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Antes de sair o CD, o LuPPa CULT apresenta o duo do momento “The Hundred in the Hands”

Postado em (Destaque, LuPPaCULT) por admin em 18-08-2010

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Nesta semana, o LuPPa CULT é especial. Irei apresentar uma dupla americana que só com lançamento de um EP (material fonográfico com poucas músicas, 4 ou 5), já se tornou o grande “boom” da música mundial, o duo “The Hundred in the Hands”.

Do Brooklyn (EUA), The Hundred in the Hands é formada por Jason Friedman e Eleanore Everdell. Para quem não sabia: Jason, responsável por guitarras e programação, foi da banda The Boggs e é amigão da galera do The Rapture, já tendo colaborado com The Liars e Au Revoir Simone. Eleanore, voz e sintetizadores, colaborou com TV on the Radio em “Dear Science”.

A dupla lançou no final de 2009 o EP chamado “This Desert”, e já se prepara para o lançamento do álbum completo no final de setembro. A banda aposta em melodias irresistíveis, criadas com a perfeita combinação de vocais post-punk e sintetizadores moderníssimos.

Entre os destaques da banda está na canção “Pigeons”, que gira em torno de um pop-rock que tem tudo para trazer muitos fãs para a banda. O duo é acessível e tem várias músicas com um refrão matador, além de letras que vão encantar a garotada baladeira.

No clipe de estreia, “Pigeons”, tudo começa em uma festa mas de repente as coisas começam a ficar bem estranhas, culminando em cenas como em que a protagonista desafia a lei da gravidade.

Clique nos vídeos abaixo e deixe se encantar pela banda. Este certamente vai ser somente o primeiro post do The Hundred In The Hands. Aguarde uma postagem mais completa assim que eles lançarem o material no final de setembro.

Fique com “aperitivos”.

Conheça “Pigeons”:

Enlouqueça com “Tom Tom”:

Essa vai bombar: “Undressed In Dresden”:

Site oficial: http://thehundredinthehands.com
Myspace: http://www.myspace.com/thehundredinthehands

LuPPa CULT: “Marina and the Diamonds” mostra que sua música é uma joia rara

Postado em (Destaque, LuPPaCULT) por admin em 28-06-2010

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Sabe uma noite de quarta qualquer que você não está a fim de sair de casa, e que prefere se resguardar para descobrir coisas novas na internet? Pois bem, foi isso que aconteceu comigo na última semana, momento esse que ganhei um vício por uma nova artista. Seu nome: “Marina and the Diamonds”. Parece esquisito o nome, mas é uma cantora sim, e que cantora! Por isso resolvi trazê-la para o LuPPa CULT, pois adoro dividir essas coisas com vocês.

Conheça a faixa “Hollywood”:

“Marina and the Diamonds”, é o pseudônimo de Marina Diamondis, que surgiu como destaque na internet. Nascida no País de Gales, ela começou disponibilizando suas faixas para serem ouvidas pelos seus fãs (carinhosamente apelidados por ela de “diamantes” – daí o apelido, criado não só em razão de seu sobrenome) no MySpace e logo, com a ajuda de um EP lançado em 2007, começou a chamar a atenção da mídia.

Já no fim do ano passado, foi apontada como uma das maiores promessas de 2010, em uma lista montada pela emissora de tevê BBC. Seu primeiro CD, que não me canso de ouvir, “The Family Jewels”, foi lançado em fevereiro deste ano no Reino Unido e no mês de abril nos Estados Unidos.

Marina solta as feras em “Mowgli’s Road”:

Sua voz é linda, ao mesmo tempo engraçada e forte, e ela consegue utilizar de inúmeras formas que parece que cada faixa é cantada por mulheres diferentes, mas seu toque de charme está lá, e não podemos negar seu grande talento vocal. Suas músicas causam um certo estranhamento. Para quem ouve pela primeira vez, elas podem parecer confusas e exageradas demais, assim como as marcantes brincadeiras vocais da cantora. Esses, porém, são alguns dos pontos a favor da artista e do disco, de forte sonoridade anos 80.

