CULT: o rock charmoso do “The Raveonettesâ€, diretamente da Dinamarca

Postado em 15, jun de 2011 por admin em Destaque, LuPPaCULT

1 comentário

Como resolvi abrir meu baú de músicas e bandas que realmente acho que possui qualidade em seus trabalhos, nesta quarta (15.06), quero apresentar a vocês, em mais uma postagem do LuPPa CULT, o duo dinamarquês “The Raveonettesâ€.

O duo é formado por Sune Rose Wagner (guitarra, vocais) e a sexy e de voz doce Sharin Foo (baixo e vocais).

Sua música é caracterizada por harmonias vocais sobrepostas, somado a guitarras elétricas com doses propositais de ruídos. A dupla se encontrou em Copenhagen e, depois da formação da banda, começaram gravando o EP “Whip It Onâ€.

Oficialmente a banda foi descoberta pelo editor da revista Rolling Stone, David Fricke que a viu em um festival de música e os ofereceu para as grandes gravadoras.

“Attack Of The Ghost Riders”

“Chain Gang of Love”, o primeiro álbum de longa duração da banda, foi produzido por Richard Gottehrer e gravado na Dinamarca e em Nova Iorque, entre outubro e dezembro de 2002, e misturado em Londres no início de 2003. As treze músicas foram quase todas escritas por Sune Rose Wagner.

“Love in a Trashcan”

Já em “Pretty in Black”, o álbum seguinte, trouxe uma nova musicalidade à banda, graças às vozes de Ronnie Spector, Maureen Tucker (ex-baterista dos Velvet Underground) e Martin Rev (ex-Suicide). Este é o primeiro álbum em que Sharin Foo não toca baixo. No final de 2005, o guitarrista Manoj Ramdas deixa a banda para se concentrar no seu novo projeto.

“Heart Of Stone”

Em 2006, a revista Blender nomeou Sharin Foo como uma das mulheres mais sexy, comparada as musas Courtney Love, Joan Jett e Liz Phair. O terceiro álbum dos Raveonettes, “Lust Lust Lust”, é lançado em novembro de 2007. O álbum recebe várias críticas positivas.

“Aly, Walk With Me”

Em 2008, Sune Rose Wagner lança um álbum a solo, intitulado simplesmente “Sune Rose Wagner”. Todas as músicas são cantadas na sua língua materna: o dinamarquês. “In and Out of Control” é o quarto álbum, lançado em outubro de 2009. O álbum é co-escrito e produzido por Thomas Troelsen. Em abril de 2011 a banda lançou “Raven in the Grave”.

“Last Dance”

“The Raveonettes” é uma das poucas bandas que conheço no cenário do entretenimento mundial que consegue aliar ótimos arranjos, beleza rítmica e vocal. Vale a pena conhecer um pouco da criatividade da dupla, que já esteve duas vezes no Brasil. A segunda foi no ano passado, em São Paulo.

Ãlbuns:

Whip It On (2002)

Chain Gang Of Love (2003)

Pretty In Black (2005)

Lust, Lust, Lust (2007)

In and Out of Control (2009)

Raven in the Grave (2011)

Mais informações:

Site: http://www.theraveonettes.com

Facebook: http://www.facebook.com/theraveonettes?v=box_3

Twitter: http://twitter.com/#!/theraveonettes

Myspace: http://www.myspace.com/theraveonettes

LuPPa CULT: conheça “A Banda Mais Bonita da Cidade†que é o novo hit da net

Postado em 05, jun de 2011 por admin em Destaque, LuPPaCULT

0 comentário

No mês de maio, a grande febre das redes sociais foi o clipe da banda de Curitiba (PR), “A Banda Mais Bonita da Cidadeâ€. O material virou hit com uma ideia de clipe simples, fofa e bem executada.

Durante a gravação, eles reuniram 16 músicos em uma casa para rodar, em plano-sequência, o vídeo da tranquila canção “Oraçãoâ€, que tem uma letra simples, mas que fala muito.

Em seis minutos, o cantor e compositor Leo Fressato é filmado em tempo real passeando pelos cômodos da casa com um microfone. Pelo caminho, vai encontrando músicos que o acompanham com diversos instrumentos.

A banda original é formada por Uyara Torrente (voz), Vinícius Nisi (violão, teclado e piano infantil), Rodrigo Lemos (ukulele e guitarra), Diego Plaça (violão e baixo) e Luís Bourscheidt (percussão e bateria), e ainda não tem trabalho fonográfico lançado, mas fãs eles já tem. Um deles sou eu!

Veja a linda “Oraçãoâ€

“Se eu corroâ€:

Mais informações sobre a banda:

Myspace: http://www.myspace.com/abandamaisbonitadacidade

Facebook: http://www.facebook.com/abandamaisbonitadacidade

Twitter: http://twitter.com/#!/bandamaisbonita

LuPPa CULT: o indie rock americano da banda “Yeah, Yeah, Yeahsâ€

Postado em 02, jun de 2011 por admin em Destaque, LuPPaCULT

0 comentário

Essa semana, o LuPPa CULT vai trazer para vocês uma banda que gosto já faz tempo, mas garanto que boa parte das pessoas que curtem o CULTucando ainda não conhecem, falo da “Yeah, Yeah, Yeahsâ€.

A banda de indie rock formada em Nova Iorque (EUA) é composta pela vocalista Karen O, o guitarrista Nick Zinner e na bateria Brian Chase. Sua música é uma mistura de elementos retrô com guitarras ao estilo punk rock. A partir de 2006, passaram a contar com um segundo guitarrista, Imaad Wasif, para as turnês.

Os dois primeiros a formar o grupo, Karen O e Nicolas Zinner, antes faziam parte da banda “Unitard”, e em 2000 mudaram o nome para o atual após a entrada de Brian Chase. Em 2003, a banda lançou o primeiro álbum, “Fever to Tellâ€, que recebeu críticas bastante positivas e que vendeu mais de 750 mil cópias internacionalmente.

O terceiro single do material, “Maps”, teve bastante aparição em rádios de rock alternativo. O videoclipe de “Y Control” foi dirigido pelo aclamado diretor Spike Jonze, que inclusive envolveu-se com a vocalista Karen O.

Veja “Gold Lionâ€:

No ano seguinte, a banda lançou seu primeiro DVD, “Tell Me What Rockers to Swallowâ€, que inclui um concerto no The Fillmore em San Francisco, todos os videoclipes da banda até então e diversas entrevistas.

