Exposição sobre Barack Obama no Centro de Convivência da Unifor
Postado em 15, mar de 2011 por admin em Cotidiano CULT, Destaque
A partir desta quarta (16/03), a Universidade de Fortaleza, em parceria com a Embaixada dos Estados Unidos, traz para o Centro de Convivência da Unifor a exposição “Obama: o cara que poucos conhecem”, em que são representadas 20 fotografias especiais dos bastidores da Casa Branca.
A exposição, que vai até o dia 1º de maio, retrata o presidente Barack Obama em situações mais informais, como jogando basquete com funcionários da Casa Branca, preparando um churrasco ou brincando com Bo, o cachorro da famÃlia.
Para o cônsul dos Estados Unidos no Recife, Christopher Del Corso, a exposição é uma oportunidade de conhecer os bastidores da famÃlia Obama. “A exposição mostra o lado humano do presidente, diferente daquele visto nas fotos oficiais. GostarÃamos de compartilhar essas imagens com os estudantes de Unifor e de celebrar este momento importante para todos nós”.
O presidente Obama e a primeira-dama viajarão ao Brasil, Chile e El Salvador no perÃodo de 19 a 23 de março. Durante sua visita ao Brasil, o presidente americano se reunirá com lÃderes e falará à população brasileira para tratar de uma grande variedade de temas, entre os quais a prosperidade econômica e a geração de emprego por meio da intensificação do comércio e das parcerias, a cooperação nas áreas de energia e segurança, os valores compartilhados e outros assuntos de importância regional e mundial.
Obama: o cara que poucos conhecem
Local: Centro de Convivência Unifor
Av. Washington Soares,1321
Aberta ao público: de 16 de março a 1º de maio de 2011,
de segunda a sexta, das 8h às 22h, e sábados, das 8h às 16h


![Orquestra[1]](http://www.zonamix.com.br/cultucando/wp-content/uploads/2011/02/Orquestra1.jpg)

FICHA TÉCNICA
A mostra será realizada nos dias 24, 25 e 26 de agosto na Universidade de Fortaleza – Unifor. Já as inscrições para seleção de curtas acontecem até 15 de julho.
Ficha Técnica
Vik Muniz imprime sua marca ao lidar com a memória, a ilusão e, sobretudo, o humor, apoiado no uso de materiais pouco convencionais. Ele não apenas registra a sua versão do mundo, como o recria. Antes de seu olhar como fotógrafo captar o que se tornará o produto final de sua obra, cria um verdadeiro teatro, com cenas, retratos, objetos e imagens, alguns em escala gigantesca, usando elementos tão diversos como papel picado, sucata, molhos e algodão, em processos de construção que podem levar semanas ou até meses.
Na década de 80 um acidente foi decisivo para a mudança de sua vida. Vik Muniz acabou sendo baleado na perna quando presenciou um briga entre dois homens. Para evitar uma queixa policial, o atirador o ofereceu uma razoável quantia em dinheiro, fato que possibilitou sua ida para os Estados Unidos.
Artista autodidata e pintora desde criança, Côca já é conhecida pelo público por seus trabalhos em cerâmica e porcelana. A artista já viajou o PaÃs visitando olarias e retratando figuras de bichos em extinção e marcas de gado em suas obras. Seu trabalho é conhecido também internacionalmente, pois nesses anos de carreira Côca já retratou e mostrou um pouco das marcas nordestinas para o mundo, em exposições na França e em Portugal.





A partir do dia 9 de março, a Universidade de Fortaleza oferece ao público cearense uma viagem à tradicional escola francesa, que deu corpo à chamada fotografia humanista, a qual influenciou uma geração inteira de fotógrafos em todo o mundo durante o século XX. A mostra poderá ser visitada no Espaço Cultural Unifor Anexo.





No espetáculo não há praticamente recursos cênicos, apenas uma mesa, luminárias (que os atores acendem e desligam) e um cantinho do café. Também não há figurinos. O elenco se reveza em mais de um papel, como Oscar Saraiva, que atua como a criança abusada e o pai da mesma. Assim, em momento algum o encontro entre o pai e o filho se realiza.
O Espaço Cultural Unifor promove, até o dia 24 de janeiro de 2010, uma mostra fotográfica de 60 fotos com história e encantos dos povos indÃgenas norte-americanos. As fotografias foram feitas pelo fotógrafo americano Edward S. Curtis.
Curtis ficou fascinado com os Ãndios norte-americanos de Puget Sound e, embora não tenha estudado além da oitava série do curso primário, aprendeu a arte fotográfica sozinho e se tornou um homem bem informado. Entre 1901 e 1930, fotografou cerca de 80 nações indÃgenas norte-americanas e produziu mais de quatro mil imagens.

A influência francesa sobre o Brasil deu-se em todas as áreas, passando pelo naturalismo, artes plásticas, fotografia, literatura, filosofia, polÃtica, arquitetura moderna e cinema. As palestras da professora Roseanna Martins tratam da História da Arte Francesa de 1850 até 1950 e suas influências no Brasil.