Nas composições, suas em grande maioria, existe um mundo cheio de beleza, brilho e uma boa dose de fantasia e muita dramaticidade. Suas excêntricas canções são, mais do que boas peças pop, visões inusitadas do cotidiano e críticas divertidas ao comportamento da sociedade atual e suas vivências.

Veja Marina toda prateada na balada “I Am Not a Robot”:

Um dos destaques fica com a faixa “Hollywood”, um dos singles de seu debut, com um refrão grudento e hilárias referências à Shakira e Catherine Zeta Jones. Já em “Mowgli’s Road” a “viajada” faixa que lançou Marina ao sucesso, com sons de animais ao fundo, soa engraçado mas depois você vê uma grande música, com uma divertida intérprete.

Seu CD possui músicas animadas, mas também conta com momentos mais introspectivos como a delicada e pomposa “Rootless” e “The Outsider”, onde narra os incômodos de sentir-se completamente inapropriada em determinadas situações de sua vida.

Para finalizar, em “I Am Not a Robot”, mostra Marina brincando de Freddie Mercury negro com um visual moderno, em determinados momentos.

Com certeza você deve ouvir Marina, pois para mim ela é uma das principais surpresas de 2010. O público brasileiro ainda não a conhece, mas quando isso acontecer todos vão se apaixonar como eu!

Veja o clipe de “Obsessions”:

Conheça o CD “The Family Jewels”, ou “As Jóias da Família” em português:

Faixas:
Are You Satisfied?
Shampain
I Am Not A Robot
Girls
Mowgli´s Road
Obsessions
Hollywood
The Outsider
Hermit The Frog
Oh No!
Rootless
Numb
Guilty

Veja o site de “Marina and the Diamonds”:
http://www.marinaandthediamonds.com/

Escute Marina no Myspace:
http://www.myspace.com/marinaandthediamonds

LuPPa CULT: Nobody’s Daughter, do Hole, é uma ótima dose dos anos 90

Postado em (Destaque, LuPPaCULT) por admin em 21-05-2010

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Em meados dos anos 90, quando o grunge tomou conta do mundo, os meus amigos eram fãs alucinados pela banda Nirvana, e principalmente pelo seu vocalista Kurt Cobain. Eu o achava “mais ou menos”, até descobrir a banda de sua esposa Courtney Love, o “Hole”. Buraco, em português.

Quando sentava para conversar com eles sobre música, literalmente me sentia em um buraco, pois todos amavam Kurt, e odiavam Courtney, e eu me sentia um solitário declarando meu amor à banda e à sua vocalista e líder.

O tempo passou, Kurt se matou, Courtney é tida como uma das culpadas desse suicídio e estou eu aqui para falar do 4° CD do Hole, “Nobody’s Daughter”, lançado no mês passado.

O lançamento traz influências de Kurt Cobain e a participação de Billy Corgan (Smashing Pumpkins), como diferencial em relação aos outros discos. Destaque para a faixa “Honey” feita em homenagem a Kurt. Será que meus amigos da época já ouviram?

Conheça a faixa título do CD “Nobody’s Daughter”:

O CD estava para ser lançado desde 2005, mas com a vida “calma” de Courtney, houve diversas interrupções mas o parto aconteceu. E quem ficou em estado de graça fomos nós, amantes dos anos 90.

O novo álbum é recheado de características marcantes da viúva de Kurt Cobain, como um rock mais decadente, triste e que fala de problemas que todos nós passamos na vida, só que em uma proporção menor que Courtney. Com o pano de fundo de violões, Rock e Pop, o ouvinte receberá altas doses de feminismo, angústia, amor e introspecção.

Ao longo das 11 faixas de “Nobody´s Daughter”, o que se pode enxergar é uma espécie de continuação do último CD da banda “Celebrity Skin”, ainda que sem o mesmo brilho da época. Entretanto, isso não faz do lançamento um trabalho fraco. “Celebrity”, na minha opinião, é um clássico do rock-pop mundial.