A infância perdida de “Y Controlâ€:

Seguido de muita expectativa, o segundo CD “Show Your Bones†foi lançado em março de 2006. Esse segundo álbum, mais trabalhado, mostra a banda mais madura. Ele se mostra bem diferente dos discos anteriores e também recebeu críticas muito positivas. Na turnê desse CD, em outubro de 2006, eles fizeram dezenas de shows, três deles sendo no Brasil: nas cidades Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba.

“Skeletonsâ€:

Já em 2009, a banda lançou seu último CD, o “It’s Blitz!â€. O álbum é produzido em conjunto por Dave Sitek, dos TV On The Radio, e Nick Launay, que já trabalhou com bandas como Nick Cave, Silverchair ou Supergrass. Um dos grandes singles do material é a música “Zeroâ€.

Veja  “Zero†ao vivo:

O “Yeah, Yeah, Yeahs†mostra ultrapassada a história que vocal feminino não pode ser visceral, pois Karen O mostra vivacidade e muita criatividade em suas canções e apresentações. Vale a pena conferir!

Cds “Yeah, Yeah, Yeahsâ€

CD1 – Fever To Tell

1. Rich * 2. Date With the Night * 3. Man * 4. Tick * 5. Black Tongue * 6. Pin * 7. Cold Light * 8. No No No * 9. Maps * 10. Y Control * 11. Modern Romance.

 

 

 

 

CD2 – Show Your Bones

1. Gold Lion * 2. Way OutFancy * 3. Phenomena * 4. Honeybear * 5. Cheated Hearts * 6. Dudley * 7. Mysteries * 8. Sweets, The * 9. Warrior * 10. Turn Into.

 

 

 

 

CD3 – It´s Blitz

1. Zero * 2. Heads Will Roll * 3. Soft Shock * 4. Skeletons * 5. Dull Life * 6. Shame And Fortune * 7. Runaway * 8. Dragon Queen * 9. Hysteric * 10. Little Shadow.

 

 

 

 

Site: http://www.yeahyeahyeahs.com/

Twitter: http://twitter.com/#!/YYYS

Facebook: http://www.facebook.com/yeahyeahyeahs

Myspace: http://www.myspace.com/yeahyeahyeahs

LuPPa CULT: a australiana Gabriella Cilmi merece ser ouvida e vista

Postado em 11, mai de 2011 por admin em Destaque, LuPPaCULT

0 comentário

A música pop traz sempre para o cenário do entretenimento atrações maravilhosas, grandes vozes e revelações de tirar o fôlego, e a australiana Gabriella Cilmi é uma delas. A cantora nasceu em Melbourne (Austrália), é descendente direta de italianos e atualmente vive com seus pais, Paula e Joe, que são naturais da província de Calábria, no sul da Itália.

Vejam a linda “Sweet About Meâ€:

Em seus primeiros anos, a pequena Cilmi revelou seu interesse pela música de variados estilos, entre elas artistas como: Nina Simone, Led Zeppelin, Janis Joplin, The Sweet, T.Rex e Cat Stevens. Apesar da sua aptidão natural para música e seu talento vocal, ela disse que faltou disciplina necessária para seguir uma carreira musical neste período. Já na adolescência, Gabriella cantou com uma banda que fazia covers de Led Zeppelin.

No ano de 2004, chamou atenção de um executivo da gravadora Warner Music, Michael Parisi, enquanto se apresentava no Lygon Street Festa, um festival da comunidade de Melbourne, cantando “Jumping Jack Flash”, dos Rolling Stones. Ainda menor de idade, com 13 anos, Gabriella viajou para os Estados Unidos e depois para o Reino Unido, e foi lá que propuseram um negócio maior que o dos Estados Unidos. Ela assinou um contrato com a Island Records.

Em 2008, lançou seu primeiro álbum “Lessons To Be Learnedâ€, que foi escrito e gravado pelo famoso grupo de produtores Xenomania e lançado em 31 de março no Reino Unido.  Na época, por causa da voz, foi comparada com as cantoras Amy Winehouse, Anastacia e Macy Gray. O estouro do CD, o single “Sweet About Me”, estreou no número 68 no UK Singles Chart, e foi tema da novela da TV Globo“A Favoritaâ€, de 2008.

A folk “Sanctuaryâ€:

Já em 22 de Março de 2010 , a Cilmi lançou seu segundo disco de estúdio “Tenâ€. O álbum teve como single de estréia “On A Missionâ€, e marcou como um retrocesso à década de 80. O primeiro single do álbum, lançado 8 de Março de 2010 no Reino Unido, é acompanhado por um vídeo que homenageia Barbarella. Do CD, posso destacar as músicas “Hearts Don´t Lieâ€, um dance com toques saudosistas e a “chiclete†que não paro de ouvir “Love Me Cos You Want Youâ€.

A Cilmi Barbarella em “On A Missionâ€:

Com uma carreira ainda pouco conhecida do grande público, Gabriella Cilmi consegue galgar os degraus do sucesso aos poucos, pois sua meta será atingida. Ela tem como grande trunfo para seu público uma voz maravilhosa aliada a uma beleza digna das grandes top models. Quer dizer, Gabriella, seu sobrenome é beleza. Quando paro para escrever sobre determinado artista é por que realmente vale a pena!

Para finalizar “Hearts Don’t Lieâ€:

CDs de Gabriella Cilmi

1º CD –“ Lessons to Be Learnedâ€

1.”Save the Lies”
2.”Sweet About Me”
3.”Sanctuary
4.”Einstein”
5.”Got No Place to Goâ€
6.”Don’t Wanna Go to Bed Now”
7.”Messy”
8.”Awkward Game”
9.”Safer”
10.”Cigarettes and Lies”
11.”Terrifying”
12.”Sit in the Blues”

2º CD – “Tenâ€

1. “On a Mission”
2. “Hearts Don’t Lie”
3. “What If You Knew”
4. “Love Me Cos You Want To”
5. “Defender”
6. “Robots”
7. “Superhot”
8. “Boys”
9. “Invisible Girl”
10. “Glue”
11. “Let Me Know”
12. “Superman”

Para saber mais sobre Gabriella Cilmi:
Site oficial
: http://www.gabriellacilmi.com/
Facebook: http://www.facebook.com/gabriellacilmiofficial?sk=app_19935916616
Twitter: http://twitter.com/#!/gabcilmi
Myspace: http://www.myspace.com/gabriellacilmi

LuPPaCULT: Tulipa Ruiz tem nome de flor, mas seu perfume é exalado vocalmente

Postado em 27, abr de 2011 por admin em Destaque, LuPPaCULT

0 comentário

Nesta semana, o CULTucando volta com seu LuPPa CULT para apresentar uma pérola da música brasileira, a paulistana Tulipa Ruiz, que tem nome de flor, mas o que exala simplicidade e beleza é sua voz maravilhosa e sempre afinada.

