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Memória CULT: Simply Red faz falta para a música pop mundial

Postado em 28, mai de 2011 por admin em Destaque, Memória CULT

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Às vezes fico aqui no meu quarto pensando algumas coisas, uma delas é por que as bandas acabam se são maravilhosas? Acho que tem um pouco sobre desgaste e a vida deve seguir seu curso, só ou com seus companheiros. Estou colocando isso para falar um pouco sobre uma das bandas que mais amava na vida e prematuramente acabou, deixado uma legião de fãs inconsoláveis, o Simply Red.

A banda foi formada originalmente em 1984 na cidade de Manchester por Mick Hucknall, Fritz McIntyre (teclados), Dave Fryman (guitarra) substituído no ano seguinte por Sylvian Richardson, além dos ex-membros do The Durutti Column, Tony Bowers (baixo), Chris Joyce (bateria) e Tim Kellett (trompete).


O vocalista Mick começou sua carreira no final dos anos 70, época em que montou uma banda punk, Frantic Elevators. Largou o punk por uma razão simples: sabia que era um cantor de recursos e não poderia colocar todo o seu sentimento nas melodias simples, características do gênero.

Em 1995 gravaram o 1º LP pelo selo Elektra Records, o compacto “Money’s too tight”. Mas, o grande êxito acontece somente um ano depois com lançamento de “Holding back the Years” nos Estados Unidos, que alcançou o topo da Billboard. Nesse período fizeram uma apresentação no Festival de Jazz de Montreux de 1986.

O CD “New Flame”, de 1989, foi o primeiro trabalho da banda a ser número um no Reino Unido, devido em grande parte a canção “If You Don’t Know Me By Now”, que alcançou o lugar mais alto da Billboard e rendeu um prêmio Grammy de melhor Rhythm and Blues para a grupo em 1990. Antes da produção do disco, houve nova mudança no posto de guitarrista que passou a ser do brasileiro Heitor Teixeira Pereira.

Com o lançamento de “Stars” em setembro de 1991, um álbum com todas as composições originais, o Simply Red alcançou seu maior sucesso comercial, vendendo mais de nove milhões de cópias e recebendo vários prêmios como melhor álbum do BRIT Awards e World Music Awards.

Em 2009, o grupo anunciou que a banda não existiria mais no ano seguinte. Mas isso abriu espaço para que o vocalista pudesse voltar em uma carreira solo, o que ainda não aconteceu. O  Simply Red vendeu mais de 50 milhões de álbuns em 25 anos de carreira, e fez 1100 shows para 11 milhões de pessoas. A banda inglesa lançou no dia 16 de maio deste ano um DVD com show de sua turnê de despedida, gravado em outubro de 2010 na Austrália.

Vejam “Star”:

A maravilhosa “Fairground”:

Para tomar um bom vinho após um dia bem “corrido” de trabalho, escute “Say You Love Me”:

“Never never love”

“You Make Me Feel Brand New”

Memória CULT: o saudosismo em sua plenitude com o melhor da música baiana antiga

Postado em 23, mai de 2011 por admin em Memória CULT

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Nessa segunda postagem da categoria “Memória CULT”, quero falar um pouco para vocês sobre algo que me dá muita saudade, no caso as músicas baianas antigas. Bandas como: Reflexus, Luiz Caldas, Mel, Cheiro de Amor (na formação ainda com Márcia Freire), e muitas outras fizeram a cabeça de boa parte da galera boêmia no final dos anos 80 e até metade dos anos 90. Aqui em Fortaleza era febre em locais como Pier 251, Babilônia e muitos outros.

Com letras mais complexas, em comparação com o que é produzido nesse período, o ritmo nesses anos trouxe para o mundo a junção da alegria com informações sobre diversos assuntos, desde o preconceito racial, de classe ou até o amor a Bahia, algo que até hoje é exaltado por todos que trazem esse sangue quente do Estado.

Partido para uma parte didática do texto, podemos informar que o axé surgiu durante as manifestações populares do carnaval de Salvador, que misturava frevo pernambucano, forró, maracatu e reggae. O termo Axé Music é utilizado erroneamente para designar todos os ritmos de raízes africanas ou o estilo de música de qualquer banda ou artista que provém da Bahia.

Hoje sabemos que nem toda música baiana é Axé, pois lá há o Olodum, um ritmo da África do Sul, Samba de Roda e Pagode, além de muitas outras vertentes. A palavra “axé” é uma saudação religiosa usada no candomblé e na umbanda, que significa energia positiva. Expressão corrente no circuito musical soteropolitano, ela foi anexada à palavra da língua inglesa music pelo jornalista Hagamenon Brito, para formar um termo que designaria pejorativamente a música dançante.

Se você tiver mais de 30 anos, como eu, com certeza deve ter vivido essa fase maravilhosa. Oh saudade! Então vamos parar de “papo furado” e colocar para vocês alguns vídeos de músicas que acho fundamentais para desenhar essa época da música tão criativa.


Memória CULT: a música brasileira sente falta de uma atuação mais criativa de Marisa Monte

Postado em 08, mai de 2011 por admin em Memória CULT

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Neste domingo (08) estou começando, e pretendo continuar, um novo projeto aqui no nosso Blog CULTucando, o “Memória CULT”. Nesta categoria pretendo colocar para vocês, meus acessantes assíduos, o melhor, na minha opinião, de um passado não muito distante, mas que fez parte de alguns momentos especiais, algo como um: “recordar é viver”, que é uma grande verdade. Se você sente saudade de alguma música, ritmo, filme, ou “onda de momento”, o Memória CULT vai matar um pouco essa carência.

Nesta primeira postagem, gostaria de recordar com vocês como a cantora Marisa Monte, em seus primeiros lançamentos fonográficos, era interessante e conseguia chamar uma grande atenção de todos, desde a crítica especializada até a população em geral. Quem não sofreu por amor na canção “Bem Que Se Quis”, clássico da cantora que hoje se reveste de uma capa de glamour e vive em um eterno momento “Tribalista”.

Esse comentário feito não é para tirar os méritos vocais, de presença de palco ou até de pesquisadora musical que Marisa Monte, de uma forma magistral, atua na música brasileira. Suas músicas são ótimas, seus shows esplendorosos, mas sinto falta de uma Marisa mais atuante, que surpreenda o público e a critica como fez nos anos 80 e 90. Hoje vamos recordar alguns vídeos que acho clássicos do cancioneiro popular e que Marisa Monte conseguiu imortalizar.

Vejam a linda “Diariamente”:

A romântica, sem ser cafona, “Bem Que Se Quis”:

O “céu”:

O clássico “Balança Pema”

Para fechar “Panis et Circences”:

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