Já na primeira faixa, que dá nome ao disco, nos é mostrada, de forma singela e ao mesmo tempo visceral, um belo arranjo de guitarra e voz e, à medida em que se aproxima do fim, cresce e ganha força. Pode facilmente cair no gosto do público, pois é fácil “digeri-la”. “Skinny Little Bitch” vem logo na sequência e causa uma ótima impressão: vocais rasgados, e uma acelerada, digna de início de carreira do Hole.

Já em “Honey”, escolhida para a ser a próxima faixa a ser trabalhada, todo o seu conteúdo estético parece ter saído diretamente de “Celebrity Skin”. Apesar das diferenças entre uma faixa e outra, o disco soa bastante interessante e o ouvinte.

Um surpresa a seguir, em “Samantha”, aposto que esta será uma daquelas que o público deverá adorar cantar nos shows, principalmente no refrão, marcado pelos constantes “fuck”.

Veja “Samantha”:

Mesmo com a volta, meio que desfalcada do Hole, pois a banda é toda diferente da original, “Nobody´s Daughter”  tem a identidade da essência preservada, assim como algumas músicas foram trabalhadas para que soassem diferentes e inovadoras.

Com certeza para você que viveu intensamente os anos 90, que ficava trancado no quarto com os amigos curtindo e discutindo música, o novo CD é um “remember” dessa época que não volta mais. Hoje a tecnologia está moldando uma sociedade mais solitária que curte mais ficar sozinho, tirando suas próprias conclusões sobre determinados lançamentos. Recordar é viver, e ter um novo material do Hole é um presente.

>> Sim, mas o que é Hole?
A banda “Hole” foi formada em 1989 por Courtney Love e Eric Erlandson e encerrada oficialmente em 2002. Em 2009, a fundadora anunciou a volta. O primeiro membro recrutado por Courtney foi o guitarrista Eric Erlandson, que trabalhava na Capitol Records e respondeu a um anúncio.

Segundo informações da imprensa internacional, o nome da banda tem origens anacrônicas. Há quem diga que é pela conotação sexual de “buraco” (Courtney era stripper na época), outras fontes afirmam que vem de uma linha da tragédia grega “Medeia”, de Eurípedes, e ainda há relatos de que, na verdade, a origem é de uma frase da mãe de Courtney, a psicóloga Linda Carroll, que teria dito para sua filha que ela “não poderia carregar um BURACO dentro de si para sempre”. Deu pra sentir o perfil da garota!

Para fechar, um clássico do Hole “Malibu”:

Discografia:
1991 – Pretty on the inside
1994 – Live Through This
1998 – Celebrity Skin
2010 – Nobody’s Daughter

Conheça mais o trabalho do Hole em:
http://www.holerock.net/

LuPPa CULT: Sophie Ellis-Bextor consegue unir beleza, vocais maravilhosos e músicas para não se tirar da cabeça

Postado em (LuPPaCULT) por admin em 21-01-2010

Para voltar com força total em 2010, o LuPPaCULT traz uma das minhas cantoras de dance e pop preferida. Seu nome é Sophie Ellis-Bextor. Vou contar um pouco da sua vida pessoal. Sophie Michelle Ellis-Bextor é filha do diretor de cinema Robin Bextor e Janet Ellis, atriz e apresentadora de TV. Robin e Janet se separaram ainda quando Sophie era criança.

Antes de ser cantora, Sophie era modelo fotográfica e iniciou sua carreira no mundo da música em 1997, tornando-se a líder do grupo britânico “The Audience“. Após três anos no grupo, em 2000, Sophie reúne com DJ e produtor italiano Spiller, que pede uma voz feminina para sua canção “Groovejet”. A partir desse momento ela sacou que sua carreira solo podia deslanchar. E foi isso que aconteceu!

Já em 2001 inicia sua carreira solo com o single “Take Me Home” e é elogiada pela imprensa britânica por comparar o seu estilo ao de Audrey Hepburn. No mesmo ano, lança seu primeiro CD solo “Read My Lips”, que chega ao 2° lugar nas paradas da Inglaterra. Seu maior sucesso “Murder on the Dancefloor“, tornou-se a música mais tocada durante 23 semanas, e foi também a canção mais tocada em 2002.