Tulipa nasceu em Santos (SP) e morou até os três anos de idade em São Paulo. Após a separação dos pais, mudou-se para São Lourenço, MG. Seu pai, Luiz Chagas, é jornalista e músico do Isca de Polícia, banda que acompanhava o ícone da música nacional Itamar Assunção.

Tulipa Ruiz com a linda “Efêmeraâ€:

Antes de partir para uma carreira solitária, Tulipa participou de várias bandas e projetos até que em um show do Pochete Set, o jornalista Ronaldo Evangelista gostou do que viu e convidou a cantora para fazer uma apresentação solo, daí então ela não parou mais e quem ganhou fomos nós.

No hit “As Vezesâ€:

Por volta do final de 2008, Tulipa resolveu deixar a área de comunicação, na qual atuava, e ficou três meses compondo com o irmão e ilustrando. Já em 2009 foi convidada para o Festival da Trama, no Teatro Oficina, em São Paulo, com grande repercussão no meio musical. Entre seus fãs assumidos, além de mim (olha o meu abuso!) está o produtor musical Nelson Motta, descobridor de nomes como Marisa Monte dentre outros.

CD “Efêmeraâ€

Em maio de 2010, chegou às lojas o primeiro trabalho fonográfico de Tulipa, “Efêmeraâ€, e  rapidamente conquistou a crítica e o público. Com canções sutis e poeticamente diretas, cheias de arranjos simples e melodias doces e circulares embaladas pela voz única da anti-diva – pois ela não gosta do título, sempre dado às cantoras brasileiras.

A deliciosa “Brocal Douradoâ€:

O disco, além de ter composições simples, porém de letras deliciosas, tem a presença de grandes músicos que ajudam bastante para que os arranjos sejam certeiros e precisos. Já na primeira canção, a faixa-título “Efêmera†começa com toques retrô de musical havaiano e agrada de primeira e pode ser vista como uma declaração de princípios.

Entre os destaques do material, podemos citar “Pedrinhoâ€, “Brocal Douradoâ€, e a candidata a hit do verão, “Às Vezesâ€. O CD “Efêmera†é uma estreia sólida para uma artista completa. Alguém que pode conquistar um público grande sem recorrer a obviedades.

O romantismo de Tulipa em “Só Sei Dançar com Vocêâ€:

Tive o prazer de assistir o show de Tulipa Ruiz no Abril Pro Rock, evento de música alternativa em Recife (PE), em abril deste ano e posso dizer a vocês que o CD é bom mas sua presença de palco é algo espetacular, só ela e mais nada. Não é preciso de grandes cenografias ou figurinos majestosos, pois sua voz já ilumina tudo e não sobra espaço para nada. Uma artista que o país precisa conhecer e CULTuar!

Mais informações sobre Tulipa Ruiz:
Myspace: http://www.myspace.com/tuliparuiz
Blog: http://tuliparuiz.blogspot.com
Twitter: http://twitter.com/#!/tuliparuiz
Facebook: http://www.facebook.com/group.php?gid=190785150433

Serviço:
CD “Efêmeraâ€

Faixas:
1. Efêmera
2. Pontual
3. Do Amor
4. Pedrinho
5. A Ordem Das Arvores
6. Sushi
7. Brocal Dourado
8. Aqui
9. As Vezes
10. Da Menina
11. So Sei Dançar Com Você

LuPPaCULT: vamos fechar o ano de 2010 com o som de qualidade do duo “Hurtsâ€

Postado em 31, dez de 2010 por admin em Destaque, LuPPaCULT

0 comentário

Você sabe que eu adoro apresentar novos grupos para vocês. Pois bem, para fechar 2010 com “chave de ouroâ€, quero fazer as honras do grupo de britpop “Hurtsâ€. O dueto britânico é natural de Manchester e é composto pelo vocalista Theo Hutchcraft e o synth player Adam Anderson.

No início de 2010, eles lançaram oficialmente o single de estreia “Better Than Love” e começaram a se apresentar ao vivo. “Illuminated” foi tema de um anúncio da emissora de TV britânica Sky1 HD, que promovia os seriados de sua grade. A música do grupo “Wonderful Life”, remixada por Arthur Baker, foi trilha sonora da série “The Vampire Diaries”, da emissora norte-americana CW.

Veja “Better Than Loveâ€:

Já o álbum de estreia, “Happinessâ€, belíssimo por sinal, foi lançado no dia 6 de setembro de 2010, com a participação especial de Kylie Minogue na canção “Devotion”. Antes do nome “Hurts”, o cantor Theo e Adam se intitulavam de The Bureau e depois de Daggers. Em setembro de 2010, foi anunciado que a turnê britânica estava encerrada e que o grupo apoiaria o Scissor Sisters em sua turnê pelo Reino Unido.

A lenta “Stayâ€:

Destaque para a faixa “Wonderful Life”, que trata de uma reflexão sobre amor e esperança a partir de uma tentativa de suicídio. A aparente banalidade temática contrasta com uma construção melódica ampla, onde a sonoridade traz amostras de sax, guitarra e teclados grandiosos valorizando a voz competente do vocalista.

Escute a maravilhosa “Wonderful Lifeâ€:

Os meninos que formam o duo, que já virou febre no Reino Unido, além de lindos fazem um estilo de música que pode ser classificado como “disco-lentoâ€, que descobriram durante uma viagem à Itália, e inspirado na melancolia da música eletropop dos anos 80. O Hurts mistura o que dizem ser uma “austeridade europeia†com “um espírito britânico de esperança ao mesmo tempo que desesperoâ€.