Em 2003 lança o CD “Shoot From The Hip” que não foi bem recebido pela critica, mas tem grande qualidade sonora, belos riffs e uma voz mais madura de Sophie. Já em 2007, sai o terceiro CD, para mim o melhor de sua carreira “Trip The Light Fantastic”, com grandes hits e músicas para você ouvir e não tirar da sua cabeça, entre elas: “Catch You” e “Me And My Imagination“, que foram bem executadas durante o ano de 2008.

Já no final de 2009, Sophie lançou a música “Heartbreak (Make me a Dancer)“, primeiro single do segundo álbum da dupla de produtores Freemasons, e marca o retorno de Sophie à cena dance após algum tempo afastada das paradas europeias. Afastamento esse em virtude de sua gravidez. Seu quatro CD, segundo a mídia internacional, já está gravado e será lançado ainda no primeiro semestre de 2010. Vamos aguardar. As pistas de dança agradecem sua colaboração à cena do dance mundial.

Discografia:
Read My Lips (2001)
Shoot From The Hip (2003)
Trip The Light Fantastic (2007)

Singles:
GrooveJet
Take Me Home
Murder On The DanceFloor
Get Over You/Move This Mountain
Music Gets The Best Of Me
Mixed Up World
I Won’t Change You
Catch You
Me And My Imagination
Today The Sun’s On Us
If I Can’t Dance
Heartbreak – Make Me A Dancer

Site oficial: http://www.sophieellisbextor.net/
Twitter: http://twitter.com/sophieeb
Para ouvir as músicas acesse o Myspace: http://www.myspace.com/sophieellisbextor

LuPPaCULT: Ana Cañas – rock, jazz e blues em uma carreira promissora

Postado em (LuPPaCULT) por admin em 19-08-2009

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Eu tinha dado o tempo de algumas semanas para LuPPaCULT, pois a minha vida está meio louca: trabalho, faculdade, família, namoro… mas volto com força total para a apresentar a você uma das grandes cantoras da atualidade, a paulistana Ana Cañas.

Ana 5

Sua carreira musical teve início em 2002, quando participou em São Paulo de alguns festivais de música. Após algumas investidas na noite paulista, inclusive sendo cantora exclusiva do Piano/Bar do Hotel Fasano, Ana lançou em 2007 o seu excelente disco de estreia “Amor e Caos“, que prima por ser autoral, audacioso e distante do que se convencionou denominar MPB.

Amadurecida por mais de cinco anos em jam sessions na noite de São Paulo, a cantora imprime nas canções do álbum uma atmosfera jazzística, usando e abusando de um andamento musical imprevisível e inovador. Sua poderosa voz de contralto fez dela uma das grandes descobertas recentes da música brasileira, antes mesmo de gravar o primeiro disco, já sendo apreciada por gente como Chico Buarque, Toquinho e Seu Jorge.

Ana 6O disco, além de inéditas maravilhosas, conta com uma regravação de Caetano Veloso, “Coração vagabundo”, que ficou ao mesmo tempo singela e arrebatadora na voz de Ana; e outra de Jorge Mautner, “Super mulher”, que tem a participação de Naná Vasconcelos, outro entusiasta do trabalho da cantora, que acabou se escalando como convidado especial do álbum.

Além de cantora, Ana é formada em artes cênicas, o que dá a ela uma desenvoltura maravilhosa no palco. Ana bem que poderia ter sido professora de teatro, mas depois de sonhar com uma carreira perto dos palcos, ela só se aproximou da música ao descobrir Ella Fitzgerald, uma de suas divas.

Com 28 anos, a cantora disse em recente entrevista que foi uma adolescente completamente radiofônica. “Não tive músicos na família, não conhecia Tom Jobim até os meus 22 anos. Sempre dei mais atenção para o teatro. De repente, no meio do caminho tinha uma pedra, e eu me encontrei“. E que pedra, pois foi isso que ganhamos: esse primor de talento.

Já em julho deste ano, Ana lança seu 2° filho, “Hein?“, sob a produção de Liminha e com 11 faixas de autoria própria, além de uma releitura para “Chuck Berry Fields Forever”, do Gilberto Gil do CD “Doces Bárbaros” (1974). A irreverência da cantora e a força de sua intepretação dialogam com eloquência nos 56 minutos do disco.