Entre as definições do duo, podemos dizer que eles são considerados os novos “Pet Shop Boysâ€, nomenclatura que cabe muito bem com o som que eles desejam propagar. Músicas e letras de qualidade para se escutar em 2011, com um pé no antigo, mas com um som bem moderno. Se você adora ouvir coisas novas, então “Hurts†está ao seu deleite.

Para finalizar, a música natalina “All I Want For Christmas Is New Year´s Dayâ€:

Mais informações
Site oficial: http://www.informationhurts.com/gb/home/
Facebook: http://www.facebook.com/hurts

LuPPaCULT: Duo Uh Huh Her mostra o poder das mulheres com música vigorosa

Postado em 01, nov de 2010 por admin em Destaque, LuPPaCULT

3 comentários

O LuPPa CULT está na ânsia de apresentar a vocês uma dupla feminina chamada “Uh Huh Her“. Formada em janeiro de 2007, a dupla tem esse nome inspirado no álbum da cantora e compositora americana PJ Harvey, que tem o mesmo nome. Em 2008, elas lançaram seu primeiro material fonográfico “Common Reaction”, muito elogiado pela crítica musical.

Escute a música que dá título ao CD:

O duo é formado Camila Grey, que já tocou baixo e teclado para vários artistas, como Dr. Dre, Melissa Auf der Maur, Busta Rhymes, e Kelly Osbourne, e Leisha Hailey, que antigamente era do The Murmurs e Gush, e tinha deixado a música temporariamente de lado para se dedicar a série “The L Word”, onde vive a personagem Alice Pieszecki.

Veja o clipe “Not A Love Song”:

No site oficial, elas afirmam que suas as principais influências são David Bowie, The Smiths, Depeche Mode, Bjork, Ladytron, The Cure, Sleater Kinney e até Mozart. O gênero também é uma mescla de indie, electro, pop e rock. Leisha Hailey, além de participar da série “The L Word”, também já fez parte do elenco de “CSI” e “Greys Anatomy”.

Se delicie com a linda “Wait Another Dayâ€:

A dupla tem charme, vozes maravilhosas, usa riffs de tirar o fôlego e elas são muito elegantes no figurino e no posicionamento de palco. Com certeza elas estão com a “faca e o queijo” na mão para estourar rapidamente no cenário mundial. No meu ouvido e na minha mente isso já aconteceu, agora quero que você escute e faça sua aposta!

Para fechar, veja “Not A Love Song†ao vivo: CLIQUE AQUI!

CD:
“Common Reaction”
Uh Huh Her

Faixas:
1. Not A Love Song
2. Explode
3. Wait Another Day
4. Common Reaction
5. Say So
6. Covered
7. Everyone
8. Away From Here
9. So Long
10. Dance With Me
11. Dreamer

Escute e se apaixone:
Myspace: http://www.myspace.com/uhhuhhermusic
Site desenvolvido por fãs: http://uhhuhherfan.com/
Facebook: http://www.facebook.com/uhhuhher

Antes de sair o CD, o LuPPa CULT apresenta o duo do momento “The Hundred in the Hands”

Postado em 18, ago de 2010 por admin em Destaque, LuPPaCULT

0 comentário

Nesta semana, o LuPPa CULT é especial. Irei apresentar uma dupla americana que só com lançamento de um EP (material fonográfico com poucas músicas, 4 ou 5), já se tornou o grande “boom†da música mundial, o duo “The Hundred in the Handsâ€.

Do Brooklyn (EUA), The Hundred in the Hands é formada por Jason Friedman e Eleanore Everdell. Para quem não sabia: Jason, responsável por guitarras e programação, foi da banda The Boggs e é amigão da galera do The Rapture, já tendo colaborado com The Liars e Au Revoir Simone. Eleanore, voz e sintetizadores, colaborou com TV on the Radio em “Dear Scienceâ€.

A dupla lançou no final de 2009 o EP chamado “This Desertâ€, e já se prepara para o lançamento do álbum completo no final de setembro. A banda aposta em melodias irresistíveis, criadas com a perfeita combinação de vocais post-punk e sintetizadores moderníssimos.

Entre os destaques da banda está na canção “Pigeonsâ€, que gira em torno de um pop-rock que tem tudo para trazer muitos fãs para a banda. O duo é acessível e tem várias músicas com um refrão matador, além de letras que vão encantar a garotada baladeira.

No clipe de estreia, “Pigeonsâ€, tudo começa em uma festa mas de repente as coisas começam a ficar bem estranhas, culminando em cenas como em que a protagonista desafia a lei da gravidade.

Clique nos vídeos abaixo e deixe se encantar pela banda. Este certamente vai ser somente o primeiro post do The Hundred In The Hands. Aguarde uma postagem mais completa assim que eles lançarem o material no final de setembro.

Fique com “aperitivosâ€.

Conheça “Pigeonsâ€:

Enlouqueça com “Tom Tomâ€:

Essa vai bombar: “Undressed In Dresdenâ€:

Site oficial: http://thehundredinthehands.com
Myspace: http://www.myspace.com/thehundredinthehands

LuPPa CULT: “Marina and the Diamonds†mostra que sua música é uma joia rara

Postado em 28, jun de 2010 por admin em Destaque, LuPPaCULT

3 comentários

Sabe uma noite de quarta qualquer que você não está a fim de sair de casa, e que prefere se resguardar para descobrir coisas novas na internet? Pois bem, foi isso que aconteceu comigo na última semana, momento esse que ganhei um vício por uma nova artista. Seu nome: “Marina and the Diamondsâ€. Parece esquisito o nome, mas é uma cantora sim, e que cantora! Por isso resolvi trazê-la para o LuPPa CULT, pois adoro dividir essas coisas com vocês.

Conheça a faixa “Hollywoodâ€:

“Marina and the Diamondsâ€, é o pseudônimo de Marina Diamondis, que surgiu como destaque na internet. Nascida no País de Gales, ela começou disponibilizando suas faixas para serem ouvidas pelos seus fãs (carinhosamente apelidados por ela de “diamantes” – daí o apelido, criado não só em razão de seu sobrenome) no MySpace e logo, com a ajuda de um EP lançado em 2007, começou a chamar a atenção da mídia.

Já no fim do ano passado, foi apontada como uma das maiores promessas de 2010, em uma lista montada pela emissora de tevê BBC. Seu primeiro CD, que não me canso de ouvir, “The Family Jewels”, foi lançado em fevereiro deste ano no Reino Unido e no mês de abril nos Estados Unidos.