Mesmo com a pressão do segundo CD, sempre mais esperado, Ana enfrentou e desafiou seu próprio repertório, com novas composições e novos rumos para sua música. Para construir seu novo trabalho, Ana mergulhou na obra dos Mutantes e pincelou dali algumas influências que aparecem em “Hein?”.

Ana 2

faixa de abertura, “Na Multidão” (que tem participação de Arnaldo Antunes), é a que melhor deixa transparecer toda a inspiração em Rita Lee. A primeira música de trabalho do novo disco, “Esconderijo”, traz a frase: “procuro a solidão como o ar procura o chão”, que soa como paradoxo num registro em que predominam vontades como diversão, dançar, planejar fuga e ficar mais louca. Mesmo em tempos de internet, em que o encarte que acompanham os CDs parece uma peça antiquada, os discos de Ana Cañas vêm bem acompanhados por arte elaborada com fotos e design.

Ana deve ser explorada por vários motivos, seja pelo seu timbre vocal maravilhoso, pelas suas composições, que dão um novo gás a Música Popular Brasileira, e principalmente pelo conjunto de sua obra, que mesmo pequena (dois CDs), mostra que ainda terá uma vida longa e de gratas surpresas para o público que pede coisas novas. Ana veio para ficar!

Ana CD 1CD 1 “Amor e Caos”
Faixas:
1. Mandinga Não
2. A Ana
2. Vacina na Veia
4. Para Todas as Coisas
5. ?
6. Coração Vagabundo
7. Cadê Você?
8. Devolve, Moço
9. Super Mulher
10. Rainy Day Women

Ana CD 2CD 2 “Hein?”
Faixas:
1. Na Multidão
2. Coçando
3. Na Medida do Impossível
4. Esconderijo
5. Sempre com Você
6. Chucky Berry Fields
7. Gira
8. Problema Tudo Bem
9. Aquário
10. A Menina e o Cachorro
11. Não Quero Mais
12. O Amor é Mesmo Estranho
13. Na Medida do Impossível

Conheça mais o trabalho de Ana Cañas aqui!

LuPPaCULT: The Ting Tings é a banda pop do momento

Postado em (LuPPaCULT) por admin em 02-07-2009

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Tings 9

Desde o advento da internet que tudo em nossa vida gira em torno dela, inclusive nossos gostos musicais. E foi assim que conheci o duo inglês “The Ting Tings“.

Formado em 2006 por Jules De Martino (bateria, guitarra e vocais) e Katie White (vocais, guitarra e percussão), a banda é a nova febre mundial, e minha também! The Ting Tings saiu dos clubes indie para o topo das paradas usando a internet e o espírito de participação da rede para impulsionar como um foguete seu pop eletrônico dançante e Tings 6animado com toques de experimentalismo.

Os primeiros singles se tornaram grandes chicletes, desbancando até mesmo Madonna na parada inglesa com “That’s Not My Name“, de 2007. O primeiro álbum “We Started Nothing“, lançado no Reino Unido em maio de 2008. Além do público, a crítica se rendeu ao balanço energético do duo. O álbum já está disponível no Brasil.

Devemos parar de falar da carreira, e vamos ao que importa. Como é a música deles? Pensem vocês em um pop dançante e melódico, totalmente distinto do bate-estaca clichê das pistas, baseado nas batidas sincopadas e envolventes, pois é mais ou menos assim que a banda toca. O som tem uma pimenta a mais com temperos eletrônicos, tanto nas sessões rítmicas quando nas linhas melódicas, que recriam as músicas com camadas e mais camadas de trechos gravados, proporcionando um caráter único e inédito.

Tings 7Jules e Katie tentaram a fama no cenário musical por diversos anos, antes do bem-sucedido projeto. Katie começou sua carreira ainda adolescente, como parte do grupo feminino TKO, abreviação para Total Knock Out. O grupo, que era gerenciado pelo pai da garota, David, chegou até a tocar antes de shows de bandas pop como “Atomic Kitten”, “Steps” e “Five”. Já Jules começou escrevendo músicas para o TKO em 2001 para, pouco tempo depois, formar com Katie o The Ting Tings.

A banda, que anda sendo comparada pela imprensa britânica com bandas como a nova “Blondie”, já possui mais sucessos além de “That’s Not My Name“, com clipe disponível no YouTube. Atualmente o que bomba nas pistas é “Great DJ“, primeiro single da dupla que chegou ao 33º lugar no ranking do Reino Unido e “Shut Up and Let Me Go“, que foi utilizada pela Apple em um dos comerciais europeus da empresa para o iPod.

Então para você que adora um bom dance, com letras inteligentes e loops de tirar o fôlego “The Ting Tings” é a grande banda do momento. Ao comprar o CD da banda, afaste as cadeiras da sala e se jogue no batidão!

CD de estreia da banda:

TingWe Started Nothing
1. Great Dj
2. That’s Not My Name
3. Fruit Machine
4. Traffic Light
5. Shut Up And Let Me Go
6. Keep Your Head
7. Be The One
8. We Walk
9. Impacilla Carpisung
10. We Started Nothing

Quer conhecer mais sobre a banda? Veja o site oficial AQUI!

LuPPaCULT: Mariana Aydar traz o melhor da MPB com ótimas releituras

Postado em (LuPPaCULT) por admin em 25-06-2009

Mariana 5Essa segunda postagem do LuPPaCULT é uma das minhas preferidas. Descobri sua musicalidade através de algumas CULtucadas na internet, em sites de músicas, aí ouvi o CD e pronto! Mais uma para a lista de preciosidades do meu MP3. Estou falando da carioca Mariana Aydar.

Aydar é filha de Mario Manga, integrante do grupo Premê, e de Bia Aydar, produtora de diversos artistas brasileiros, entre eles Lulu Santos. O seu início no mundo da música aconteceu em 2000, quando foi morar na Europa para estudar música. Já em 2004 conheceu o cantor e compositor Seu Jorge, que a convidou para abrir os shows na sua turnê europeia. De volta ao Brasil em 2005, passou a investir no disco de estréia, “Kavita 1″, lançado em setembro de 2006.

Kavita 1, que significa poeta, em sânscrito, foi lançado de forma independente e distribuído pela Universal Music. Em um clima “chique à vontade”, Mariana Aydar interpreta canções como “Candomblé”, de Edmundo Souto, Danilo Caymmi e Paulo Antônio; “Na Gangorra”, de Giana Mariana 8Viscardi e Michael Ruzitschka; “Festança”, parceria de Mariana e Duani. Ainda no repertório do álbum, a deliciosa “Deixa o Verão”, de Rodrigo Amarante, do Los Hermanos; “Vento no Canavial”, de João Donato e Zé do Caroço e de Leci Brandão.

Já em 2009, após 3 anos de muitos shows e experimentações musicais, Mariana lança o seu segundo produto, “Peixe Pássaros Pessoas”, que chegou às lojas no mês de abril com grande alarde e ótimas resenhas dos críticos musicais nacionais. O disco segue a mesma linha do primeiro, com 13 canções inéditas, entre samba, baião e jazz.

Mariana 4As músicas foram compostas por amigos, mas Mariana também assina a composição de três canções, sob o pseudônimo de Kavita. Em entrevista à imprensa, Aydar disse que neste segundo CD quis falar sobre um tema específico: a relação das pessoas com o mundo. E, para isso, pediu aos seus amigos compositores que fizessem canções seguindo esta linha.

Entre os amigos compositores, destacam-se Duani (namorado e co-produtor do disco), Nuno Ramos, Carlos Rennó, Pedro Luis, Roberta Sá e Rômulo Froés. Mariana também assina a composição das canções “Palavras Não Falam”, “Aqui em Casa” e “Tudo Que Eu Trago no Bolso”. Além de Duani, Kassin também assina a produção.