Marina solta as feras em “Mowgli’s Roadâ€:

Sua voz é linda, ao mesmo tempo engraçada e forte, e ela consegue utilizar de inúmeras formas que parece que cada faixa é cantada por mulheres diferentes, mas seu toque de charme está lá, e não podemos negar seu grande talento vocal. Suas músicas causam um certo estranhamento. Para quem ouve pela primeira vez, elas podem parecer confusas e exageradas demais, assim como as marcantes brincadeiras vocais da cantora. Esses, porém, são alguns dos pontos a favor da artista e do disco, de forte sonoridade anos 80.

Nas composições, suas em grande maioria, existe um mundo cheio de beleza, brilho e uma boa dose de fantasia e muita dramaticidade. Suas excêntricas canções são, mais do que boas peças pop, visões inusitadas do cotidiano e críticas divertidas ao comportamento da sociedade atual e suas vivências.

Veja Marina toda prateada na balada “I Am Not a Robot”:

Um dos destaques fica com a faixa “Hollywoodâ€, um dos singles de seu debut, com um refrão grudento e hilárias referências à Shakira e Catherine Zeta Jones. Já em “Mowgli’s Road†a “viajada” faixa que lançou Marina ao sucesso, com sons de animais ao fundo, soa engraçado mas depois você vê uma grande música, com uma divertida intérprete.

Seu CD possui músicas animadas, mas também conta com momentos mais introspectivos como a delicada e pomposa “Rootless” e “The Outsider”, onde narra os incômodos de sentir-se completamente inapropriada em determinadas situações de sua vida.

Para finalizar, em “I Am Not a Robot”, mostra Marina brincando de Freddie Mercury negro com um visual moderno, em determinados momentos.

Com certeza você deve ouvir Marina, pois para mim ela é uma das principais surpresas de 2010. O público brasileiro ainda não a conhece, mas quando isso acontecer todos vão se apaixonar como eu!

Veja o clipe de “Obsessionsâ€:

Conheça o CD “The Family Jewelsâ€, ou “As Jóias da Família†em português:

Faixas:
Are You Satisfied?
Shampain
I Am Not A Robot
Girls
Mowgli´s Road
Obsessions
Hollywood
The Outsider
Hermit The Frog
Oh No!
Rootless
Numb
Guilty

Veja o site de “Marina and the Diamondsâ€:
http://www.marinaandthediamonds.com/

Escute Marina no Myspace:
http://www.myspace.com/marinaandthediamonds

LuPPa CULT: Nobody’s Daughter, do Hole, é uma ótima dose dos anos 90

Postado em 21, mai de 2010 por admin em Destaque, LuPPaCULT

4 comentários

Em meados dos anos 90, quando o grunge tomou conta do mundo, os meus amigos eram fãs alucinados pela banda Nirvana, e principalmente pelo seu vocalista Kurt Cobain. Eu o achava “mais ou menos”, até descobrir a banda de sua esposa Courtney Love, o “Holeâ€. Buraco, em português.

Quando sentava para conversar com eles sobre música, literalmente me sentia em um buraco, pois todos amavam Kurt, e odiavam Courtney, e eu me sentia um solitário declarando meu amor à banda e à sua vocalista e líder.

O tempo passou, Kurt se matou, Courtney é tida como uma das culpadas desse suicídio e estou eu aqui para falar do 4° CD do Hole, “Nobody’s Daughter”, lançado no mês passado.

O lançamento traz influências de Kurt Cobain e a participação de Billy Corgan (Smashing Pumpkins), como diferencial em relação aos outros discos. Destaque para a faixa “Honey” feita em homenagem a Kurt. Será que meus amigos da época já ouviram?

Conheça a faixa título do CD “Nobody’s Daughter”:

O CD estava para ser lançado desde 2005, mas com a vida “calma” de Courtney, houve diversas interrupções mas o parto aconteceu. E quem ficou em estado de graça fomos nós, amantes dos anos 90.

O novo álbum é recheado de características marcantes da viúva de Kurt Cobain, como um rock mais decadente, triste e que fala de problemas que todos nós passamos na vida, só que em uma proporção menor que Courtney. Com o pano de fundo de violões, Rock e Pop, o ouvinte receberá altas doses de feminismo, angústia, amor e introspecção.

Ao longo das 11 faixas de “Nobody´s Daughterâ€, o que se pode enxergar é uma espécie de continuação do último CD da banda “Celebrity Skin”, ainda que sem o mesmo brilho da época. Entretanto, isso não faz do lançamento um trabalho fraco. “Celebrityâ€, na minha opinião, é um clássico do rock-pop mundial.

Já na primeira faixa, que dá nome ao disco, nos é mostrada, de forma singela e ao mesmo tempo visceral, um belo arranjo de guitarra e voz e, à medida em que se aproxima do fim, cresce e ganha força. Pode facilmente cair no gosto do público, pois é fácil “digeri-la”. “Skinny Little Bitch” vem logo na sequência e causa uma ótima impressão: vocais rasgados, e uma acelerada, digna de início de carreira do Hole.

Já em “Honey”, escolhida para a ser a próxima faixa a ser trabalhada, todo o seu conteúdo estético parece ter saído diretamente de “Celebrity Skinâ€. Apesar das diferenças entre uma faixa e outra, o disco soa bastante interessante e o ouvinte.

Um surpresa a seguir, em “Samantha”, aposto que esta será uma daquelas que o público deverá adorar cantar nos shows, principalmente no refrão, marcado pelos constantes “fuck”.

Veja “Samanthaâ€:

Mesmo com a volta, meio que desfalcada do Hole, pois a banda é toda diferente da original, “Nobody´s Daughterâ€Â  tem a identidade da essência preservada, assim como algumas músicas foram trabalhadas para que soassem diferentes e inovadoras.

Com certeza para você que viveu intensamente os anos 90, que ficava trancado no quarto com os amigos curtindo e discutindo música, o novo CD é um “remember†dessa época que não volta mais. Hoje a tecnologia está moldando uma sociedade mais solitária que curte mais ficar sozinho, tirando suas próprias conclusões sobre determinados lançamentos. Recordar é viver, e ter um novo material do Hole é um presente.