Mariana é uma das grandes cantoras da nova geração brasileira, com uma voz doce e um “ziriguiduim” dos melhores, promete sim ser uma grande explosão na mídia nos meses que seguem. Música de qualidade e vontade de apresentar um grande trabalho são adjetivos que você vai encontrar ao ouvir Mariana. Ótima pedida para amantes da boa MPB. Eu assino embaixo!

Mariana 2_cd1> 1° CD – Kavita 1
1. Minha Missão
2. Na Gangorra
3. Prainha
4. Zé do Caroço
5. Menino das Laranjas
6. Vento no Canavial (Sugar Cane Breeze)
7. Deixa o Verão
8. Festança
9. Candomblé
10. Onde Está Você
11. Maior é Deus

> 2° CD – Peixes, Pássaros, Pessoas
1. Florindo
Mariana 1_cd22. Palavras Não Falam
3. Beleza – Participação Especial: Mayra Andrade
4. Aqui em Casa
5. Pras Bandas de Lá
6. Manhã Azul
7. Tá
8. Peixes
9. Nada Disso é pra Você
10. Poderoso Rei
11. O Samba Me Persegue – Participação Especial: Zeca Pagodinho
12. Teu Amor é Falso
13. Tudo que Eu Trago no Bolso

Conheça mais sobre Mariana Aydar:
http://www.myspace.com/marianaaydar

LuPPaCULT: Conheça “Adele”, revelação mundial do Jazz & Soul

Postado em (LuPPaCULT) por admin em 18-06-2009

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Nesta quinta (18/06), o Blog CULTucando faz o lançamento da categoria LuPPaCULT, uma espécie de “você precisa me conhecer!”. Assim que este jornalista que vos escrever conhecer algo novo, seja banda, cantor (a), diretor (a) de cinema, local ou algo que me chame atenção, e que realmente vale a pena citar, vou sugerir aqui no blog. É uma forma de socializar as minhas experiências com vocês, leitores assíduos.

Esta primeira indicação veio através de uma conversa de bar. No último domingo (14.06), estive em uma churrascaria com um grupo de amigos, e um deles, através de seu celular (santa tecnologia!), me apresentou o CD dessa cantora: Adele é o nome dela. A partir desse instante me apaixonei por essa moça, que aos 19 anos de idade ganhou dois Grammys em 2009 (Artista Revelação” e “Melhor Performance Feminina – com a canção “Chasing Pavements”).

adele-1Adele Laurie Blue Adkins nasceu em Enfield (Londres), no dia 5 de Maio de 1988, e é considerada a mais recente revelação mundial do Jazz & Soul. Estudou na mesma escola de artes que Amy Winehouse e Kate Nash, ficando conhecida pela imprensa britânica como a “nova Amy Winehouse” (assim como Duffy), devido a seus vocais poderosos.

Adele lançou seu primeiro álbum “19″ (a idade da cantora), em janeiro de 2008 pela XL Recordings. No mesmo ano, foi premiada com o Brit Awards. O álbum conta com canções de letras dramáticas, que falam sobre crises pessoais e coisas do cotidiano de forma bastante “sofrida”, claro que na visão de uma garota de 19 anos de idade. Bobagem, quem nunca viveu essa fase!

O álbum “19″ ficou no topo das paradas britânicas e chegou ao 11º lugar na parada norte-americana Billboard, vendendo 1,2 milhão de cópias em todo o mundo. “Chasing Pavements” foi um sucesso global e Adele obteve quatro indicações para o Grammy, incluindo gravação do ano, canção do ano e revelação. Com um currículo desses, você deve correr para as lojas e conferir o CD da garota. Não vai haver arrependimento. Garanto!

Veja as faixas do CD “19″:
“Daydreamer” – 3:41
“Best for Last” – 4:19
“Chasing Pavements” – 3:31
“Cold Shoulder” – 3:12
“Crazy For You” – 3:28
“Melt My Heart to Stone” – 3:24
“First Love” – 3:10
“Right as Rain” – 3:17
“Make You Feel My Love” – 3:32
“My Same” – 3:16
“Tired” – 4:19
“Hometown Glory” – 4:31

Quer conhecer mais sobre Adele? Conheça o site oficial:
http://www.adele.tv/