>> Sim, mas o que é Hole?
A banda “Hole†foi formada em 1989 por Courtney Love e Eric Erlandson e encerrada oficialmente em 2002. Em 2009, a fundadora anunciou a volta. O primeiro membro recrutado por Courtney foi o guitarrista Eric Erlandson, que trabalhava na Capitol Records e respondeu a um anúncio.

Segundo informações da imprensa internacional, o nome da banda tem origens anacrônicas. Há quem diga que é pela conotação sexual de “buraco” (Courtney era stripper na época), outras fontes afirmam que vem de uma linha da tragédia grega “Medeia”, de Eurípedes, e ainda há relatos de que, na verdade, a origem é de uma frase da mãe de Courtney, a psicóloga Linda Carroll, que teria dito para sua filha que ela “não poderia carregar um BURACO dentro de si para sempre”. Deu pra sentir o perfil da garota!

Para fechar, um clássico do Hole “Malibuâ€:

Discografia:
1991 – Pretty on the inside
1994 – Live Through This
1998 – Celebrity Skin
2010 – Nobody’s Daughter

Conheça mais o trabalho do Hole em:
http://www.holerock.net/

LuPPa CULT: Sophie Ellis-Bextor consegue unir beleza, vocais maravilhosos e músicas para não se tirar da cabeça

Postado em 21, jan de 2010 por admin em LuPPaCULT

2 comentários

Para voltar com força total em 2010, o LuPPaCULT traz uma das minhas cantoras de dance e pop preferida. Seu nome é Sophie Ellis-Bextor. Vou contar um pouco da sua vida pessoal. Sophie Michelle Ellis-Bextor é filha do diretor de cinema Robin Bextor e Janet Ellis, atriz e apresentadora de TV. Robin e Janet se separaram ainda quando Sophie era criança.

Antes de ser cantora, Sophie era modelo fotográfica e iniciou sua carreira no mundo da música em 1997, tornando-se a líder do grupo britânico “The Audience“. Após três anos no grupo, em 2000, Sophie reúne com DJ e produtor italiano Spiller, que pede uma voz feminina para sua canção “Groovejet”. A partir desse momento ela sacou que sua carreira solo podia deslanchar. E foi isso que aconteceu!

Já em 2001 inicia sua carreira solo com o single “Take Me Home” e é elogiada pela imprensa britânica por comparar o seu estilo ao de Audrey Hepburn. No mesmo ano, lança seu primeiro CD solo “Read My Lips”, que chega ao 2° lugar nas paradas da Inglaterra. Seu maior sucesso “Murder on the Dancefloor“, tornou-se a música mais tocada durante 23 semanas, e foi também a canção mais tocada em 2002.

Em 2003 lança o CD “Shoot From The Hip” que não foi bem recebido pela critica, mas tem grande qualidade sonora, belos riffs e uma voz mais madura de Sophie. Já em 2007, sai o terceiro CD, para mim o melhor de sua carreira “Trip The Light Fantastic”, com grandes hits e músicas para você ouvir e não tirar da sua cabeça, entre elas: “Catch You” e “Me And My Imagination“, que foram bem executadas durante o ano de 2008.

Já no final de 2009, Sophie lançou a música “Heartbreak (Make me a Dancer)“, primeiro single do segundo álbum da dupla de produtores Freemasons, e marca o retorno de Sophie à cena dance após algum tempo afastada das paradas europeias. Afastamento esse em virtude de sua gravidez. Seu quatro CD, segundo a mídia internacional, já está gravado e será lançado ainda no primeiro semestre de 2010. Vamos aguardar. As pistas de dança agradecem sua colaboração à cena do dance mundial.

Discografia:
Read My Lips (2001)
Shoot From The Hip (2003)
Trip The Light Fantastic (2007)

Singles:
GrooveJet
Take Me Home
Murder On The DanceFloor
Get Over You/Move This Mountain
Music Gets The Best Of Me
Mixed Up World
I Won’t Change You
Catch You
Me And My Imagination
Today The Sun’s On Us
If I Can’t Dance
Heartbreak – Make Me A Dancer

Site oficial: http://www.sophieellisbextor.net/
Twitter: http://twitter.com/sophieeb
Para ouvir as músicas acesse o Myspace: http://www.myspace.com/sophieellisbextor

LuPPaCULT: Ana Cañas – rock, jazz e blues em uma carreira promissora

Postado em 19, ago de 2009 por admin em LuPPaCULT

1 comentário

Eu tinha dado o tempo de algumas semanas para LuPPaCULT, pois a minha vida está meio louca: trabalho, faculdade, família, namoro… mas volto com força total para a apresentar a você uma das grandes cantoras da atualidade, a paulistana Ana Cañas.

Ana 5

Sua carreira musical teve início em 2002, quando participou em São Paulo de alguns festivais de música. Após algumas investidas na noite paulista, inclusive sendo cantora exclusiva do Piano/Bar do Hotel Fasano, Ana lançou em 2007 o seu excelente disco de estreia “Amor e Caos“, que prima por ser autoral, audacioso e distante do que se convencionou denominar MPB.

Amadurecida por mais de cinco anos em jam sessions na noite de São Paulo, a cantora imprime nas canções do álbum uma atmosfera jazzística, usando e abusando de um andamento musical imprevisível e inovador. Sua poderosa voz de contralto fez dela uma das grandes descobertas recentes da música brasileira, antes mesmo de gravar o primeiro disco, já sendo apreciada por gente como Chico Buarque, Toquinho e Seu Jorge.

Ana 6O disco, além de inéditas maravilhosas, conta com uma regravação de Caetano Veloso, “Coração vagabundo”, que ficou ao mesmo tempo singela e arrebatadora na voz de Ana; e outra de Jorge Mautner, “Super mulher”, que tem a participação de Naná Vasconcelos, outro entusiasta do trabalho da cantora, que acabou se escalando como convidado especial do álbum.

Além de cantora, Ana é formada em artes cênicas, o que dá a ela uma desenvoltura maravilhosa no palco. Ana bem que poderia ter sido professora de teatro, mas depois de sonhar com uma carreira perto dos palcos, ela só se aproximou da música ao descobrir Ella Fitzgerald, uma de suas divas.

Com 28 anos, a cantora disse em recente entrevista que foi uma adolescente completamente radiofônica. “Não tive músicos na família, não conhecia Tom Jobim até os meus 22 anos. Sempre dei mais atenção para o teatro. De repente, no meio do caminho tinha uma pedra, e eu me encontrei“. E que pedra, pois foi isso que ganhamos: esse primor de talento.

Já em julho deste ano, Ana lança seu 2° filho, “Hein?“, sob a produção de Liminha e com 11 faixas de autoria própria, além de uma releitura para “Chuck Berry Fields Forever”, do Gilberto Gil do CD “Doces Bárbaros” (1974). A irreverência da cantora e a força de sua intepretação dialogam com eloquência nos 56 minutos do disco.

Mesmo com a pressão do segundo CD, sempre mais esperado, Ana enfrentou e desafiou seu próprio repertório, com novas composições e novos rumos para sua música. Para construir seu novo trabalho, Ana mergulhou na obra dos Mutantes e pincelou dali algumas influências que aparecem em “Hein?”.

Ana 2

faixa de abertura, “Na Multidão” (que tem participação de Arnaldo Antunes), é a que melhor deixa transparecer toda a inspiração em Rita Lee. A primeira música de trabalho do novo disco, “Esconderijo”, traz a frase: “procuro a solidão como o ar procura o chão”, que soa como paradoxo num registro em que predominam vontades como diversão, dançar, planejar fuga e ficar mais louca. Mesmo em tempos de internet, em que o encarte que acompanham os CDs parece uma peça antiquada, os discos de Ana Cañas vêm bem acompanhados por arte elaborada com fotos e design.

Ana deve ser explorada por vários motivos, seja pelo seu timbre vocal maravilhoso, pelas suas composições, que dão um novo gás a Música Popular Brasileira, e principalmente pelo conjunto de sua obra, que mesmo pequena (dois CDs), mostra que ainda terá uma vida longa e de gratas surpresas para o público que pede coisas novas. Ana veio para ficar!

Ana CD 1CD 1 “Amor e Caos”
Faixas:
1. Mandinga Não
2. A Ana
2. Vacina na Veia
4. Para Todas as Coisas
5. ?
6. Coração Vagabundo
7. Cadê Você?
8. Devolve, Moço
9. Super Mulher
10. Rainy Day Women

Ana CD 2CD 2 “Hein?”
Faixas:
1. Na Multidão
2. Coçando
3. Na Medida do Impossível
4. Esconderijo
5. Sempre com Você
6. Chucky Berry Fields
7. Gira
8. Problema Tudo Bem
9. Aquário
10. A Menina e o Cachorro
11. Não Quero Mais
12. O Amor é Mesmo Estranho
13. Na Medida do Impossível

Conheça mais o trabalho de Ana Cañas aqui!

LuPPaCULT: The Ting Tings é a banda pop do momento

Postado em 02, jul de 2009 por admin em LuPPaCULT

0 comentário

Tings 9

Desde o advento da internet que tudo em nossa vida gira em torno dela, inclusive nossos gostos musicais. E foi assim que conheci o duo inglês “The Ting Tings“.

Formado em 2006 por Jules De Martino (bateria, guitarra e vocais) e Katie White (vocais, guitarra e percussão), a banda é a nova febre mundial, e minha também! The Ting Tings saiu dos clubes indie para o topo das paradas usando a internet e o espírito de participação da rede para impulsionar como um foguete seu pop eletrônico dançante e Tings 6animado com toques de experimentalismo.

Os primeiros singles se tornaram grandes chicletes, desbancando até mesmo Madonna na parada inglesa com “That’s Not My Name“, de 2007. O primeiro álbum “We Started Nothing“, lançado no Reino Unido em maio de 2008. Além do público, a crítica se rendeu ao balanço energético do duo. O álbum já está disponível no Brasil.

Devemos parar de falar da carreira, e vamos ao que importa. Como é a música deles? Pensem vocês em um pop dançante e melódico, totalmente distinto do bate-estaca clichê das pistas, baseado nas batidas sincopadas e envolventes, pois é mais ou menos assim que a banda toca. O som tem uma pimenta a mais com temperos eletrônicos, tanto nas sessões rítmicas quando nas linhas melódicas, que recriam as músicas com camadas e mais camadas de trechos gravados, proporcionando um caráter único e inédito.

Tings 7Jules e Katie tentaram a fama no cenário musical por diversos anos, antes do bem-sucedido projeto. Katie começou sua carreira ainda adolescente, como parte do grupo feminino TKO, abreviação para Total Knock Out. O grupo, que era gerenciado pelo pai da garota, David, chegou até a tocar antes de shows de bandas pop como “Atomic Kitten”, “Steps” e “Five”. Já Jules começou escrevendo músicas para o TKO em 2001 para, pouco tempo depois, formar com Katie o The Ting Tings.

A banda, que anda sendo comparada pela imprensa britânica com bandas como a nova “Blondie”, já possui mais sucessos além de “That’s Not My Name“, com clipe disponível no YouTube. Atualmente o que bomba nas pistas é “Great DJ“, primeiro single da dupla que chegou ao 33º lugar no ranking do Reino Unido e “Shut Up and Let Me Go“, que foi utilizada pela Apple em um dos comerciais europeus da empresa para o iPod.

Então para você que adora um bom dance, com letras inteligentes e loops de tirar o fôlego “The Ting Tings” é a grande banda do momento. Ao comprar o CD da banda, afaste as cadeiras da sala e se jogue no batidão!

CD de estreia da banda:

TingWe Started Nothing
1. Great Dj
2. That’s Not My Name
3. Fruit Machine
4. Traffic Light
5. Shut Up And Let Me Go
6. Keep Your Head
7. Be The One
8. We Walk
9. Impacilla Carpisung
10. We Started Nothing

Quer conhecer mais sobre a banda? Veja o site oficial AQUI!

LuPPaCULT: Mariana Aydar traz o melhor da MPB com ótimas releituras

Postado em 25, jun de 2009 por admin em LuPPaCULT

0 comentário

Mariana 5Essa segunda postagem do LuPPaCULT é uma das minhas preferidas. Descobri sua musicalidade através de algumas CULtucadas na internet, em sites de músicas, aí ouvi o CD e pronto! Mais uma para a lista de preciosidades do meu MP3. Estou falando da carioca Mariana Aydar.

Aydar é filha de Mario Manga, integrante do grupo Premê, e de Bia Aydar, produtora de diversos artistas brasileiros, entre eles Lulu Santos. O seu início no mundo da música aconteceu em 2000, quando foi morar na Europa para estudar música. Já em 2004 conheceu o cantor e compositor Seu Jorge, que a convidou para abrir os shows na sua turnê europeia. De volta ao Brasil em 2005, passou a investir no disco de estréia, “Kavita 1″, lançado em setembro de 2006.

Kavita 1, que significa poeta, em sânscrito, foi lançado de forma independente e distribuído pela Universal Music. Em um clima “chique à vontade”, Mariana Aydar interpreta canções como “Candomblé”, de Edmundo Souto, Danilo Caymmi e Paulo Antônio; “Na Gangorra”, de Giana Mariana 8Viscardi e Michael Ruzitschka; “Festança”, parceria de Mariana e Duani. Ainda no repertório do álbum, a deliciosa “Deixa o Verão”, de Rodrigo Amarante, do Los Hermanos; “Vento no Canavial”, de João Donato e Zé do Caroço e de Leci Brandão.

Já em 2009, após 3 anos de muitos shows e experimentações musicais, Mariana lança o seu segundo produto, “Peixe Pássaros Pessoas”, que chegou às lojas no mês de abril com grande alarde e ótimas resenhas dos críticos musicais nacionais. O disco segue a mesma linha do primeiro, com 13 canções inéditas, entre samba, baião e jazz.

Mariana 4As músicas foram compostas por amigos, mas Mariana também assina a composição de três canções, sob o pseudônimo de Kavita. Em entrevista à imprensa, Aydar disse que neste segundo CD quis falar sobre um tema específico: a relação das pessoas com o mundo. E, para isso, pediu aos seus amigos compositores que fizessem canções seguindo esta linha.

Entre os amigos compositores, destacam-se Duani (namorado e co-produtor do disco), Nuno Ramos, Carlos Rennó, Pedro Luis, Roberta Sá e Rômulo Froés. Mariana também assina a composição das canções “Palavras Não Falam”, “Aqui em Casa” e “Tudo Que Eu Trago no Bolso”. Além de Duani, Kassin também assina a produção.

Mariana é uma das grandes cantoras da nova geração brasileira, com uma voz doce e um “ziriguiduim” dos melhores, promete sim ser uma grande explosão na mídia nos meses que seguem. Música de qualidade e vontade de apresentar um grande trabalho são adjetivos que você vai encontrar ao ouvir Mariana. Ótima pedida para amantes da boa MPB. Eu assino embaixo!

Mariana 2_cd1> 1° CD – Kavita 1
1. Minha Missão
2. Na Gangorra
3. Prainha
4. Zé do Caroço
5. Menino das Laranjas
6. Vento no Canavial (Sugar Cane Breeze)
7. Deixa o Verão
8. Festança
9. Candomblé
10. Onde Está Você
11. Maior é Deus

> 2° CD – Peixes, Pássaros, Pessoas
1. Florindo
Mariana 1_cd22. Palavras Não Falam
3. Beleza – Participação Especial: Mayra Andrade
4. Aqui em Casa
5. Pras Bandas de Lá
6. Manhã Azul
7. Tá
8. Peixes
9. Nada Disso é pra Você
10. Poderoso Rei
11. O Samba Me Persegue – Participação Especial: Zeca Pagodinho
12. Teu Amor é Falso
13. Tudo que Eu Trago no Bolso

Conheça mais sobre Mariana Aydar:
http://www.myspace.com/marianaaydar

LuPPaCULT: Conheça “Adele”, revelação mundial do Jazz & Soul

Postado em 18, jun de 2009 por admin em LuPPaCULT

2 comentários

adele-3

Nesta quinta (18/06), o Blog CULTucando faz o lançamento da categoria LuPPaCULT, uma espécie de “você precisa me conhecer!”. Assim que este jornalista que vos escrever conhecer algo novo, seja banda, cantor (a), diretor (a) de cinema, local ou algo que me chame atenção, e que realmente vale a pena citar, vou sugerir aqui no blog. É uma forma de socializar as minhas experiências com vocês, leitores assíduos.

Esta primeira indicação veio através de uma conversa de bar. No último domingo (14.06), estive em uma churrascaria com um grupo de amigos, e um deles, através de seu celular (santa tecnologia!), me apresentou o CD dessa cantora: Adele é o nome dela. A partir desse instante me apaixonei por essa moça, que aos 19 anos de idade ganhou dois Grammys em 2009 (Artista Revelação” e “Melhor Performance Feminina – com a canção “Chasing Pavements”).

adele-1Adele Laurie Blue Adkins nasceu em Enfield (Londres), no dia 5 de Maio de 1988, e é considerada a mais recente revelação mundial do Jazz & Soul. Estudou na mesma escola de artes que Amy Winehouse e Kate Nash, ficando conhecida pela imprensa britânica como a “nova Amy Winehouse” (assim como Duffy), devido a seus vocais poderosos.

Adele lançou seu primeiro álbum “19″ (a idade da cantora), em janeiro de 2008 pela XL Recordings. No mesmo ano, foi premiada com o Brit Awards. O álbum conta com canções de letras dramáticas, que falam sobre crises pessoais e coisas do cotidiano de forma bastante “sofrida”, claro que na visão de uma garota de 19 anos de idade. Bobagem, quem nunca viveu essa fase!

O álbum “19″ ficou no topo das paradas britânicas e chegou ao 11º lugar na parada norte-americana Billboard, vendendo 1,2 milhão de cópias em todo o mundo. “Chasing Pavements” foi um sucesso global e Adele obteve quatro indicações para o Grammy, incluindo gravação do ano, canção do ano e revelação. Com um currículo desses, você deve correr para as lojas e conferir o CD da garota. Não vai haver arrependimento. Garanto!

Veja as faixas do CD “19″:
“Daydreamer” – 3:41
“Best for Last” – 4:19
“Chasing Pavements” – 3:31
“Cold Shoulder” – 3:12
“Crazy For You” – 3:28
“Melt My Heart to Stone” – 3:24
“First Love” – 3:10
“Right as Rain” – 3:17
“Make You Feel My Love” – 3:32
“My Same” – 3:16
“Tired” – 4:19
“Hometown Glory” – 4:31

Quer conhecer mais sobre Adele? Conheça o site oficial:
http://www.adele.tv/

sobre o BLOG

Sobre o blog…

Fique atualizado com os artigos do blog:

Via RSS Feed

Via e-mail:

siga-nos